Estimulação magnética transcraniana repetitiva

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A estimulação magnética transcraniana repetitiva - EMTr (em inglês: Transcranial Magnetic StimulationTMS) é uma técnica não invasiva que usa campos magnéticos para estimular ou atrasar as funções cerebrais dos seres humanos. Desde sua introdução, em 1985 por Anthony Barker e colegas da Universidade de Sheffield,[1] a estimulação magnética transcraniana consolidou-se como uma ferramenta útil na pesquisa neurocientífica.

A EMT permite atingir o cérebro através de corrente elétrica induzida por pulsos magnéticos por variação rápida do campo magnético no tecido cerebral. Dessa forma o cérebro pode ser modulado sem necessidade de cirurgia ou eletrodos externos.[carece de fontes?]

Alguns estudos pilotos demonstraram que a técnica pode ser útil para várias condições neurológicas (por exemplo, enxaqueca, acidente vascular cerebral, síndrome de Parkinson, distonia, zumbido) e condições psiquiátricas (como depressão, alucinações auditivas). No entanto, o potencial da estimulação magnética transcraniana para diagnóstico e terapia neurológicos ainda não foi comprovado, por falta de estudos clínicos a longo prazo.[2]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Barker AT, Jalinous R, Freeston IL. (1985). «Non-invasive magnetic stimulation of human motor cortex.». Lancet [S.l.: s.n.] 1: 1106–1107. 
  2. Ridding MC & Rothwell, JC. (2007) "Is there a future for therapeutic use of transcranial magnetic stimulation?" Nature Reviews Neuroscience 8: 559-567

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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