Estiva Gerbi

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Estiva Gerbi
  Município do Brasil  
Santuário da Rosa Mística
Santuário da Rosa Mística
Símbolos
Bandeira de Estiva Gerbi
Bandeira
Brasão de armas de Estiva Gerbi
Brasão de armas
Hino
Lema Luta e conquista
Apelido(s) "Estiva"
Gentílico estivense
Localização
Localização de Estiva Gerbi em São Paulo
Localização de Estiva Gerbi em São Paulo
Estiva Gerbi está localizado em: Brasil
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Localização de Estiva Gerbi no Brasil
Mapa de Estiva Gerbi
Coordenadas 22° 16' 19,6" S 46° 56' 44,2" O
País Brasil
Unidade federativa São Paulo
Região intermediária[1] Campinas
Região imediata[1] Mogi Guaçu
Municípios limítrofes Espírito Santo do Pinhal e Mogi Guaçu.
Distância até a capital 175 km
História
Fundação 1992
Aniversário 19 de Maio
Administração
Prefeito(a) Cláudia Botelho de Oliveira Diegues (PMDB)
Características geográficas
Área total [2] 73,723 km²
População total (Censo IBGE/2010[3]) 10 772 hab.
Densidade 146,11 hab./km²
Clima subtropical (Cwb)
Altitude 622 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
CEP 13857-000
Indicadores
IDH (PNUD/2010[4]) 0,740 alto
PIB (IBGE/2010[5]) R$ 194 802,00 mil
PIB per capita (IBGE/2010[5]) R$ 19 394,19

Estiva Gerbi[nota 1] é um município brasileiro do estado de São Paulo.

História[editar | editar código-fonte]

De acordo com pesquisas arqueológicas no nordeste paulista, os primeiros indícios da presença de grupos humanos entre os vales dos rios Mojiguaçu e Pardo datam de 8.000 anos atrás, tendo sido identificados em um sítio lítico no município de Mogi Mirim[6]. Nômades e produtores de uma grande diversidade de instrumentos líticos associados às tradições tecnológicas Umbu e Humaitá, esses primeiros grupos habitavam pequenos acampamentos em topos e vertentes de morros, bem como terraços aluviais[7].

Por sua vez, os primeiros grupos indígenas ceramistas (geralmente associados às tradições tecnológicas Aratu ou Aratu-Sapucaí) teriam alcançado o nordeste paulista a partir do século I da Era Cristã[8]. Semi-sedentários e mais numerosos, dominavam a agricultura de plantas ricas em carboidratos como o milho e a mandioca. Construíam grandes aldeias em círculo ou semicírculo, circundando um grande pátio central, onde eram realizadas festas e rituais. Por outro lado, alguns sítios arqueológicos identificados às margens do rio Mojiguaçu atestam a presença de grupos ceramistas associados à tradição Tupiguarani há pelo menos 1.500 anos atrás[9]. De acordo com estudos recentes, esses grupos indígenas seriam os ancestrais diretos daqueles encontrados pelos colonizadores luso-brasileiros, falantes de línguas filiadas aos troncos Macro-Jê e Tupi-Guarani[10].

Embora sejam limitados os registros das populações indígenas que habitavam a região quando da chegada dos primeiros colonizadores portugueses durante o século XVI, há relatos da presença de Kaingangs, Guaranis, Guayanás e Tamoios, entre outros[11]. Essa aparente ausência de informações é resultado do próprio processo de ocupação da região entre os rios Mojiguaçu e Pardo em direção ao interior, uma vez que os diversos relatos de lutas entre indígenas e as expedições conhecidas como “entradas” e “bandeiras” não tenham deixado descrições mais precisas sobre os costumes e modos de vida destas populações, ou mesmo a qual etnia pertenceriam estes indígenas. Contudo, esses mesmos relatos dão conta de um numeroso contingente, que teria sido pouco a pouco reduzido e “empurrado” para regiões mais interioranas do Brasil central[12].

Segundo Manuel Pereira de Godoy, autor de livros sobre a história colonial do nordeste paulista[13],

"...toda a região compreendida entre Piracicaba, Rio Claro, Porto Ferreira, Pirassununga e até Mogy-Mirim e Mogi-Guassu foi ocupada por volta de 1625, como grande território de caça, de pesca, de obtenção de recursos naturais para o citado grupo Tupi-Guarani, pois, todos os materiais líticos (machados, martelos, raspadores, pilões, pontas de lança e de flechas, etc.), a cerâmica, os desenhos e os rituais funerários são semelhantes entre si em toda a mencionada região. (...). Os primeiros humanos foram índios da grande família Tupi-Guarani que aqui chegaram por volta de 1625 e aqui permaneceram até o ano de 1880 (cerca de 255 anos de ocupação) (...). Provavelmente, um grupo Tupi-Guarani que entrou pelo sul do Estado, continuou na sua marcha, atingiu a região do atual Rio Piracicaba, continuou até chegar ao vale do Mogi-Guaçu".

As mencionadas “entradas” e “bandeiras”, expedições motivadas pela busca de minas de metais preciosos e de indígenas para mão-de-obra escrava, acabaram contribuindo para a formação de povoados no nordeste paulista, uma vez que este servia de rota de passagem para outras regiões do interior brasileiro. O chamado “Caminho do Anhanguera” ou “Estrada dos Goyases” – provavelmente um conjunto de antigas rotas indígenas utilizadas pelos bandeirantes[14] – contribuiu para a criação de pousos, cavalgaduras, fazendas de gado e povoados em suas margens, os quais acabaram sendo a origem de diversos municípios da região, como Mogi Mirim e Mogi Guaçu[14]. Sendo uma região com relativa abundância de rios navegáveis, a região era considerada ideal para o estabelecimento de rotas em direção às minas encontradas nos atuais estados de Minas Gerais e Goiás[15].

Em geral, os povoados e fazendas do nordeste paulista atuavam principalmente como pontos de paragem de tropas e viajantes em direção às minas, mantendo roçados de mandioca, cana-de-açúcar, feijões, algodão, milho, entre outros[16]. Poucos sítios arqueológicos desse período da história da região entre os vales do Rio Prado e Mogi-Guaçu foram registrados até o momento, contudo. Uma possível exceção seria o sítio Espaço Natureza, localizado no município de Itapira, onde fragmentos de telhas goivas, vidros, louças, cerâmicas e metais provavelmente indicam os remanescentes de uma antiga sede de fazenda ou pouso (também convencionalmente chamado de “Casa Bandeirista”)[17].

Por outro lado, o descobrimento das minas de ouro em Minas Gerais e os desvios de recursos para esta área acabaram por culminar na estagnação da economia paulista setecentista, levando até mesmo a uma redução da ocupação de seu território. As atividades mantidas foram aquelas que envolviam um baixo custo de produção e manutenção, como aquelas voltadas para a pecuária e plantação de canaviais. Uma das consequências desse processo foi a permanência de pequenos núcleos habitacionais no nordeste paulista até meados do século XIX, quando Mogi Mirim e Mogi-Guaçu foram elevadas à categoria de cidades[16].

Posteriormente, a economia veria um salto com o denominado Ciclo do Café, que se tornou a principal atividade econômica no século XIX. Para escoamento desta produção, extensas redes ferroviárias foram implantadas desde o interior até os portos. O desenvolvimento da atividade cafeeira e essa necessidade de escoamento da produção fez com que o estado de São Paulo passasse por profundas transformações econômicas e sociais no último quartel do século XIX, seja pela construção das estradas de ferro, que ligavam o interior ao litoral, seja pelo afluxo de imigrantes europeus, que vinham para substituir a mão de obra africana nas lavouras cafeeiras.

Por volta do ano de 1878, o recém-batizado bairro São José – até então pertencente ao município de Mogi-Guaçu – passou por grandes transformações com a construção da extensão da estrada de ferro Mogiana, a qual conectava São José de Mogi Mirim a Nossa Senhora do Desterro da Casa Branca (atual município de Casa Branca). No entanto, o traçado planejado para a linha férrea atravessava uma área alagada próxima ao rio Oriçanga, o que dificultou o assentamento dos trilhos. A solução adotada pelos trabalhadores foi a de estivar, ou seja, entrar na lama com galhos, capim e folhas, marcando os locais mais adequados para o aterro, demarcando o traçado da ferrovia. Desta necessidade que nasceu o nome da estação de trem do bairro: Estiva[18].

A estação Estiva foi inaugurada em 1887, sendo que o Almanach da Provincia de S. Paulo para 1887 já citava a estação de Estiva em sua tabela de horários. Já com a linha em funcionamento o bairro se tornou fornecedor de matéria-prima para pequenas indústrias de cerâmica, com isso, o Bairro São José cresceu rapidamente e atraiu imigrantes. Entre eles estava Lourenço Gerbi, investindo no ramo cerâmico e posteriormente responsável pela transformação do Bairro São José em um distrito industrial próspero.

Em cinco de agosto de 1969, a estação passou a se chamar Estiva da Mogiana, sendo desativada dez anos depois. No mesmo ano, contudo, foi inaugurada a variante Guedes-Mato Seco. Esta estabelecia um percurso fora da cidade, onde foi criada uma estação nova, já com o nome de Estiva Gerbi (ou Estiva Nova). O prédio da antiga estação, por outro lado, foi reformado em fins do século XX, passando a ser utilizado como base da polícia municipal[19]. Com o fim da circulação do trem de passageiros na velha Mogiana, a estação inaugurada em 1979 foi abandonada, tal qual permanece até os dias atuais[19].

O progresso econômico trazido pela Indústria de Cerâmica Gerbi alavancou novos investimentos para a região e, com ele, o movimento emancipatório. Em 1991, após plebiscito, foi criado o município de Estiva Gerbi (Lei Estadual nº 7644, de 30 de dezembro), em homenagem aos construtores da estação ferroviária e à família de Lourenço Gerbi[18].

Geografia[editar | editar código-fonte]

  • Área total: 73,7 km²
  • Área Urbana: 4,6Km²
  • Textura superficial: Predomínio da Terra roxa e argila, principal matéria-prima das Cerâmicas da cidade, assim como na região.

Relevo[editar | editar código-fonte]

  • Topografia: suavemente ondulado, e alto na divisa com município de Espírito Santo do Pinhal.
  • Altitude média: 610 metros
  • Altitude da sede Paço Municipal da Prefeitura: 622 Metros
  • Altitude de maior elevação: 727 metros
  • Altitude de menor: 597 Metros

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima é Tropical de altitude com inverno seco e menos chuva (Köppen: Cwa), com temperatura média mínima de 15,3 °C e máxima de 28,2 °C. O Verão é quente principalmente nas madrugas e úmido, com temperaturas entre 19 e 30 °C, com picos de máxima de 35 °C e mínimas podendo chegar a 13 °C. A Primavera começa seca e termina úmida, sendo essa a estação mais oscilatória em questões de temperatura, sendo que podemos registrar mínimas em torno de 6 °C e máximas que podem chegar em raros casos a 36 °C. No Outono começa ligeiramente úmido e fica seco com o passar das semanas. Março e Abril podem registrar ainda picos de 32 °C e mínimas superiores a 14 °C, algo que fica mais raro com a proximidade de Maio, onde as máximas raramente superam os 27 °C e as mínimas poucas vezes atingem os 12 °C. No Outono podemos ter mínimas que chegam a 5 °C em Maio e 2 °C em Junho e máximas baixas, que às vezes são menores que 12 °C, ou altas, principalmente no início da estação. O Inverno é seco, mas a entrada de frentes frias não são raras. As temperaturas máximas ficam em torno de 22-26 °C em Junho e Julho, e chegam ao patamar de 26-29 °C em Agosto e no início de Setembro, onde são comuns dias muito secos com grandes oscilações térmicas. Mínimas chegam raramente a 1 °C, mas acontecem e máximas podem chegar a mais de 30 °C, principalmente no mês de Setembro. A menor temperatura já registrada em Estiva Gerbi foi de -1,8 °C, em julho de 1994 e a maior foi de 39,6 °C, em Outubro de 2014.

  • Clima: Tropical de Altitude
  • Temperatura Média anual: 21,7 °C[20]
  • Temperatura Média Mínima anual: 15,3 °C
  • Temperatura Média Máxima anual: 28,2 °C
  • Temperatura mais baixa: -1,8 °C em 1994
  • Temperatura mais alta: 39,6 °C em 2014
  • Chuvas anuais: de 1.398,4 mm
  • Dias de geada média anual: 3

Demografia - Censo de 2010[editar | editar código-fonte]

População Total: 10.044

  • Urbana: 8.011
  • Rural: 2.033
  • Homens: 5.074
  • Mulheres: 4.970
Crescimento Anual da População
1,28%
Saúde
Educação

(Fonte: IPEADATA)

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Avenida Rosetti Batista
  • SP-340
  • Frota de Veículos em 2013:5.299

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Comunicações[editar | editar código-fonte]

A cidade era atendida pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP)[22], que construiu a central telefônica utilizada até os dias atuais. Em 1998 esta empresa foi privatizada e vendida para a Telefônica[23], sendo que em 2012 a empresa adotou a marca Vivo[24] para suas operações de telefonia fixa.

Administração[editar | editar código-fonte]

Problemas enfrentados no município[editar | editar código-fonte]

A cidade sofre com sucessivas ingerências por parte do legislativo e do executivo da ultima Administracao. Desde sua emancipação oficial, Estiva jamais contou com um plano de ações que contemplasse a população a respeito do suprimento de suas necessidades básicas, como emprego, fornecimento de água, habitação, infraestrutura e saúde pública.

O município não conta com um hospital e o Pronto Socorro existente, ainda é insuficiente para as necessidades da população e tem seus trabalhos comprometidos por falta de estrutura e limitação de prestação de serviços. As ruas são de péssimas condições para o trânsito, há problemas com sinalização devido sua inexistência em diversos pontos, a administração atual trabalha contra o tempo para poder recuperar toda estrutura dá cidade.

Dos problemas enfrentados pela cidade, a falta de emprego é mais crítico. Por isso a cidade é conhecida como "dormitório", uma vez que mais da metade de seus moradores trabalham em outros municípios da região.

Religião[editar | editar código-fonte]



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Religião em Estiva Gerbi (2010)[25]

  Catolicismo (67.58%)
  Protestantismo (23.87%)
  Espiritismo (0.38%)
  Outras religiões (1.11%)
  Sem religião (3.76%)

Igreja Católica[editar | editar código-fonte]

Santuário de Nossa Senhora Rosa Mística, em Estiva Gerbi

O município pertence à Diocese de São João da Boa Vista.

Igrejas protestantes[editar | editar código-fonte]

e outras espalhado pela cidade.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Pelas regras ortográficas vigentes, este nome deveria ser grafado Estiva Gérbi.

Referências

  1. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 10 de fevereiro de 2018 
  2. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  3. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 04 de setembro de 2018  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  6. DOCUMENTO ARQUEOLOGIA E PATRIMÔNIO CULTURAL (2003). Relatório Final do Programa de Resgate Arqueológico do Contorno Rodoviário de Mogi-Mirim/SP. São Paulo: [s.n.] 
  7. A LASCA CONSULTORIA (2018). Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico na Área de Implantação do loteamento residencial/comercial Parque dos Ipês. São Paulo: [s.n.] 
  8. SCHIAVETTO, Solange (2007). A arqueologia guarani: construção e desconstrução de identidade indígena. São Paulo: Annablume 
  9. PALLESTRINI, Luciana (1981–1982). «Cerâmica há 1500 anos, Mogi-Guaçu, São Paulo». Revista do Museu Paulista, n. 28: 115-129 
  10. SCHIAVETTO, Solange (2007). A arqueologia guarani: construção e desconstrução de identidade indígena. São Paulo: Annablume/Fapesp 
  11. Nimuendaju, Curt (2017). «Mapa Etno-Histórico de Curt Nimuendaju (1934)». Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Consultado em 5 de novembro de 2019 
  12. DEL PRIORE, Mary; VENÂNCIO, Renato (2001). O Livro de Ouro da História do Brasil. Rio de Janeiro: Ediouro 
  13. GODOY, Manuel P. de (1974). Contribuição à História Natural e Geral de Pirassununga (280 Milhões de Anos A.C. até 1.766-1974 A.D.). Pirassununga: Prefeitura de Pirassununga 
  14. a b DEAN, Warren (1996). A Ferro e Fogo. A história e a devastação da Mata Atlântica brasileira. São Paulo: Companhia das Letras 
  15. PLENS, Cláudia Regina (2016). «Objetos, paisagens e patrimônio: introdução». Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP, n. 26. Consultado em 5 de novembro de 2019 
  16. a b PELLICCIOTTA, Mirza Maria; FURTADO, André Luiz (2010). «Marcos de formação/transformação da Região Metropolitana de Campinas à luz da história territorial paulista: séculos XVII-XX» (PDF). Revista Labor & Engenho, v. 4, n. 3. Consultado em 5 de novembro de 2019 
  17. «Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos». Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. 2003. Consultado em 5 de novembro de 2019 
  18. a b «A CIDADE E SUA HISTÓRIA». Prefeitura Municipal de Estiva Gerbi. 1 de março de 2017. Consultado em 5 de novembro de 2019 
  19. a b GIESBRECHT, Ralph (10 de julho de 2018). «Estiva». Estações Ferroviárias do Brasil. Consultado em 5 de novembro de 2019 
  20. [1]
  21. Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri). «Clima dos Municípios Paulistas - Americana». Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Consultado em 20 de novembro de 2011. Cópia arquivada em 5 de maio de 2012 
  22. «Área de atuação da Telesp em São Paulo». Página Oficial da Telesp (arquivada) 
  23. «Nossa História». Telefônica / VIVO 
  24. GASPARIN, Gabriela (12 de abril de 2012). «Telefônica conclui troca da marca por Vivo». G1 
  25. «Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de 2010 sobre Religião em Estiva Gerbi». Consultado em 16 Nov. 2016. Arquivado do original em 28 de julho de 2014 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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