Gnassingbé Eyadéma

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Gnassingbé Eyadéma
Eyadéma em 1972.
3º Presidente do Togo
Período 14 de abril de 1965
a 5 de fevereiro de 2005
Antecessor(a) Kléber Dadjo
Sucessor(a) Faure Gnassingbé
Presidente do Conselho de Administração da CEDEAO
Período 1975 a 1978, 1980 a 1981 e 1999
Antecessor(a) Yakubu Gowon (1975)
Léopold Sédar Senghor (1979–1980)
Abdulsalami Abubakar (1998–1999)
Sucessor(a) Olusegun Obasanjo (1977–1979)
Siaka Stevens (1981–1982)
Alpha Oumar Konaré (1999–2001)
Presidente do Conselho de Administração da União Africana
Período 2000 a 2001
Antecessor(a) Abdelaziz Bouteflika
Sucessor(a) Frederick Chiluba
Dados pessoais
Nome completo Étienne Eyadéma
Nascimento 26 de dezembro de 1937
Pya, Togolândia francesa
Morte 5 de fevereiro de 2005 (67 anos)
Túnis, Tunísia
Partido RPT
Profissão Militar e político

Gnassingbé Eyadéma, nascido Étienne Eyadéma, (Pya, 26 de dezembro de 1937Túnis, 5 de fevereiro de 2005) foi um militar do Togo, presidente de seu país de 1967 até à sua morte.

Eyadéma chegou ao poder após um golpe militar de sucesso e conseguiu manter-se à frente do país, mesmo depois da instabilidade política dos anos 90. Foi o vencedor absoluto de três eleições, alegadamente livres, mas muito criticadas pela comunidade internacional.[carece de fontes?]

Eyadéma nasceu na região de Pya e serviu no exército francês nas guerras da Indochina e Argélia. Quando o Togo se torna independente em 1960, regressa ao seu país mas vê, com outros veteranos de guerra, recusada a sua intenção de integrar o exército criado pelo primeiro presidente Sylvanus Olympio. Em consequência os militares renegados levaram a cabo um golpe militar em 1963 e Eyadéma vangloriou-se de ter sido ele próprio a matar Olympio. Quatro anos depois, a 13 de Janeiro de 1967, aniversário do primeiro golpe, Eyadéma e os seus apoiantes realizam outro golpe de estado. Desde então, Eyadéma foi o líder incontestado do país. Entre 2000 e 2001 foi o presidente da Organização de Unidade Africana e em 2002 serviu de mediador nos conflitos da Costa do Marfim.

Em Fevereiro de 2005 morreu de ataque cardíaco[1] e foi sucedido pelo filho Faure Gnassingbé.

Referências