Zine El Abidine Ben Ali

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Zine El Abidine Ben Ali
زين العابدين بن علي
Primeiro-ministro
Período 7 de novembro de 1987
a 14 de janeiro de 2011
Primeiro-ministro Hédi Baccouche
Hamed Karoui
Mohamed Ghannouchi
Antecessor(a) Habib Bourguiba
Sucessor(a) Mohamed Ghannouchi
Primeiro-Ministro da  Tunísia
Período 2 de outubro de 1987
a 7 de novembro de 1987
Antecessor(a) Rachid Sfar
Sucessor(a) Hédi Baccouche
Vida
Nascimento 3 de setembro de 1936 (78 anos)
Hammam Sousse, Flag of French Tunisia.svg Protetorado Francês da Tunísia
Dados pessoais
Alma mater Escola Militar Especial de Saint-Cyr
Escola de Artilharia Aplicada
Cônjuge Naïma Kéfi (divorciado)
Leïla Ben Ali
Partido RCD
Profissão militar
Residência Jidá, Arábia Saudita
Serviço militar
Anos de serviço 1964-1980
Graduação General

Zine El Abidine Ben Ali (Hammam-Sousse, 3 de setembro de 1936) é um militar, general, tunisiano, ditador de seu país de 7 de novembro de 1987, quando tomou o poder mediante um golpe de Estado, até 14 de janeiro de 2011, na sequência dos protestos de 2010-2011, origem da chamada Revolução de Jasmim. Porém, hoje está foragido [1] .

Seu governo[editar | editar código-fonte]

Em seu governo, ele contribui para o surgimento do turismo no país, o país tinha condições de recepcionar turistas, pois os salafistas e opositores do regime de Ben Ali estavam presos e também por que foram feitos investimento no país para que o país se tornasse um dos destinos turísticos mais preferidos para europeus do sul e centro, porém malquisto para os do Norte da Europa, que acabam preferindo o Sudeste do Brasil ou Europa Meridional quando lá no Norte da Europa é inverno, em alguns casos, o Nordeste do Brasil acaba sendo destino turístico de alguns noruegueses que viajam através de sexo, por mais que o país tenha um clima desagradável e muito quente e radiação solar em níveis bem extremos no verão, por mais que algumas regiões mais ‘‘européias’’ do país seja parecida com alguns lugares ‘‘africanos’’ da Europa Meridional com a Sicília, no sul da Itália, existe a cidade de Cartago, um resquício da colonização fenícia e romana no continente africano e em territórios fora da Europa, porém os turistas não percebem da existência dessa cidade colonial que é resquício da ‘‘Roma africana’’[2] [3] . Seu governo foi extremamente repressor e com bastante intolerância religiosa e racial, outro fato que ajudou o turismo no país. A mídia européia e capitalista normalmente diz que o turismo é ‘‘vital para a economia do país’’[4] [5] .

Protestos e destituição[editar | editar código-fonte]

Diante de protestos generalizados da população e da perda de confiança por parte dos militares, Ben Ali foi obrigado a renunciar no dia 14 de janeiro de 2011 e fugir para a Arábia Saudita. No dia 20 de junho de 2011, ele e sua mulher, Leïla Ben Ali, foram condenados a 35 anos de prisão por desvio de verbas públicas.[6] [7] .

Em 13 de junho de 2012, ainda asilado na Arábia Saudita, Ben Ali foi condenado à prisão perpétua por um tribunal militar de seu país, por crimes ocorridos durante a repressão aos manifestantes da Primavera Árabe na Tunísía.[8]

Referências

Precedido por
Habib Bourguiba
Presidente da Tunísia
1987 - 2011
Sucedido por
Mohamed Ghannouchi
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