História intelectual

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A História Intelectual é um domínio da chamada história das mentalidades, referindo-se à historiografia de ideias e pensadores. Esta história não pode ser considerada sem o conhecimento dos humanos que criaram, discutiram, escreveram e de outras formas se preocuparam com ideias. A história intelectual, tal como praticada pelos historiadores, é paralela à história da filosofia, como é feita pelos filósofos, e é mais parecida com a história das ideias. Sua premissa central é que as ideias não se desenvolvem isoladamente das pessoas que as criam e usam, e que é preciso estudar ideias não como proposições abstratas, mas em termos de cultura, vidas e contextos históricos que as produziram.[1]

Aborda as grandes questões intelectuais ao longo dos tempos, em interação com os movimentos culturais e científicos, e respetivas repercussões, na dimensão histórico-social. É, pois o âmbito da história que estuda os intelectuais enquanto agentes da história, que criam, escrevem, discutem e propagam ideias.[carece de fontes?]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Anthony Grafton, "The history of ideas: Precept and practice, 1950-2000 and beyond." Journal of the History of Ideas 67#1 (2006): 1-32. online
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