Krzysztof Penderecki

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Krzysztof Penderecki
Nome nativo Krzysztof Penderecki
Nascimento 23 de novembro de 1933 (84 anos)
Dębica
Cidadania Polônia
Ocupação compositor, maestro, pedagogo, musicólogo, professor de música, violinista
Prêmios Comendador das Artes e das Letras, Ordem da Águia Branca, Medalha do Mérito à Cultura, Comandante com Estrela da Ordem da Polônia Restituta, Grã-Cruz da Ordem do Mérito da República Federal da Alemanha, Prêmio Herder, Medalha de Ouro de Honra por Serviços para a República da Áustria, Prêmio Grammy Trustees, Emmy, Prêmio Princesa das Astúrias para as Artes, Praemium Imperiale, Ordem das Três Estrelas, Prêmio Grawemeyer, Ordem da Cruz da Terra Mariana, Ordem do Mérito da República Italiana, Condecoração Austríaca de Ciência e Arte, Ordem das Artes e das Letras, Ordem do Leão da Finlândia, Prêmio Wihuri Sibelius
Empregador Universidade Yale
Página oficial
http://www.krzysztofpenderecki.eu
Assinatura
Penderecki sign.svg
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Krzysztof Eugeniusz Penderecki (23 de novembro de 1933) é um compositor e maestro polonês. The Guardian tem o chamado do maior compositor polonês vivo.[1] Entre os seus trabalhos mais conhecidos estão a Trenodia para as Vítimas de Hiroshima, Sinfonia No.3, Paixão de São Lucas, Réquiem Polonês, Anaklasis, Utrenja, quatro óperas, oito sinfonias e outras peças orquestrais, uma variedade de concertos instrumentais, arranjos corais para muitos textos religiosos assim como música de câmera e trabalho instrumental.

Nascido em Dębica filho de um advogado, Penderecki estudou música na Universidade Jaguelônica e na Academia de Música de Cracóvia. Depois de se graduar da academia de música, Penderecki se tornou um professor na academia e iniciou sua carreia de compositor em 1959 durante o Festival de Outono de Varsóvia. Sua Trenodia para as Vítimas de Hiroshima para uma orquestra de cordas e o trabalho coral Paixão de São Lucas, receberam a aclamação popular. Sua primeira ópera Os Demônios de Loudun não foi um sucesso imediato. Iniciando em meados de 1970, o estilo de composição de Penderecki muda, com o primeiro concerto para violino focando no semitom e no trítono. Sua obra coral Requiem Polonês foi escrita no anos 1980, com expansões em 1993 e 2005.

Suas primeiras obras eram enquadradas na chamada música de vanguarda. Tempos depois, contudo, Penderecki passou a escrever obras com uma estética mais conservadora, retornando ao sistema tonal, eventualmente utilizando alguns elementos atonais. Sua música se enquadra no período denominado classicismo pós-moderno. É um dos poucos compositores contemporâneos renomados entre o grande público.

Penderecki ganhou muitos prêmios prestigiosos, incluindo o Commander´s Cross em 1964, o Prix Italia em 1967 e 1968, a Cruz de Cavaleiro da Ordem da Polônia Restituta em 1964, cinco Grammy Awards em 1987, 1988, 2001, 2013 e 2017, o Prêmio Wolf de Artes em 1987 e Grawemeyer Award for Music Composition da Universidade de Louisville em 1992.[2]

Referências[editar | editar código-fonte]