Marronzinho

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Marronzinho
Dados pessoais
Nome completo José Alcides de Oliveira
Nascimento 13 de janeiro de 1945 (73 anos)[1]
Maruim,  Sergipe[1]
Nacionalidade brasileiro
Progenitores Mãe: Maria Angelina de Oliveira
Pai: Simeão F. de Oliveira
Partido PTB, PSP
Profissão Jornalista

José Alcides de Oliveira, mais conhecido como Marronzinho (Maruim, 13 de janeiro de 1945), é uma figura da cena política do Brasil ao longo da década de 1980. Visto por muitos como uma figura autora de declarações controversas[nota 1][4][5] ficou conhecido por ter respondido a mais de 30 processos por calúnia e difamação, que impediram que ele concorresse a uma vaga de deputado federal para a Assembleia Constituinte, em 1986, e se candidatou a prefeito de São Paulo, em 1988. No entanto, conseguiu ser um dos 22 candidatos à Presidência da República Brasileira no pleito de 1989. No início da década de 1990, cumpriu pena por uma condenação de injúria e difamação, cometidos em 1985, contra o então candidato a prefeito Fernando Henrique Cardoso na eleição municipal de São Paulo daquele ano.[6][7]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nasceu na cidade de Maruim, em Sergipe, em 13 de janeiro de 1945, filho de Simeão F. de Oliveira e Maria Angelina de Oliveira.[1]

Filiou-se no começo da década de 1980 ao PTB e se candidatou a vereador em Osasco em 1982. Um de seus primeiros desafetos foi Francisco Rossi, a quem acusou no jornal "A Voz", pertencente a Marronzinho (à época proprietário de uma empresa chamada A Voz Fepasa News Ltda), de agredir uma cantora contratada para aparecer em comícios de Rossi.[8] Desde julho de 1983, Marronzinho estava sendo processado pela Ferrovia Paulista S.A. por uso indevido da marca, no jornal "Fepasa News".[9][nota 2]

Não tendo conseguido se candidatar nas eleições municipais em São Paulo de 1985, Marronzinho apoiou e fez campanha para o candidato Jânio Quadros.[nota 3] Em outubro daquele ano, um suplemento do jornal "A Voz", de quatro páginas, o qual Marronzinho continuava como diretor responsável, circulava com pedido de voto a Jânio Quadros, estampando frases como "PMDB dá Aids, combata-o" e atribuindo ao candidato Fernando Henrique Cardoso (então do PMDB) a frase: "Vou perder porque o povo é ignorante, não sabe votar. Se fosse em Paris, eu ganharia."[9] Em novembro, a Polícia Federal prendeu 400 mil exemplares de uma nova edição do jornal, distribuído como material de campanha, que estampava a manchete: "Marronzinho confirma: Fernando Henrique é maconheiro".[nota 4] Preso, Marronzinho acabou liberado, mas foi indiciado e responderia inquérito por publicação inverídica contra partidos e candidatos, e calúnias, difamações e injúrias contra pessoas físicas.[nota 5] Ele também teria de dar explicações sobre as razões dele usar dois números de carteira de identidade e três números de CIC (atual CPF.[14]

Em 1986, Marronzinho rompeu com Jânio Quadros, se dizendo arrependido de tê-lo apoiado e de ter sido usado pelo prefeito eleito.[nota 6] Ainda filiado ao PTB, ele tentou se lançar como candidato a deputado federal para a Assembleia Constituinte, mas foi impugnado pela justiça federal por uma condenação anterior por sedução e desacato a autoridade.[18] Em um informe publicitário na imprensa, Marronzinho disse que estava sendo perseguido por "os corruptos, os ateus e os maconheiros" e acusou "forças ocultas" de quererem colocá-lo na cadeia "para impedir que um candidato de raízes populares, um real representante do povo, erga sua voz no Congresso Nacional, contra as arbitrariedades de as injustiças deste país."[1] Por causa das acusações pessoais contra Fernando Henrique Cardoso, foi condenado em 1987 a 12 meses de detenção e 180 dias de multa por calúnia, difamação e injúria pela comarca de Osasco (213ª Zona Eleitoral de São Paulo). No entanto, obteve a suspensão condicional da pena por dois anos.[6]

Em 1988, rompeu com o PTB para criar uma nova sigla, o Partido Social Progressista. No final de janeiro daquele ano, na condição de presidente do PSP, Marronzinho foi a estrela de um programa eleitoral obrigatório em rede nacional do seu partido e que foi alvo de críticas negativas.[nota 7][3][20] A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão e o banqueiro Amador Aguiar (do Bradesco) entraram com ações na Justiça para tentar impedir a transmissão do programa, mas o então ministro do Tribunal Superior Eleitoral Francisco Rezek indeferiu as solicitações.[nota 8] Duas emissoras do grupo Jornal do Brasil, de Nascimento Brito, recusaram-se a veiculá-lo.[nota 9] A repercussão negativa da atuação de Marronzinho em cadeia nacional levou lideranças partidárias no Congresso a discutirem um projeto para assegurar propaganda obrigatória apenas a partidos com representatividade política.[21] O PSP de Marronzinho conseguiu um registro provisório, obtido em 19 de maio de 1988.[22] O uso do nome do PSP incomodava os herdeiros do falecido político Adhemar de Barros, que fez carreira política em uma denominação partidária homônima.[nota 10] Ainda em 1988, Marronzinho tentou novamente uma candidatura, desta vez para a eleição municipal de São Paulo.[nota 11] Seu slogan para a campanha era "Vote em Marronzinho, da favela ao Ibirapuera".[25] No entanto, sua candidatura foi impugnada pelo Tribunal Regional Eleitoral paulista em 7 de setembro, e depois foi tornado ilegível pelo Tribunal Superior Eleitoral, porque Marronzinho tinha condenação anterior por crime contra administração pública (desacato à autoridade) durante a eleição municipal paulistana de 1985.[26][27][28][29] Em seu lugar, foi lançado Walter Zigrossi.

Em 1989, tentou obter registro para disputar a Eleição presidencial daquele ano. Mesmo condenado, em três instâncias, a um ano de prisão por crime eleitoral, Marronzinho foi o último dos 22 candidatos a presidência a obter registro do TSE, em 05 de setembro de 1989, embora os ministros do Tribunal se dissessem constrangidos em registrar a sua candidatura.[nota 12]

Dono de um jornal à época[22] e com 44 anos de idade, declarou-se proprietário de 11.200 alqueiretes de terra em Goiás e se autodefinia como "analfabeto inteligente".[31][32] Dizia que resolveria todos os problemas do país se acabasse com a seca, usando a Petrobrás para perfurar poços de água no Sertão brasileiro, em lugar de se preocupar com petróleo, romperia relações diplomáticas com a Suíça e confiscaria o dinheiro de brasileiros depositados em bancos daquele país.[32] Com um orçamento de campanha de 40 mil cruzados novos, Marronzinho tinha 30 segundos para se apresentar ao longo da campanha eleitoral obrigatória na televisão.[32] Ele passou boa parte do primeiro mês de sua propaganda com uma tarja preta na boca - usada supostamente para protestar contra o pouco tempo disponível - e com um locutor anunciando "ele vai falar".[nota 13][nota 14] No primeiro turno, Marronzinho obteve 238.425 votos, o que perfez 0,33% do total, e ficando na décima terceira colocação.

No começo da década de 1990, o TSE cassou o registro do PSP.[37] Mesmo com a extinção da legenda, Marronzinho tentou registrar candidatura a deputado federal pelo Sergipe para o pleito de 1990, mas teve seu pedido rejeitado por estar respondendo a processos em São Paulo.[38] Em setembro daquele ano, o TRE-SP determinou o cumprimento de mandado de prisão, expedido por juiz da 213ª Zona Eleitoral de São Paulo, pelos crimes de calúnia, difamação e injúria cometidos contra Fernando Henrique Cardoso em 1985.[7]

Abandonou a política e adotou a alcunha Jamo (acrônimo de José Alcides Marronzinho de Oliveira) Little Brown (marronzinho, em inglês), dirigindo um jornal evangélico, de nome "Leia o Jornal", em Osasco.[carece de fontes?]

Notas

  1. "O PSP é dirigido tristemente pelo famoso Marronzinho"[2] "O absurdo do atual sistema de acesso dos partidos políticos ao rádio e à TV não necessita, a rigor, dos lamentáveis espetáculos de miséria intelectual recentemente divulgados(...) A poluição rádio-televisiva verificada nas últimas eleições para prefeitos e governadores configurou apenas o início deste processo. Este chegou ao extremo com o programa do recém-formado Partido Social Progressista (PSP) - sob o comando do seu presidente, José Alcides "Marronzinho" de Oliveira -, que agrediu o público com o mais estarrecedor repertório de grosserias, incontinências verbais, infantilidades programáticas, insultos e exemplos de desqualificação ética e intelectual."[3]
  2. Em 1985, o jornalista Antonio Martins Filho, da Folha de S.Paulo, disse que estava recebendo ameaças de morte através de telefonemas anônimos, acusando Marronzinho de ser o autor dessas ações, mas este negou as acusações em depoimento.[10]
  3. Como cabo eleitoral janista, certa vez, acusou jornalistas de tentarem "cubanizar o Brasil" a mando do PMDB, que lhes estaria pagando para apoiar Fernando Henrique Cardoso, a quem Marronzinho chamava de "candidato do Montoro que nasceu em Paris" e "comunista, rodeado de lésbicas".[11]
  4. Em outras acusações no jornal, do qual Marronzinho era o responsável pelos textos: "Fernando Henrique está cercado de 'gays' e viciados, a grande imprensa está sabendo, mas tem se omitido por um punhado de dólares", além de ataques a artistas que apoiavam o então senador, como "É do conhecimento de todos que Chico Buarque, além de comunista, é maconheiro. Caetano Veloso e Gilberto Gil tendem para o lado 'gay', além de serem maconheiros".[12]
  5. "Eu faço isso porque sou anticomunista", declarou Marronzinho antes de prestar depoimento a Polícia Federal, e prometeu que iria "provar" que FHC era "maconheiro e homossexual".[12][13][14] Já o comitê de campanha de Jânio Quadros negou envolvimento com os jornais e disse que eles eram usados para "embrulhar pacotes".[12][15] No entanto, jornalistas flagraram o tabloide sendo distribuídos a simpatizantes e cabos eleitorais na porta da casa de Jânio.[16]
  6. Marronzinho disse ter sido "usado por Jânio Quadros" e que quando escreveu sobre Fernando Henrique Cardoso, o fez "com participação e sob comando de Jânio", que aprovava os textos.[17]
  7. O PSP havia espalhado no início daquele mês mil outdoors pelo Estado de São Paulo para anunciar seu programa de rádio e TV em cadeia nacional, marcado para a noite do dia 28 de janeiro de 1988.[19]
  8. A Abert alegava que o PSP não tinha representantes no Congresso Nacional, enquanto o então presidente do Bradesco justificava que Marronzinho o atacaria pessoalmente, como já tinha feito no jornal "A Voz".[20]
  9. Em um dos trechos do programa, Marronzinho acusava a existência de "(...)um complô da grande imprensa contra mim e o partido. Estão tentando me transformar em um monstro, um marginal" [20]
  10. O então deputado Adhemar de Barros Filho acusava Marronzinho de surrupiar a antiga sigla do PSP.[23]
  11. Seu perfil o apresentava como um homem casado, com seis filhos, católico, de centro-direita, com segundo grau completo, proprietário de jornal, com rendimento mensal de 300 mil cruzados, declarava como bens uma fazenda e um sítio no interior de São Paulo, um imóvel em Osasco, um imóvel na Praia Grande, gráfica e editora. Como promessas, elegia como prioridade transporte gratuito, carretas com chuveiro e barbearia para dar assistência aos mendigos e transformar o Parque do Ibirapuera em orfanato. Propunha ainda limitar a circulação de veículos no centro de São Paulo e exigir do governo diminuição da migração do Nordeste com projetos de irrigação e diminuir as favelas.[24]
  12. O então presidente interino do TSE, Sydney Sanches, chegou a declarar que os legisladores deveriam ter previsto um caso do tipo "para não colocar o Tribunal em situação constrangedora."[30]
  13. A voz de Marronzinho foi ouvida pela pela primeira vez no dia 30 de setembro, quando ao término da apresentação e livre da tarja, ele disse: "não sou doutor, mas tenho essa ideia". A fala foi introduzida pela narração do locutor, que citava Roberto Marinho (das Organizações Globo), Victor Civita (do Grupo Abril), Otávio Frias (do Grupo Folha) e Nascimento Brito (do grupo Jornal do Brasil) como "cidadãos acima de qualquer suspeita" e que Marronzinho "não diz amém a esses cidadãos".[33]
  14. No dia 18 de outubro, finalmente rompeu o suspense, tirou a tarja e fez promessas de acabar com o vestibular, transformar o Nordeste num oásis, colocar as Forças Armadas nas ruas para acabar com a violência e fechar os bancos privados por seis meses. Prometeu que não haveria "um palmo de rua" sem a presença das Forças Armadas, declarando guerra a traficantes e estupradores e prometendo prendê-los em um navio-presídio que pretenderia criar se fosse eleito presidente.[34][35][36]

Referências

  1. a b c d Marronzinho, vítima de perseguições (informe publicitário) - Folha de S.Paulo, 27 de agosto de 1986, caderno Exterior, página 6
  2. Painel - Folha de S.Paulo, 23 de janeiro de 1988, caderno Política, página A-4
  3. a b Editorial:Insulto ao espectador - Folha de S.Paulo, 30 de janeiro de 1988, caderno Opinião, página A-2
  4. Plenário fica vazio depois do adiamento da votação - Folha de S.Paulo, 30 de janeiro de 1988, caderno Política, página A-4
  5. De nada a pior (autor: Marcelo Coelho) - Folha de S.Paulo, 1 de fevereiro de 1988, caderno Opinião, página A-2
  6. a b Capítulo dois (autor: Joyce Pascowitch) - Folha de S.Paulo, 24 de dezembro de 1987, caderno Ilustrada, página 42 Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "FSP/24-DEZ-1987" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  7. a b TRE determina prisão de Marronzinho em SP - Folha de S.Paulo, 19 de setembro de 1990, caderno Eleições-1990, página 9
  8. Marronzinho faz defesa no Deops - Folha de S.Paulo, 28 de outubro de 1982, caderno Política, página 5
  9. a b Jânio participa no Brás de almoço com cerealistas - Folha de S.Paulo, 25 de outubro de 1985, caderno Política, página 6
  10. Repórter da Folha é ameaçado de morte - Folha de S.Paulo, 16 de fevereiro de 1985, caderno Geral, página 20
  11. Uma romaria de eleitores visita cada do candidato - Folha de S.Paulo, 17 de outubro de 1985, caderno Política, página 6
  12. a b c PF recolhe jornal que acusava Cardoso - Folha de S.Paulo, 6 de novembro de 1985, caderno Política, página 6
  13. Marronzinho será indiciado - Folha de S.Paulo, 7 de novembro de 1985, caderno Política, página 6
  14. a b Marronzinho é indiciado - Folha de S.Paulo, 9 de novembro de 1985, caderno Política, página 6
  15. Jânio afirma que não financiou publicação - Folha de S.Paulo, 7 de novembro de 1985, caderno Política, página 6
  16. Na casa do candidato, jornal é distribuído a eleitores - Folha de S.Paulo, 8 de novembro de 1985, caderno Política, página 6
  17. Marronzinho afirma que está arrependido e que foi "usado" por Jânio - Folha de S.Paulo, 28 de fevereiro de 1986, caderno Política, página 6
  18. Marronzinho pode ter candidatura impugnada - Folha de S.Paulo, 20 de agosto de 1986, caderno Política, página 6
  19. PSP volta as ruas de São Paulo - Folha de S.Paulo, 07 de janeiro de 1988, caderno Política, página A-8
  20. a b c TSE obriga telespectador a ver programa de Marronzinho - Folha de S.Paulo, 29 de janeiro de 1988, caderno Política, página A-4
  21. Painel - Folha de S.Paulo, 2 de fevereiro de 1988, caderno Política, página A-4
  22. a b Pelé e Figueiredo são as opções presidenciais do 'segundo grupo' (autor: Ricardo Amaral) - Folha de S.Paulo, 24 de março de 1989, caderno Diretas-89, página A-4
  23. Painel: O outro passageiro - Folha de S.Paulo, 1 de maio de 1989, caderno Política, página A-4
  24. Conheça os candidatos a prefeito de São Paulo - Folha de S.Paulo, 08 de agosto de 1988, caderno Política, página A-8
  25. TV gratuita nas eleições municipais faz reaparecer 'legendas de aluguel' - Folha de S.Paulo, 17 de julho de 1988, caderno Política, página A-5
  26. Justiça indefere candidatura de Marronzinho - Folha de S.Paulo, 06 de setembro de 1988, caderno Política, página A-6
  27. Justiça Eleitoral nega registro a 63 candidatos a vereador em SP - Folha de S.Paulo, 07 de setembro de 1988, caderno Política, página A-6
  28. Folha de S.Paulo, 28 de setembro de 1988, caderno Política, página A-5
  29. TSE decide que Marronzinho é ilegível - Folha de S.Paulo, 18 de outubro de 1988, caderno Política, página A-7
  30. Marronzinho consegue registro mesmo condenado - Folha de S.Paulo, 06 de novembro de 1989, caderno Diretas-89, página B-3
  31. Microcandidatos dizem que vão "surpreender" - Folha de S.Paulo, 11 de novembro de 1989, caderno Diretas-89, página B-2
  32. a b c Marronzinho foi condenado - Folha de S.Paulo, 11 de novembro de 1989, caderno Diretas-89, página B-2
  33. Marronzinho tira a tarja e rompe o 'suspense' - Folha de S.Paulo, 1 de outubro de 1989, caderno Diretas-89, página B-6
  34. Marronzinho resolve falar (autor: Nelson Sá) - Folha de S.Paulo, 19 de outubro de 1989, caderno Diretas-89, página B-4
  35. Folha de S.Paulo, 13 de novembro de 1989, caderno Diretas-89, página B-10
  36. Folha de S.Paulo, 23 de outubro de 1989, caderno Diretas-89, página B-4
  37. TSE extingue partidos considerados ilegais - Folha de S.Paulo, 13 de maio de 1990, caderno Política, página A-5
  38. TRE de Sergipe rejeita registro de Marronzinho - Folha de S.Paulo, 20 de agosto de 1990, caderno Política, página A-6

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