Marronzinho

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Marronzinho
Dados pessoais
Nome completo José Alcides de Oliveira
Nascimento 13 de janeiro de 1945 (76 anos)[1]
Maruim,  Sergipe[1]
Nacionalidade brasileiro
Progenitores Mãe: Maria Angelina de Oliveira
Pai: Simeão F. de Oliveira
Partido PTB (1981-1987)
PSP (1987-1989)
Profissão Jornalista

José Alcides de Oliveira, mais conhecido como Marronzinho (Maruim, 13 de janeiro de 1945), é uma figura da cena política do Brasil ao longo da década de 1980. Visto por muitos como uma figura autora de declarações controversas[nota 1][4][5], ficou conhecido por ter respondido a mais de 30 processos por calúnia e difamação, que impediram que ele concorresse a uma vaga de deputado federal para a Assembleia Constituinte, em 1986, e se candidatou a prefeito de São Paulo, em 1988. No entanto, conseguiu ser um dos 22 candidatos à Presidência da República Brasileira no pleito de 1989. No início da década de 1990, cumpriu pena por uma condenação de injúria e difamação, cometidos em 1985, contra o então candidato a prefeito Fernando Henrique Cardoso na eleição municipal de São Paulo daquele ano.[6][7]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Nasceu na cidade de Maruim, em Sergipe, em 13 de janeiro de 1945, filho de Simeão F. de Oliveira e Maria Angelina de Oliveira.[1]

Filiou-se no começo da década de 1980 ao PTB e se candidatou a vereador em Osasco em 1982. Um de seus primeiros desafetos foi Francisco Rossi, a quem acusou no jornal "A Voz", pertencente a Marronzinho (à época proprietário de uma empresa chamada A Voz Fepasa News Ltda), de agredir uma cantora contratada para aparecer em comícios de Rossi.[8] Desde julho de 1983, Marronzinho estava sendo processado pela Ferrovia Paulista S.A. por uso indevido da marca, no jornal "Fepasa News".[9][nota 2]

Não tendo conseguido se candidatar nas eleições municipais em São Paulo de 1985, Marronzinho apoiou e fez campanha para o candidato Jânio Quadros.[nota 3] Em outubro daquele ano, um suplemento do jornal "A Voz", de quatro páginas, o qual Marronzinho continuava como diretor responsável, circulava com pedido de voto a Jânio Quadros, estampando frases como "PMDB dá Aids, combata-o" e atribuindo ao candidato Fernando Henrique Cardoso (então do PMDB) a frase: "Vou perder porque o povo é ignorante, não sabe votar. Se fosse em Paris, eu ganharia."[9] Em novembro, a Polícia Federal prendeu 400 mil exemplares de uma nova edição do jornal, distribuído como material de campanha, que estampava a manchete: "Marronzinho confirma: Fernando Henrique é maconheiro".[nota 4] Preso, Marronzinho acabou liberado, mas foi indiciado e responderia inquérito por publicação inverídica contra partidos e candidatos, e calúnias, difamações e injúrias contra pessoas físicas.[nota 5] Ele também teria de dar explicações sobre as razões dele usar dois números de carteira de identidade e três números de CIC (atual CPF).[14]

Em 1986, Marronzinho rompeu com Jânio Quadros, se dizendo arrependido de tê-lo apoiado e de ter sido usado pelo prefeito eleito.[nota 6] Ainda filiado ao PTB, ele tentou se lançar como candidato a deputado federal para a Assembleia Constituinte, mas foi impugnado pela justiça federal por uma condenação anterior por sedução e desacato a autoridade.[18] Em um informe publicitário na imprensa, Marronzinho disse que estava sendo perseguido por "os corruptos, os ateus e os maconheiros" e acusou "forças ocultas" de quererem colocá-lo na cadeia "para impedir que um candidato de raízes populares, um real representante do povo, erga sua voz no Congresso Nacional, contra as arbitrariedades de as injustiças deste país."[1] Por causa das acusações pessoais contra Fernando Henrique Cardoso, foi condenado em 1987 a 12 meses de detenção e 180 dias de multa por calúnia, difamação e injúria pela comarca de Osasco (213ª Zona Eleitoral de São Paulo). No entanto, obteve a suspensão condicional da pena por dois anos.[6]

Em 1988, rompeu com o PTB para criar uma nova sigla, o Partido Social Progressista. No final de janeiro daquele ano, na condição de presidente do PSP, Marronzinho foi a estrela de um programa eleitoral obrigatório em rede nacional do seu partido e que foi alvo de críticas negativas.[nota 7][3][20] A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão e o banqueiro Amador Aguiar (do Bradesco) entraram com ações na Justiça para tentar impedir a transmissão do programa, mas o então ministro do Tribunal Superior Eleitoral Francisco Rezek indeferiu as solicitações.[nota 8] Duas emissoras do grupo Jornal do Brasil, de Nascimento Brito, recusaram-se a veiculá-lo.[nota 9] A repercussão negativa da atuação de Marronzinho em cadeia nacional levou lideranças partidárias no Congresso a discutirem um projeto para assegurar propaganda obrigatória apenas a partidos com representatividade política.[21] O PSP de Marronzinho conseguiu um registro provisório, obtido em 19 de maio de 1988.[22] O uso do nome do PSP incomodava os herdeiros do falecido político Adhemar de Barros, que fez carreira política em uma denominação partidária homônima.[nota 10] Ainda em 1988, Marronzinho tentou novamente uma candidatura, desta vez para a eleição municipal de São Paulo.[nota 11] Seu slogan para a campanha era "Vote em Marronzinho, da favela ao Ibirapuera".[25] No entanto, sua candidatura foi impugnada pelo Tribunal Regional Eleitoral paulista em 7 de setembro, e depois foi tornado ilegível pelo Tribunal Superior Eleitoral, porque Marronzinho tinha condenação anterior por crime contra administração pública (desacato à autoridade) durante a eleição municipal paulistana de 1985.[26][27][28][29] Em seu lugar, foi lançado Walter Zigrossi.

Em 1989, tentou obter registro para disputar a Eleição presidencial daquele ano. Mesmo condenado, em três instâncias, a um ano de prisão por crime eleitoral, Marronzinho foi o último dos 22 candidatos a presidência a obter registro do TSE, em 05 de setembro de 1989, embora os ministros do Tribunal se dissessem constrangidos em registrar a sua candidatura.[nota 12]

Dono de um jornal à época[22] e com 44 anos de idade, declarou-se proprietário de 11.200 alqueiretes de terra em Goiás e se autodefinia como "analfabeto inteligente".[31][32] Dizia que resolveria todos os problemas do país se acabasse com a seca, usando a Petrobrás para perfurar poços de água no Sertão brasileiro, em lugar de se preocupar com petróleo, romperia relações diplomáticas com a Suíça e confiscaria o dinheiro de brasileiros depositados em bancos daquele país.[32] Com um orçamento de campanha de 40 mil cruzados novos, Marronzinho tinha 30 segundos para se apresentar ao longo da campanha eleitoral obrigatória na televisão.[32] Ele passou boa parte do primeiro mês de sua propaganda com uma tarja preta na boca - usada supostamente para protestar contra o pouco tempo disponível - e com um locutor anunciando "ele vai falar".[nota 13][nota 14] No primeiro turno, Marronzinho obteve 238.425 votos, o que perfez 0,33% do total, e ficando na décima terceira colocação.

No começo da década de 1990, o TSE cassou o registro do PSP.[37] Mesmo com a extinção da legenda, Marronzinho tentou registrar candidatura a deputado federal pelo Sergipe para o pleito de 1990, mas teve seu pedido rejeitado por estar respondendo a processos em São Paulo.[38] Em setembro daquele ano, o TRE-SP determinou o cumprimento de mandado de prisão, expedido por juiz da 213ª Zona Eleitoral de São Paulo, pelos crimes de calúnia, difamação e injúria cometidos contra Fernando Henrique Cardoso em 1985.[7]

Abandonou a política e adotou a alcunha Jamo (acrônimo de José Alcides Marronzinho de Oliveira) Little Brown (marronzinho, em inglês), e dirigiu um jornal evangélico, de nome "Leia o Jornal", em Osasco.[carece de fontes?]

Atualmente, é pastor evangélico em Cabreúva (SP), município a 86 quilômetros de São Paulo, onde mora com a família, e afirma estar "à disposição do evangelho". O ex-candidato também se dedica a editar um pequeno jornal evangélico em Cabreúva, no qual, segundo ele, denuncia "os evangélicos que deixaram de ser pastor para serem deputados". Marronzinho se recuperou de um câncer de laringe há seis anos, mas perdeu 50% da capacidade de fala. Porém, continua em atividade. "Coloquei esse restinho de anos que ainda tenho para estar com o senhor Jesus Cristo."[39]

Notas

  1. "O PSP é dirigido tristemente pelo famoso Marronzinho"[2] "O absurdo do atual sistema de acesso dos partidos políticos ao rádio e à TV não necessita, a rigor, dos lamentáveis espetáculos de miséria intelectual recentemente divulgados(...) A poluição rádio-televisiva verificada nas últimas eleições para prefeitos e governadores configurou apenas o início deste processo. Este chegou ao extremo com o programa do recém-formado Partido Social Progressista (PSP) - sob o comando do seu presidente, José Alcides "Marronzinho" de Oliveira -, que agrediu o público com o mais estarrecedor repertório de grosserias, incontinências verbais, infantilidades programáticas, insultos e exemplos de desqualificação ética e intelectual."[3]
  2. Em 1985, o jornalista Antonio Martins Filho, da Folha de S.Paulo, disse que estava recebendo ameaças de morte através de telefonemas anônimos, acusando Marronzinho de ser o autor dessas ações, mas este negou as acusações em depoimento.[10]
  3. Como cabo eleitoral janista, certa vez, acusou jornalistas de tentarem "cubanizar o Brasil" a mando do PMDB, que lhes estaria pagando para apoiar Fernando Henrique Cardoso, a quem Marronzinho chamava de "candidato do Montoro que nasceu em Paris" e "comunista, rodeado de lésbicas".[11]
  4. Em outras acusações no jornal, do qual Marronzinho era o responsável pelos textos: "Fernando Henrique está cercado de 'gays' e viciados, a grande imprensa está sabendo, mas tem se omitido por um punhado de dólares", além de ataques a artistas que apoiavam o então senador, como "É do conhecimento de todos que Chico Buarque, além de comunista, é maconheiro. Caetano Veloso e Gilberto Gil tendem para o lado 'gay', além de serem maconheiros".[12]
  5. "Eu faço isso porque sou anticomunista", declarou Marronzinho antes de prestar depoimento a Polícia Federal, e prometeu que iria "provar" que FHC era "maconheiro e homossexual".[12][13][14] Já o comitê de campanha de Jânio Quadros negou envolvimento com os jornais e disse que eles eram usados para "embrulhar pacotes".[12][15] No entanto, jornalistas flagraram o tabloide sendo distribuídos a simpatizantes e cabos eleitorais na porta da casa de Jânio.[16]
  6. Marronzinho disse ter sido "usado por Jânio Quadros" e que quando escreveu sobre Fernando Henrique Cardoso, o fez "com participação e sob comando de Jânio", que aprovava os textos.[17]
  7. O PSP havia espalhado no início daquele mês mil outdoors pelo Estado de São Paulo para anunciar seu programa de rádio e TV em cadeia nacional, marcado para a noite do dia 28 de janeiro de 1988.[19]
  8. A Abert alegava que o PSP não tinha representantes no Congresso Nacional, enquanto o então presidente do Bradesco justificava que Marronzinho o atacaria pessoalmente, como já tinha feito no jornal "A Voz".[20]
  9. Em um dos trechos do programa, Marronzinho acusava a existência de "(...)um complô da grande imprensa contra mim e o partido. Estão tentando me transformar em um monstro, um marginal" [20]
  10. O então deputado Adhemar de Barros Filho acusava Marronzinho de surrupiar a antiga sigla do PSP.[23]
  11. Seu perfil o apresentava como um homem casado, com seis filhos, católico, de centro-direita, com segundo grau completo, proprietário de jornal, com rendimento mensal de 300 mil cruzados, declarava como bens uma fazenda e um sítio no interior de São Paulo, um imóvel em Osasco, um imóvel na Praia Grande, gráfica e editora. Como promessas, elegia como prioridade transporte gratuito, carretas com chuveiro e barbearia para dar assistência aos mendigos e transformar o Parque do Ibirapuera em orfanato. Propunha ainda limitar a circulação de veículos no centro de São Paulo e exigir do governo diminuição da migração do Nordeste com projetos de irrigação e diminuir as favelas.[24]
  12. O então presidente interino do TSE, Sydney Sanches, chegou a declarar que os legisladores deveriam ter previsto um caso do tipo "para não colocar o Tribunal em situação constrangedora."[30]
  13. A voz de Marronzinho foi ouvida pela pela primeira vez no dia 30 de setembro, quando ao término da apresentação e livre da tarja, ele disse: "não sou doutor, mas tenho essa ideia". A fala foi introduzida pela narração do locutor, que citava Roberto Marinho (das Organizações Globo), Victor Civita (do Grupo Abril), Otávio Frias (do Grupo Folha) e Nascimento Brito (do grupo Jornal do Brasil) como "cidadãos acima de qualquer suspeita" e que Marronzinho "não diz amém a esses cidadãos".[33]
  14. No dia 18 de outubro, finalmente rompeu o suspense, tirou a tarja e fez promessas de acabar com o vestibular, transformar o Nordeste num oásis, colocar as Forças Armadas nas ruas para acabar com a violência e fechar os bancos privados por seis meses. Prometeu que não haveria "um palmo de rua" sem a presença das Forças Armadas, declarando guerra a traficantes e estupradores e prometendo prendê-los em um navio-presídio que pretenderia criar se fosse eleito presidente.[34][35][36]

Referências

  1. a b c d Marronzinho, vítima de perseguições (informe publicitário) - Folha de S.Paulo, 27 de agosto de 1986, caderno Exterior, página 6
  2. Painel - Folha de S.Paulo, 23 de janeiro de 1988, caderno Política, página A-4
  3. a b Editorial:Insulto ao espectador - Folha de S.Paulo, 30 de janeiro de 1988, caderno Opinião, página A-2
  4. Plenário fica vazio depois do adiamento da votação - Folha de S.Paulo, 30 de janeiro de 1988, caderno Política, página A-4
  5. De nada a pior (autor: Marcelo Coelho) - Folha de S.Paulo, 1 de fevereiro de 1988, caderno Opinião, página A-2
  6. a b Capítulo dois (autor: Joyce Pascowitch) - Folha de S.Paulo, 24 de dezembro de 1987, caderno Ilustrada, página 42 Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome "FSP/24-DEZ-1987" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  7. a b TRE determina prisão de Marronzinho em SP - Folha de S.Paulo, 19 de setembro de 1990, caderno Eleições-1990, página 9
  8. Marronzinho faz defesa no Deops - Folha de S.Paulo, 28 de outubro de 1982, caderno Política, página 5
  9. a b Jânio participa no Brás de almoço com cerealistas - Folha de S.Paulo, 25 de outubro de 1985, caderno Política, página 6
  10. Repórter da Folha é ameaçado de morte - Folha de S.Paulo, 16 de fevereiro de 1985, caderno Geral, página 20
  11. Uma romaria de eleitores visita cada do candidato - Folha de S.Paulo, 17 de outubro de 1985, caderno Política, página 6
  12. a b c PF recolhe jornal que acusava Cardoso - Folha de S.Paulo, 6 de novembro de 1985, caderno Política, página 6
  13. Marronzinho será indiciado - Folha de S.Paulo, 7 de novembro de 1985, caderno Política, página 6
  14. a b Marronzinho é indiciado - Folha de S.Paulo, 9 de novembro de 1985, caderno Política, página 6
  15. Jânio afirma que não financiou publicação - Folha de S.Paulo, 7 de novembro de 1985, caderno Política, página 6
  16. Na casa do candidato, jornal é distribuído a eleitores - Folha de S.Paulo, 8 de novembro de 1985, caderno Política, página 6
  17. Marronzinho afirma que está arrependido e que foi "usado" por Jânio - Folha de S.Paulo, 28 de fevereiro de 1986, caderno Política, página 6
  18. Marronzinho pode ter candidatura impugnada - Folha de S.Paulo, 20 de agosto de 1986, caderno Política, página 6
  19. PSP volta as ruas de São Paulo - Folha de S.Paulo, 07 de janeiro de 1988, caderno Política, página A-8
  20. a b c TSE obriga telespectador a ver programa de Marronzinho - Folha de S.Paulo, 29 de janeiro de 1988, caderno Política, página A-4
  21. Painel - Folha de S.Paulo, 2 de fevereiro de 1988, caderno Política, página A-4
  22. a b Pelé e Figueiredo são as opções presidenciais do 'segundo grupo' (autor: Ricardo Amaral) - Folha de S.Paulo, 24 de março de 1989, caderno Diretas-89, página A-4
  23. Painel: O outro passageiro - Folha de S.Paulo, 1 de maio de 1989, caderno Política, página A-4
  24. Conheça os candidatos a prefeito de São Paulo - Folha de S.Paulo, 08 de agosto de 1988, caderno Política, página A-8
  25. TV gratuita nas eleições municipais faz reaparecer 'legendas de aluguel' - Folha de S.Paulo, 17 de julho de 1988, caderno Política, página A-5
  26. Justiça indefere candidatura de Marronzinho - Folha de S.Paulo, 06 de setembro de 1988, caderno Política, página A-6
  27. Justiça Eleitoral nega registro a 63 candidatos a vereador em SP - Folha de S.Paulo, 07 de setembro de 1988, caderno Política, página A-6
  28. Folha de S.Paulo, 28 de setembro de 1988, caderno Política, página A-5
  29. TSE decide que Marronzinho é ilegível - Folha de S.Paulo, 18 de outubro de 1988, caderno Política, página A-7
  30. Marronzinho consegue registro mesmo condenado - Folha de S.Paulo, 06 de novembro de 1989, caderno Diretas-89, página B-3
  31. Microcandidatos dizem que vão "surpreender" - Folha de S.Paulo, 11 de novembro de 1989, caderno Diretas-89, página B-2
  32. a b c Marronzinho foi condenado - Folha de S.Paulo, 11 de novembro de 1989, caderno Diretas-89, página B-2
  33. Marronzinho tira a tarja e rompe o 'suspense' - Folha de S.Paulo, 1 de outubro de 1989, caderno Diretas-89, página B-6
  34. Marronzinho resolve falar (autor: Nelson Sá) - Folha de S.Paulo, 19 de outubro de 1989, caderno Diretas-89, página B-4
  35. Folha de S.Paulo, 13 de novembro de 1989, caderno Diretas-89, página B-10
  36. Folha de S.Paulo, 23 de outubro de 1989, caderno Diretas-89, página B-4
  37. TSE extingue partidos considerados ilegais - Folha de S.Paulo, 13 de maio de 1990, caderno Política, página A-5
  38. TRE de Sergipe rejeita registro de Marronzinho - Folha de S.Paulo, 20 de agosto de 1990, caderno Política, página A-6
  39. «Dona de casa na Itália, pastor em SP, aspirante a deputado... por onde andam os 53 candidatos à Presidência que o Brasil teve desde 1989». G1. Consultado em 8 de dezembro de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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