Peter Handke

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Peter Handke
Peter Handke
Nascimento 6 de dezembro de 1942 (75 anos)
Griffen,  Áustria
Prémios Prémio Georg Büchner 1973 (doação devolvida em 1999)
Género literário Romance, conto
Movimento literário Pós-modernismo
Magnum opus A mulher canhota

Peter Handke (Griffen, Caríntia, Áustria, 6 de dezembro de 1942) é um escritor austríaco. É também autor de teatro, romances , poesia, argumentista e realizador de cinema.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Peter Handke foi marcado pela experiência materna, a mãe ao falecer em 1970, escreveu a impressionante Desgraça . A sua mãe tinha ido viver para Berlim para casa dos sogros, durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1948, com o seu marido e filhos abandonou o sector. O seu marido, sem papéis instalou-se na sua casa natal na Áustria. Os seus dois irmãos morreram durante a Segunda Guerra Mundial em combate. A mãe adorava-os e transmitiu a Handke a sua admiração: os três eram de origem eslovena - a população mais pobre da Áustria, e a Caríntia é uma região fronteiriça e Handke aprendeu a esloveno, logo com gosto e por decisão própria. Mais tarde viajara por lá muito sobre aquela região (escreverá sobre aquele país e traduziu mesmo alguns autores eslovenos para alemão . Em 1961, iniciou os seus estudos de Direito em Graz, cidade onde se envolverá no grupo literário Das Forum Stadtpark.

Publicou o seu primeiro romance em 1965, abandonando desta forma a universidade para abraçar a carreira literária. Handke viveu a seguir em Düsseldorf, Berlim, Paris, Salzburgo e nos Estados Unidos da América.

Hanke causou controvérsia pelas suas declarações anti-OTAN e a favor da Sérvia. Em Abril de 1999 voltou a reafirmar a sua oposição à política belicista da OTAN e aos ataques a Belgrado.

Realizou filmes e foi roteirista para o filme de Wim Wenders Die Angst des Tormanns beim Elfmeter (A Angústia do guarda-redes antes do penalty).

Obras[editar | editar código-fonte]

De 1966 a 1987 De 1988 até à atualidade
  • Die Hornissen, Roman, 1966
  • Der Jasager und der Neinsager 1966 uraufgeführt unter der Regie von Günther Büch, Theater Oberhausen
  • Weissagung und Selbstbezichtigung 1966 uraufgeführt unter der Regie von Günther Büch, Theater Oberhausen
  • Publikumsbeschimpfung und andere Sprechstücke, 1966, uraufgeführt unter der Regie von Claus Peymann
  • Begrüßung des Aufsichtsrates, 1967
  • Der Hausierer, 1967
  • Kaspar, 1967, uraufgeführt am 11. Mai 1968 am Theater Oberhausen unter Regie von Günther Büch
  • Deutsche Gedichte, 1969
  • Die Innenwelt der Außenwelt der Innenwelt, 1969
  • Prosa, Gedichte, Theaterstücke, Hörspiele, Aufsätze, 1969
  • Das Mündel will Vormund sein, Regie: Claus Peymann, Theater am Turm, 1969
  • A angústia do guarda-redes antes do Penalty - no original Die Angst des Tormanns beim Elfmeter, 1970, filmado por Wim Wenders, ORF, WDR, 1972
  • Geschichten aus dem Wienerwald von Ödön von Horvath, Nacherzählung, 1970
  • Wind und Meer. Vier Hörspiele, 1970
  • Chronik der laufenden Ereignisse, 1971
  • Der Ritt über den Bodensee, 1971
  • Der kurze Brief zum langen Abschied, 1972
  • Ich bin ein Bewohner des Elfenbeinturms, 1972
  • Stücke 1, 1972
  • Wunschloses Unglück, 1972
  • Die Unvernünftigen sterben aus, 1973, Regie: Horst Zankl, Zurique: Theater am Neumarkt, 1974
  • Stücke 2, 1973
  • Als das Wünschen noch geholfen hat. Gedichte, Aufsätze, Texte, Fotos, 1974
  • Der Rand der Wörter. Erzählungen, Gedichte, Stücke, 1975
  • Die Stunde der wahren Empfindung, 1975
  • Falsche Bewegung, 1975, roteiro adaptado de obra de Goethe
  • Die linkshändige Frau, 1976, verfilmt 1977
  • Das Ende des Flanierens. Gedichte, 1977
  • Das Gewicht der Welt. Ein Journal, 1977
  • Langsame Heimkehr, 1979
  • Die Lehre der Sainte-Victoire, 1980
  • Über die Dörfer, 1981
  • Kindergeschichte, 1981
  • Die Geschichte des Bleistifts, 1982
  • O Chinês da Dor - no original Der Chinese des Schmerzes, 1983
  • Phantasien der Wiederholung, 1983
  • Die Wiederholung, 1986
  • Der Himmel über Berlin, mit Wim Wenders, 1987
  • Die Abwesenheit. Ein Märchen, 1987, verfilmt in der Regie des Autors 1992
  • Gedichte, 1987
  • Nachmittag eines Schriftstellers, 1987



  • Das Spiel vom Fragen oder Die Reise zum sonoren Land, 1989
  • Versuch über die Müdigkeit, 1989
  • Noch einmal für Thukydides, 1990
  • Versuch über die Jukebox, 1990
  • Shakespeare: Das Wintermärchen, 1991, Übersetzung
  • Abschied des Träumers vom Neunten Land, 1991
  • Versuch über den geglückten Tag. Ein Wintertagtraum, 1991
  • Die Stunde, da wir nichts voneinander wußten. Ein Schauspiel, 1992, Uraufführung unter der Regie von Claus Peymann, Wien, Burgtheater, 1992
  • Die Theaterstücke, 1992
  • Drei Versuche. Versuch über die Müdigkeit. Versuch über die Jukebox. Versuch über den geglückten Tag, 1992
  • Langsam im Schatten. Gesammelte Verzettelungen 1980-1992, 1992
  • Die Kunst des Fragens, 1994
  • Mein Jahr in der Niemandsbucht. Ein Märchen aus den neuen Zeiten, 1994
  • Eine winterliche Reise zu den Flüssen Donau, Save, Morawa und Drina oder Gerechtigkeit für Serbien, 1996
  • Sommerlicher Nachtrag zu einer winterlichen Reise, 1996
  • Zurüstungen für die Unsterblichkeit. Königsdrama, Regie: Claus Peymann, Wien, Burgtheater, 1997
  • In einer dunklen Nacht ging ich aus meinem stillen Haus, 1997
  • Am Felsfenster morgens. Und andere Ortszeiten 1982 - 1987, 1998
  • Ein Wortland. Eine Reise durch Kärnten, Slowenien, Friaul, Istrien und Dalmatien mit Liesl Ponger, 1998
  • Die Fahrt im Einbaum oder Das Stück zum Film vom Krieg, 1999, Uraufführung am Wiener Burgtheater
  • Lucie im Wald mit den Dingsda. Mit 11 Skizzen des Autors, 1999
  • Unter Tränen fragend. Nachträgliche Aufzeichnungen von zwei Jugoslawien-Durchquerungen im Krieg, März und April 1999, 2000
  • Der Bildverlust oder Durch die Sierra de Gredos, 2002
  • Mündliches und Schriftliches. Zu Büchern, Bildern und Filmen 1992-2000, 2002
  • Rund um das Große Tribunal, 2003
  • Untertagblues. Ein Stationendrama, 2003
  • Warum eine Küche? (frz./dt.), 2003
  • Sophokles: Ödipus auf Kolonos, 2003, Übersetzung
  • Don Juan (erzählt von ihm selbst), 2004
  • Die Tablas von Daimiel, 2005
  • Gestern unterwegs. Aufzeichnungen November 1987 bis Juli 1990, 2005
  • Spuren der Verirrten, 2006
  • Kali. Eine Vorwintergeschichte, 2007
  • Leben ohne Poesie. Gedichte, 2007
  • Meine Ortstafeln. Meine Zeittafeln. Essays 1967-2007, 2007
  • Die morawische Nacht. Erzählung, 2008
  • Bis dass der Tag euch scheidet oder Eine Frage des Lichts, Lesung in Salzburg 2008
  • Versuch über die Müdigkeit, 2008

Fontes[editar | editar código-fonte]

  • Peter Hamm, Es leben die Illusionen, Gotinga, Wallstein, 2006, entrevista con P.H.
  • W. G. Sebald, Pútrida patria, Barcelona, Anagrama, 2005, partes I-5 y II-6.
  • W. G. Sebald, Campo Santo, Barcelona, Anagrama, 2007, II-1.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]