Tina de Mesmer

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Tina de Mesmer, Baquet ou Celha mesmérica é uma forma de magneto o qual Dr Mesmer muito utilizou em seu consultório em Paris.

Constituição da Tina[editar | editar código-fonte]

A Tina de Mesmer é um cilindro de carvalho , com tampa, esta com buracos dos quais hastes metálicas são expostas para entrar em contato com os doentes[1]. Na parte inferior da Tina havia uma camada de vidro sinterizado e limalha de ferro , como base havia um alinhamento de garrafas cheias e simetricamente alojada, algumas apontando em direção ao centro, outros para a periferia, além de uma Garrafa de Leiden[2]. Os objetos eram utilizados apenas como condutores da ação do magnetizador.

Gravura sobre a utilização da Tina de Mesmer em tratamento
Tina de Mesmer
Tina de Mesmer.jpg
Legenda:
1 Dispositivo de condução magnética | 2 Sino duplo | 3 Dispositivo de condução eletrica | 4 Anel de corda| 5 Palha de isolamento elétrico | 6 Garrafas de isolamento | B-Garrafa de Leiden

Seu uso transitório

Mesmer descrevia como transitório, e até irrelevante, o uso da tina em sua terapia. A tina reduzia relativamente seu problema causado pela falta de espaço em sua clínica em Paris na praça Vendôme.

Como usá-la[editar | editar código-fonte]

O Marquês de Puységur afirmou, que a tina, sem a ajuda do magnetizador, nada mais era do que um acessório de tratamento mesmérico, pois que seu efeito do , muito secundário, é primeiramente o de manter um movimento já impresso do que imprimir um por si mesma. Determinando:

Uma paródia da Tina de Mesmer, pelo pioneiro diretor de cinema Georges Méliès, 1905. (No original, (em francês), Le baquet de Mesmer)

Relato na atualidade[editar | editar código-fonte]

Em abril de 1991 a revista trouxe a luz um artigo comentando sobre "A caixa polêmica de Mesmer"[5] comentando:

Atualmente, com realizações de pesquisas as associações Christian Science e Novo Pensamento têm conseguido resultados idênticos aos realizados naquela época por Mesmer[3].

Ver Também[editar | editar código-fonte]

Notas e referências[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. (em inglês) RAMSEY, William, The life and letters of Joseph Black, 1918, p. 84-85.
  2. BINET, Alfred e Charles Féré, Le Magnétisme Animal, 1887, p. 6
  3. a b O domínio de si mesmo, Celha de mesmer Visitado em 07/03/2015.
  4. PUYSÉGUR, Armand Marie Jacques de Chastenet de,Mémoires pour servir à l'histoire et à l'établissement du magnétisme animal, 1784 ISBN 2911416805
  5. Super Abril.com. (Abril 1991). «A caixa polêmica de Mesmer». Super Abril.com. Consultado em 7 de março de 2015 
  6. Revista Super Interessante, Abril 1991, Ed. Abril