Wilmar Roldán

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Wilmar Roldán
Nome completo Wilmar Alexander Roldán Pérez
Nascimento 24 de janeiro de 1980 (38 anos)
Remedios, Colômbia
Nacionalidade colombiano
Filiação FCF
Árbitro FIFA 2008–

Wilmar Alexander Roldán Pérez (Remedios, 24 de janeiro de 1980) é um árbitro de futebol colombiano.

Carreira[editar | editar código-fonte]

A primeira vez que atuou como árbitro foi logo aos 14 anos de idade, em torneios locais e regionais. Devido à sua personalidade forte, muitas pessoas passaram a chamá-lo de "O Castrilli do nordeste de Antioquia", devido também ao estilo parecido de apitar com o famoso árbitro argentino Javier Castrilli. Em 23 de fevereiro de 2003, apitou sua primeira partida oficial no Campeonato Colombiano de Futebol entre Millionarios e Once Caldas. Em janeiro de 2008, aos 28 anos de idade, conseguiu se tornar um árbitro FIFA. Tornou-se também um dos mais novos árbitros a apitar uma partida da Copa Libertadores da América, quando apitou a primeira partida da fase quartas-de-final da Libertadores de 2008 entre Boca Juniors (ARG) e Atlas (MEX). Em 2012 arbitrou o segundo jogo da Final da Copa Libertadores, entre Corinthians e Boca Juniors. Em 2013 foi selecionado para apitar jogos do Mundial Sub-20 na Turquia e novamente o segundo jogo da Final da Copa Libertadores em que Atlético Mineiro e Olimpia disputaram o título.

Participou da Copa do Mundo FIFA de 2014 em duas partidas: México 1–0 Camarões (Grupo A) e Coreia do Sul 2–4 Argélia (Grupo H). Em 2015 mediou a final da Copa América de 2015.

VAR - Árbitro Assistente de Vídeo[editar | editar código-fonte]

Mesmo sendo um sistema recente, o árbitro Wilmar Roldán já se envolveu em diversas polêmicas com o VAR (árbitro assistente de vídeo - video assistant referee em inglês).

A atuação do árbitro foi evidentemente prejudicial ao River Plate na semifinal da Copa Libertadores de 2017 contra o Lanús. O árbitro deixou de marcar pênalti claro a favor do River Plate[1] (em lance em que o defensor do Lanús deu um tapa na bola dentro da área) no primeiro tempo, recusando-se a consultar o VAR. No segundo tempo, marcou pênalti a favor do Lanús valendo-se do VAR.

O árbitro já havia se envolvido em escândalo em uma partida que envolveu os selecionados camaronês e alemão, válida pela Copa das Confederações de 2017. Após consultar o VAR, Wilmar Roldán expulsou o atleta errado, que sequer estava envolvido na jogada[2].

A mais recente polêmica do árbitro com o VAR se deu na final da Copa Sul-Americana de 2017, partida em que Wilmar Roldán assinalou pênalti polêmico após sutil contato de Cuéllar em Meza. No segundo tempo, Wilmar Roldán se recusou a consultar o VAR, ficando assim por marcar pênalti claro em Lucas Paquetá, que foi claramente empurrado para baixo após driblar o zagueiro adversário[3] (se convertido, a partida caminharia para a prorrogação).

Outras Polêmicas[editar | editar código-fonte]

Por duas vezes, ambas em partidas envolvendo o São Paulo F. C., o árbitro Wilmar Roldán se envolveu em polêmicas[4]. Na primeira delas (em 2011), o lateral-esquerdo Juan afirmou ter sido ofendido pelo árbitro (que o teria chamado de "macaco"). Já na segunda, em 2013, o atacante Luis Fabiano (que havia sido titular da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2010) afirmou ter sofrido uma série de injúrias de mesma ordem durante a partida, tendo Wilmar Roldán sido conivente com a prática.

Em decorrência das polêmicas, Wilmar Roldán não foi considerado uma opção adequada para arbitrar a final da Copa Sul-Americana de 2017, envolvendo C. R. Flamengo e C. A. Independiente. Além de o Flamengo ter como mascote o urubu (derivado de alcunha pejorativa[5]), houve documentadas injúrias dos torcedores do Independiente contra os flamenguistas na partida de ida, apenas uma semana antes daquele jogo para o qual Wilmar Roldán foi indevidamente escalado. O incidente ensejou a emissão de nota oficial pela equipe argentina, desculpando-se pelo ocorrido[6].

Ligações externas[editar | editar código-fonte]