A-10 Thunderbolt II

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Fairchild Republic A-10 Thunderbolt II
Descrição
Fabricante Fairchild Republic Co.
Entrada em serviço março de 1976
Missão versão A-10: Suporte aéreo / versão OA-10: posto de observação de primeira linha
Tripulação 1(Piloto)
Dimensões
Comprimento 16.16 m
Envergadura 17.42 m
Altura 4,42 m
Área (asas) 17,42 m²
Peso
Tara 11.321 kg
Peso bruto máximo 22,950 kg
Propulsão
Motores 2x General Electric TF34-GE-100
Performance
Velocidade máxima 675 km/h (Mach 0.56)
Alcance 1287 km
Tecto máximo 13,636 m
Armamento
Metralhadoras 1x 30 mm GAU-8/A Gatling gun
Mísseis/Bombas 16,000 lb (7,200 kg) de armamento variado, 1 Canhão GAU/8-A 30mm giratório de sete barris 1.000 disparos,AR-AR 2 AIM-9 Sidewinder, AR Solo AGM-65 Maverick (todos os tipos); Foguetes LAU-68; AGM-84 Harpoon; Durandal; Quad Hellfire; AGM-88 Harm; GBU-10 Paveway; GBU12 Paveway; GBU16; GBU-24 Paveway III; MK-82 e MK-84.

O A/OA-10 Thunderbolt II foi o primeiro avião norte-americano de combate produzido especialmente para suporte aéreo próximo de forças terrestres. Este caça tem uma excelente maneabilidade a baixas altitudes e velocidades, consituindo numa plataforma de ataque com uma ótima fiabilidade, podendo atacar alvos terrestres como edifícios, Carro de combate, infantaria ou outros veículos.[1]

Operações[editar | editar código-fonte]

A inclusão do A-10 na frota aérea não foi bem acolhida pela Força Aérea dos Estados Unidos, que sempre apostou em bombardeiros de grande altitude e os caças de alta performance F-15 e F-16 e se mostrava determinada em delegar o apoio aéreo a helicópteros. O A-10 projectava-se, no entanto, para missões de baixa altitude, lentas, notadamente contra blindados soviéticos estacionados na Europa Oriental.

Este avião provou o seu mérito durante a Guerra do Golfo em 1991, destruindo mais de 1.000 blindados, 2.000 outros veículos militares, e 1.200 peças de artilharia. As baixas foram de apenas 5 aviões, um número bastante inferior ao estimado pelos militares.

Campanhas[editar | editar código-fonte]

Em 1999 o A-10 volta a ser utilizado na Guerra do Kosovo, mais tarde durante a invasão do Afeganistão em 2001 desde a base em Bagram, incluindo a operação Anaconda em Março de 2002, e a Guerra do Iraque de 2003. Nesta última apenas foram utilizados sessenta unidades, sendo destruída apenas uma, perto de do Aeroporto Internacional de Bagdad, já no final da campanha.

O A-10 está projetado para permanecer ao serviço até 2028, quando será possivelmente substituído pelo F-35. Em 2005 a frota de A-10 irá dispor de actualizações ao nível do FCM, ECM e da possibilidade de ser armado com bombas inteligentes. Porém, este avião pode permanecer ao serviço indefinidamente devido ao baixo custo e características únicas que o F-35 não poderá incluir, como a metralhadora e a baixa velocidade.[2]

Armamento[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Força Aérea dos Estados Unidos. Visitado em 2 de Abril de 2013.
  2. Wetzel, Gary. A-10 Thunderbolt II Units of Operation Enduring Freedom 2002-07 (em inglês). 1. ed. Estados Unidos: Osprey Publishing, 2013. 96 pp. 1 vols. vol. 1. ISBN 978-1780963044.


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