Aeroclube Plaza Show

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O Aeroclube Plaza Show é um centro comercial de Salvador (Bahia), localizado na avenida Otávio Mangabeira, entre bairros da Boca do Rio e Jardim Armação. Foi inaugurado em 21 de outubro de 1999. É o primeiro shopping "aberto", ao ar livre, de Salvador, porém está em uma situação delicada, com várias lojas fechando.

A partir de um investimento da ordem de 50 milhões de reais, foi construído o maior Festival Center da América Latina em uma área de 28 mil metros quadrados à beira-mar. Esse empreendimento gerou 10 mil empregos diretos e indiretos, através de cerca de 140 operações dentre restaurantes, cafés, lojas, serviços, farmácias, agência de turismo, bancos, ópticas e joalheria. Possui ainda um complexo cinematográfico da UCI Cinemas (ainda em atividade), a casa de shows noturna Rock in Rio Café, o restaurante temático Café Cancun, a academia Hangar 45, as diversões e os jogos eletrônicos do Magic Games e o Boliche Aeroclube e as lojas de vendas de abadás para os blocos do Carnaval de Salvador Central do Carnaval e Axé Mix.

Índice

[editar] Situação atual

O Shopping, hoje chamado Aeroclube Shopping & Office, é mantido pelo Consórcio Parques Urbanos, e tem, atualmente, 31 estabelecimentos em funcionamento, entre lojas e escritórios, e gera cerca de 2.000 empregos. Após a revitalização, o novo shopping trará benefícios para a cidade, como a valorização da orla marítima e a geração de mais 7 mil empregos diretos, além de arrecadação de impostos.

[editar] Questões judiciais

Em 2006, motivada pelo declínio do público freqüentador, a administração do Aeroclube iniciou uma campanha de revitalização, em consenso com os empreendedores e lojistas do Shopping. A proposta foi aprovada na Câmara dos Vereadores de Salvador, através de uma lei que permitia a revitalização do empreendimento.

Em janeiro de 2008, a Justiça embargou as obras, em razão de uma ação pública movida pelo advogado Celson Ricardo. Este mesmo advogado dizia estar, também, representando os interesses da comunidade da Boca do Rio. A ação questionava principalmente a necessidade de autorização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) para a obras de reforma, em face do tombamento da paisagem à frente do Aeroclube (Praia do Chego Nego a Piatã). Sem questionar o tombamento (discutível em face da mudança de interpretação do IPHAN, que resultou no extremo aumento da paisagem tombada – de Praia do Chego Nego e Piatã, para Praia do Chega Nego a Piatã), o Aeroclube solicitou autorização ao IPHAN. Após atender todas as exigências e condicionantes deste órgão, o Aeroclube obteve a autorização necessária para a reforma e revitalização do empreendimento.

Em 2010, a Justiça Federal da Bahia, em primeiro grau, proferiu sentença totalmente favorável ao Aeroclube. Nesta sentença, a Justiça Federal rejeitou todas as alegações do Autor Popular, o advogado Celson Ricardo, evidenciando que o empreendimento atendia as condições necessárias para retomar as obras de reforma e revitalização. A questão do desembargo da obra depende, ainda, da posição do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

[editar] Sobre a comunidade da Boca do Rio

Os membros da comunidade da Boca do Rio que apoiavam o Celson Ricardo (e o constituíram como advogado para propor ação contra o Aeroclube) voltaram atrás na ação e revogaram, em novembro de 2010, o mandato de procuração concedida ao advogado, que já foi formalmente notificado.

[editar] Bibliografia

[editar] Ver também

[editar] Ligações externas

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