Alpinópolis

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Município de Alpinópolis
Igreja matriz de Alpinópolis

Igreja matriz de Alpinópolis
Bandeira de Alpinópolis
Brasão de Alpinópolis
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 17 de dezembro de 1938
Gentílico alpinopolense
Prefeito(a) Júlio César Bueno Silva (PTB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Alpinópolis
Localização de Alpinópolis em Minas Gerais
Alpinópolis está localizado em: Brasil
Alpinópolis
Localização de Alpinópolis no Brasil
20° 51' 50" S 46° 23' 16" O20° 51' 50" S 46° 23' 16" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Sul/Sudoeste de Minas IBGE/2008[1]
Microrregião Passos IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes São João Batista do Glória, Passos, Bom Jesus da Penha, Nova Resende, Carmo do Rio Claro, São José da Barra
Distância até a capital 320 km
Características geográficas
Área 458,976 km² [2]
População 18 490 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 40,29 hab./km²
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,779 alto PNUD/2000[4]
PIB R$ 210 359,786 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 11 379,41 IBGE/2008[5]
Página oficial

Alpinópolis é um município brasileiro do Estado de Minas Gerais. Na região é mais conhecida pelo seu antigo nome "Ventania". De acordo com o censo realizado pelo IBGE em 2010, sua população é de 18.490 habitantes.[3]

História[editar | editar código-fonte]

Procedente de Carmo da Cachoeira, em 1805, chega às paragens da atual Alpinópolis o Alferes José Justiniano dos Reis, acompanhado de sua munher Ana Teodora de Figueiredo, de apelido "Dona Indá", filha do Capitão-Mor José Álvares de Figueiredo, o fundador de Boa Esperança e de sua mulher Maria Vilela do Espírito Santo, esta neta de Júlia Maria da Caridade, a segunda Ilhoa. O casal já tinha, a esta altura, cinco filhos: Manuel Justiniano dos Reis, Maria Justiniana dos Reis, Inocência Teodora de Figueiredo, Bernardino José dos Reis e José Justiniano dos Reis Júnior. Em 1806, o Alferes José Justiniano dos Reis manda edificar nas terras da Fazenda Ventania (assim denominada por estar próxima à Serra da Ventania) uma capela cujo orago foi o mártir São Sebastião. Tais terras estavam no teritório de Jacuí, e foram adquiridas pelo Alferes por compra feita de Mariana Lourença de Oliveira, mulher de Januário Garcia Leal. Em 12 de agosto de 1807, o casal José Justiniano dos Reis e Ana Teodora de Figueiredo assinaram o termo de doação para constituição do patrimônio da capela. José Justiniano dos Reis faleceu em 1809 e a viúva, Dona Indá é quem passou a conduzir os destinos do arraial. José Justiniano dos Reis e Dona Indá são considerados os fundadores de Alpinópolis. A Freguesia passou a se chamar Alpinópolis em 1914, pela Lei nº 622 de 18 de setembro do mesmo ano. O nome anterior era São Sebastião da Ventania; Ventania ainda é o nome preferido de todos os habitantes desta encantadora e hospitaleira cidade, e também como ela é identificada em toda a região. Está situada a uma altitude de 900 m, ao sopé da serra. Daí o nome Alpinópolis. A emancipação ocorreu em 1938 pelo Decreto Lei nº 148, de 17 de dezembro de 1938. A instalação do município ocorre em 1º de janeiro de 1939, desvinculando-se definitivamente de Nova Resende, sendo que Antônio Herculano dos Reis foi eleito o primeiro prefeito .[6]

Com uma população em torno dos 18 mil habitantes e uma área territorial de 459 quilômetros quadrados, a cidade de Alpinópolis tem o privilégio de estar numa das regiões mais prósperas do Estado. Além de ter uma economia bastante diversificada. A cidade tem se tornado cada vez mais conhecida nacionalmente através do Monte das Oliveiras, que é um espaço construído a céu aberto destinado à meditação, apresentações e excursões com finalidade religiosa (ecumênica).

Vista a partir do Montes das Oliveiras.

,

Praça da Matriz em 1967.

Atrativos turísticos[editar | editar código-fonte]

  • Monte das Oliveiras - construído como uma réplica do Monte das Oliveiras e onde , na Semana Santa, são encenadas as cerimônias com artistas da região.
Monte das Oliveiras.
  • Cachoeiras da Serra da Ventania - lugar de lazer, Porem no Momento Recebe a rede de esgoto de parte do município impossibilitando o uso de suas águas pela População local.
  • Serras em Torno da Cidade - Lugares Muito Frequentados Principalmente Por jovens Para pratica de camping.
  • Parque Água Viva.

Casarões antigos[editar | editar código-fonte]

A Fazenda Quilombo, construída por escravos, às margens direita da rodovia BR-265 km 538, entre as cidades de Alpinópolis e Carmo do Rio Claro, Latitude e Longitude -20.893446, -46.330433, distante 9 km da séde do Município. Este maravilhoso patrimônio passou por várias gerações abaixo, onde ficaram gravadas belas recordações. Não se sabe quem construiu a Fazenda Quilombo, o atual proprietário tem um documento datado de 1912 do qual pertencia a Joaquim Bento de Carvalho, natural da cidade Carmo do Rio Claro e sua esposa Maria Cristina de Oliveira Carvalho (Dinha) natural de São Sebastião da Ventania (hoje Alpinópolis). É provável que a Fazenda Quilombo tenha sido construída por algum parente de Joaquim ou sua esposa. Foi vendida ao genro Thomé Vilela dos Reis casada com Maria Silvéria de Carvalho Vilela (Mariquinha). Thomé vendeu também ao seu genro José de Oliveira Lemos (Sô Zeca) casado com Francisca Silvéria Lemos (Donda), com a morte de Donda passou para seu filho Antonio de Oliveira Sobrinho (Antonio do Sô Zeca), e hoje pertence ao seu neto Valdomiro Paim de Oliveira (Miro). A Fazenda foi recentemente reformada, graças ao carinho dedicado pelo Miro, mas não está exposta à visitação.

Fazenda Quilombo

Igreja Católica[editar | editar código-fonte]

A Igreja cátolica da Cidade Promove Durante o ano Variadas Festas em Louvores aos Santos da Igreja Catolica. Teve destaque o Padre Ubirajara Cabral, que promoveu várias obras importantes para a Cidade, tais como Colégio, Hospital e várias outras obras de caráter social. Devido a importâcia da Igreja Católica na construção da cidade desde seu nascimento, o censo 2012 apontou que o número de católicos chega a 89,9% sendo a cidade com maior número de católicos da Diocese de Guaxupé.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. a b Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
  6. LOPES, JOSÉ IGLAIR. "História de Alpinópolis"

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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