Curcumina

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Curcumin[1]
Alerta sobre risco à saúde
Curcumin-enol.png
Nome IUPAC (1E,6E)-1,7-bis (4-hydroxy-
3-methoxyphenyl) -1,6-
heptadiene-3,5-dione
Outros nomes curcumin
diferuloylmethane
C.I. 75300
Natural Yellow 3
Identificadores
Número CAS 458-37-7
SMILES
Propriedades
Fórmula molecular C21H20O6
Massa molar 368.38 g/mol
Aparência Bright yellow-orange powder
Ponto de fusão

183 °C (361 K)

Compostos relacionados
Compostos relacionados Ácido cinâmico (ácido (E)-3-fenil-2-propenoico; possível precursor na biossíntese da curcumina)
Excepto onde denotado, os dados referem-se a
materiais sob condições PTN

Referências e avisos gerais sobre esta caixa.
Alerta sobre risco à saúde.

A curcumina é um pigmento que ocorre naturalmente e que faz parte de um componente activo do açafrão-da-Índia (Curcuma longa). É utilizado como um estimulante aromático suave utilizado na produção do caril em pó, que confere ao açafrão-da-índia a sua cor amarela. É utilizado como um corante natural para alimentos, com o código de aditivo alimentar E100.

A curcumina está presente em 2 a 5% do açafrão-da-Índia. Foi isolada pela primeira vez por Vogel em 1842, é um pó insolúvel na água e no éter etílico, mas solúvel no etanol e no DMSO. A sua estrutura foi descrita por Lampe e Milobedeska em 1910 e quimicamente é um diferoilmetano com a fórmula C21H20O6 e peso molecular 368,4 .

O corante comercial encontrado no mercado contém três cucurminoides que lhe conferem a cor amarelo alaranjada típica: a curcumina (77%), a demetoxicurcumina (17%) e a bisdemetoxicurcumina (3%).[2]

A curcumina contem uma mistura de antioxidantes fitonutrientes fortes, conhecidos como os curcuminoides, e que tem sido descrita como tendo propriedades anti inflamatórios; também é conhecido por ser bom para o fígado. Considerando o facto da sua origem vegetal, é apropriada para o consumo de vegetarianos. Diversos estudos buscaram sua eficácia na prevenção de cânceres de mama, cavidade oral, estômago, esôfago, intestino, cólon, pulmão e figado.[2] Em descoberta no ano de 2009 ficou compravado o seu grande poder na cura de câncer de esôfago.

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. (2014) "The effect of the water on the curcumin tautomerism: A quantitative approach". Spectrochimica Acta 132A (1): 815–820. DOI:10.1016/j.saa.2014.05.096.
  2. a b José de Felippe Junior; Curcumina e Câncer : antiproliferativo, antiapoptótico, antiangiogênico e antimetastático - www.portaleducacao.com.br