Eugène Ionesco
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Eugène Ionesco (Slatina, Roménia, 26 de Novembro de 1912 — Paris, 28 de Março de 1994) foi um dos maiores patafísicos e dramaturgos do teatro do absurdo. Para lá de ridicularizar as situações mais banais, as peças de Ionesco retratam de uma forma tangível a solidão do ser humano e a insignificância da sua existência.
Filho de pai romeno e mãe francesa, Ionesco passou a maior parte da infância na França, mas no princípio da adolescência regressou à Roménia onde se formou como professor de francês e casou em 1936. Em 1928, na Universidade de Bucareste, conheceu Emile Cioran e Mircea Eliade, e os três tornaram-se amigos de toda a vida.
Regressou à França em 1938 para concluir a sua tese de doutoramento. Apanhado pela eclosão da guerra, em 1939, Ionesco permaneceu em França, acabando por revelar-se escritor de talento. Foi eleito membro da Académie Française em 1970.
Morreu aos 81 anos e está sepultado no Cemitério do Montparnasse, em Paris.
Índice |
[editar] Obra
[editar] Teatro
- La Cantatrice chauve (1950)
- Les Salutations (1950)
- La Leçon (1951)
- Les Chaises (1952)
- Le Maître (1953)
- Victimes du devoir (1953)
- La Jeune Fille à marier (1953)
- Amédée ou comment s'en débarrasser (1954)
- Jacques ou la soumission (1955)
- Le Nouveau Locataire (1955)
- Le Tableau (1955)
- L'Impromptu de l'Alma (1956)
- L'avenir est dans les œufs (1957)
- Tueur sans gages (1959)
- Scène à quatre (1959)
- Apprendre à marcher (1960)
- Rhinocéros (1960)
- Délire à deux (1962)
- Le Roi se meurt (1962)
- Le Piéton de l'air (1963)
- La Soif et la Faim (1965)
- La Lacune (1966)
- Jeux de massacre (1970)
- Macbett (1972)
- L'Homme aux valises (1975)
- Voyage chez les morts
[editar] Ensaios
- La Tragédie du langage (1958)
- Expérience du théâtre (1958)
- Discours sur l'avant-garde (1959)
- Notes et contre-notes (1962)
- Découvertes (1969)
- Antidotes (1977)
- La Quête intermittente (1988)
[editar] Romances

