Maria Teresa Horta

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Maria Teresa Horta
Nascimento 20 de Maio de 1937 (76 anos)
Lisboa
Nacionalidade Portugal Portuguesa
Ocupação Escritora, poeta, jornalista
Principais trabalhos Novas Cartas Portuguesas (em colaboração); Minha Senhora de Mim; A Mãe na Literatura Portuguesa

Maria Teresa Mascarenhas Horta GOIH (Lisboa, 20 de Maio de 1937) é uma escritora e poetisa portuguesa.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filha de Jorge Augusto da Silva Horta, 5.º Bastonário da Ordem dos Médicos de 1956 a 1961, e de sua primeira mulher D. Carlota Maria Mascarenhas - a qual era neta paterna, por bastardia, do 9.º Marquês de Fronteira, 10.º Conde da Torre, Representante do Título de Conde de Coculim, 7.º Marquês de Alorna e 11.º Conde de Assumar, ele próprio também filho natural - é oriunda, pelo lado materno, de uma família da alta aristocracia portuguesa, contando entre os seus antepassados a célebre poetisa Marquesa de Alorna.

Estudou na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Dedicou-se ao cine-clubismo, como dirigente do ABC Cine-Clube, ao jornalismo e à questão do feminismo tendo feito parte do Movimento Feminista de Portugal juntamente com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, as Três Marias. Em conjunto lançaram o livro "Novas Cartas Portuguesas", que, na época, gerou forte impacto e contestação.

Teresa Horta também fez parte do grupo Poesia 61.

Publicou diversos textos em jornais como Diário de Lisboa, A Capital, República, O Século, Diário de Notícias e Jornal de Letras e Artes, tendo sido também chefe de redacção da revista Mulheres.

É casada com o jornalista Luis de Barros, de quem tem um único filho, Luís Jorge Horta de Barros (4 de abril de 1965), casado com Maria Antónia Martins Peças Pereira, com geração.

A 8 de março de 2004 foi feita Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique pelo Presidente da República Portuguesa, Jorge Sampaio.[1]

Foi galardoada com o Prémio D. Dinís 2011 da Fundação Casa de Mateus pela sua obra "As Luzes de Leonor"[2] , o qual aceitou, embora se recusasse a recebê-lo das mãos do Primeiro-Ministro Pedro Passos Coelho, ao qual cabia entregá-lo, alegando que este está "a destruir o país"[3] .

Obras[editar | editar código-fonte]

Poesia

  • Espelho Inicial (1960)
  • Tatuagem (1961)
  • Cidadelas Submersas (1961)
  • Verão Coincidente (1962)
  • Amor Habitado (1963)
  • Candelabro (1964)
  • Jardim de Inverno (1966)
  • Cronista Não é Recado (1967)
  • Minha Senhora de Mim (1967)
  • Educação Sentimental (1975)
  • As Mulheres de Abril (1976)
  • Poesia Completa I e II (1960-1982) (1982)
  • Os Anjos (1983)
  • Minha Mãe, Meu Amor (1984)
  • Rosa Sangrenta (1987)
  • Antologia Poética (1994)
  • Destino (1998)
  • Só de Amor (1999)
  • Antologia Pessoal - 100 Poemas (2003)
  • Inquietude (2006)
  • Les Sorcières - Feiticeiras (2006) edição bilingue
  • Cem Poemas + 21 inéditos (2007)
  • Palavras Secretas (Antologia) (2007)
  • Poemas do Brasil (2009)
  • Poesia Reunida (1960-2006) (2009)
  • As Palavras do Corpo (Antologia de poesia erótica) (2012)
  • Poemas para Leonor (2012)

Ficção

  • Ambas as Mãos sobre o Corpo (1970)
  • Novas Cartas Portuguesas (1971) (obra conjunta))
  • Ana (1974)
  • O Transfer (1984)
  • Ema (1984)
  • A Paixão Segundo Constança H. (1994)
  • A Mãe na Literatura Portuguesa (1999)
  • As Luzes de Leonor (2011)

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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