Marketing digital

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Marketing
Composto
Marketing | Marketing mix | Produto | Preço | Promoção | Comunicação | Distribuição
Promoção
Propaganda (comunicação) | Publicidade | Campanha Publicitária | Criação (publicidade) | Relações públicas | Marketing direto | Buzz marketing | E-mail marketing | Marketing viral | Marketing de Relacionamento | Marketing de guerrilha | Marketing de utilidade | Marketing de massa | Trade Marketing
Mídias
Televisão | Rádio | Jornal | Revista | Internet
Produto
Produto | Design de produto | Metodologia de projeto | Estratégias de produto
Estratégia e conceitos
Estratégia | Estratégia competitiva | Estratégias competitivas genéricas | Estratégias de marketing | Planejamento estratégico | Plano de marketing | Cultura de Massa | Marketing de serviços | Marketing político | Mercado | Mídia | Pesquisa de mercado | Veículos | Posicionamento (marketing) | Segmentação de mercado | Telemarketing | Valor | Vantagem competitiva | Variáveis Mercadológicas
Tecnologias
Animação | Hipermídia | Podcasting | Radiodifusão | Telecomunicações
Outros verbetes
Ver Categoria:Marketing

Marketing digital são ações de comunicação que as empresas podem se utilizar por meio da Internet e da telefonia celular e outros meios digitais para divulgar e comercializar seus produtos, conquistar novos clientes e melhorar a sua rede de relacionamentos. O marketing digital engloba a prática de promover produtos ou serviços através da utilização de canais de distribuição electrónicos para chegar aos consumidores rapidamente, de forma relevante, personalizada e com mais eficiência.[1]

O marketing digital traduz-se em acções de Marketing (Estratégicas, Económicas e Operacionais) adaptadas aos meios digitais, de forma a obter, nestes canais, a mesma eficiência e eficácia do marketing tradicional e em simultâneo potenciar os efeitos do marketing tradicional. Na sua operacionalização são, normalmente, utilizados canais, meios e ferramentas digitais.

O e-marketing ou marketing electrónico baseia-se na utilização das tecnologias de informação e comunicação (TIC) no processo de criação, comunicação e fornecimento de valor aos clientes, e na gestão das relações com os clientes, de modo a beneficiar a organização e os seus stakeholders (públicos-alvo).[2]

Áreas e ferramentas[editar | editar código-fonte]

Existem centenas de ferramentas de marketing digital, no entanto, nem todas são adequadas às diversas empresas e sectores. A chave para o sucesso é a combinação do marketing tradicional com as novas ferramentas online, para desenvolver uma plano de e-marketing que se ajuste às necessidades e características de cada empresa.[3]

  • E-Product Marketing
  • E-Research
  • E-Pricing
  • E-Promotion
  • E-Audit
  • E-Commerce
  • E-Advertising
  • E-Branding
  • Trade E-Marketing
  • E-Communication

Marketing Digital WWW.VASCOMARQUES.NET.jpg[4]

E-Product Marketing[editar | editar código-fonte]

Viral Marketing[editar | editar código-fonte]

O Marketing viral é também conhecido como palavra electrónico ou “word of mouse” o equivalente no digital ao word of mouth do marketing tradicional, é uma estratégia que permite propagar mensagens comerciais a um ritmo exponencial. Normalmente designada de comunicação comercial autopropagada. Um exemplo clássico de um caso de sucesso de viral marketing é o Hotmail. Um dos primeiros serviços gratuitos de web-mail que devido à simples frase que surgia em cada mensagem que cada utilizador enviava “Get your free and private e-mail at http://hotmail.com” nos primeiros seis meses após o seu lançamento atingiu um milhão de utilizadores e ao fim de um ano e meio 12 milhões de utilizadores, altura em que foi vendido à Microsoft por cerca de 400 milhões de dólares. A promoção do filme The Blair Witch Project é outro caso de sucesso de viral marketing, um filme com um orçamento extremamente reduzido que foi um dos filmes mais rentáveis e mais vistos de sempre, devido à divulgação online, sugerindo que o filme (de terror) era um documentário (retratando eventos reais) e à propagação exponencial dessa mensagem. Existem algumas técnicas para que uma mensagem de viral marketing se propague exponencialmente, uma das mais importantes é que suscite dúvidas, ao target, sobre a veracidade da mensagem, de forma a despertar o interesse e a curiosidade.

Ferramentas online que reforçam: Interactive Webs e e-mail marketing.

[5] Search Engine Optimization (SEO)[editar | editar código-fonte]

O SEO nada mais é do que a otimização de uma página (ou até do site inteiro) para ser melhor compreendido pelas ferramentas de busca. A conseqüência da utilização das técnicas de SEO é o melhor posicionamento de um site em uma página de resultados de uma busca. Por exemplo, ao pesquisar no Google por “Marketing de Busca”, o primeiro resultado é este site. O SEO é uma prática sem garantias, ou seja, nenhuma empresa ou pessoa pode garantir que seu site fique em primeiro em uma busca, pois o único capaz disto seria o próprio site de busca como o Google ou o Yahoo.

Search Engine Marketing[editar | editar código-fonte]

Search Engine Marketing (SEM), permite tirar partido dos links pagos nos motores de pesquisa, esta técnica refere-se a criar o máximo de links patrocinados nos principais motores de busca (como Google ou Yahoo!). Comprar palavras-chave relacionadas com a actividade, com direito a um espaço muito limitado para definir um texto, com o qual se pretende atrair a atenção dos internautas para um link para o site, este meio tem custos mas pode dar muito retorno. Search Engine Optimization (SEO) é uma optimização natural, não comercial. É diferente de SEM.

Ferramentas online que reforçam: Promotional Minisites, e-commerce portals e interactive webs.

Online product configurators[editar | editar código-fonte]

Um configurador online é uma aplicação incorporada no site, que permite ao potencial comprador a possibilidade de personalizar o produto através de todas as opções disponíveis. Temos diversos exemplos de configuradores online, por exemplo na indústria automóvel, onde é possível configurar diversas opções e acessórios das viaturas. No entanto, um dos exemplos mais interessantes é o da Dell que em 1996 passou a permitir aos clientes configurarem o seu PC online.

Ferramentas online que reforçam: Promotional Minisites, e-commerce portals e interactive webs.

Online product verifiers[editar | editar código-fonte]

Um verificador online é um sistema idêntico ao configurador online, não tão focado na personalização, mas mais focado em mostrar o produto em todas as possíveis perspectivas, de modo a possibilitar ao utilizador uma experiência mais próxima do real. Esta ferramenta é particularmente útil para produtos como roupas, nomeadamente nas marcas de segmento mais alto. Permite aumentar a percentagem de compras online, difícil nesta indústria.

E-Research[editar | editar código-fonte]

VRM: Determining navigation profiles[editar | editar código-fonte]

Visitor Relationship Management é a arte de extrair valor da informação dos visitantes, o CRM (Customer Relationship Management) é baseado na recolha do máximo de informações disponíveis sobre o cliente (como é óbvio identificá-lo), não só para adaptar os produtos e serviços a ele mas para produzir o que ele quer comprar, VRM pretende complementar as informações com o CRM fornece dados agregados de visitantes, cuja identidade nunca será conhecido. Ao capitalizar esses dados como informações de segmentação comportamental, permite-nos determinar o seu interesse nos produtos oferecendo-lhes a informação na forma como o quer que seja entregue via web, aumentando nossas vendas online. Talvez o caso mais famoso de um exemplo de VRM é a funcionalidade da AMAZON que permite recomendar livros, através do perfil de navegação (além do registo de compras.

Ferramentas online que reforçam: E-surveys, e-datamining, web metrics/log analysis e e-CRM.

E- Surveys[editar | editar código-fonte]

E- SURVEYS é uma ferramenta poderosa que ajuda a pesquisa de mercado a partir de três perspectivas diferentes:

  • Apoiar o relacionamento com os clientes, permitindo verificar se os produtos, serviços e os preços estão realmente satisfazê-los, bem como aprofundar os seus interesses, gostos e desgostos, para segmentá-los por ofertas mais precisas e personalizadas.
  • Ajudar no processo de avaliação, para que os serviços, a satisfação e a segunda compra possam ser melhorados.
  • Definir o ambiente competitivo, a fim de alcançar um melhor posicionamento para a marca, fazendo propostas de valor diferentes e mais poderosas do que as dos concorrentes.

Ferramentas online que reforçam: E-mail marketing, interactive webs, e-CRM e VRM.

E-Pricing[editar | editar código-fonte]

E-Auctions[editar | editar código-fonte]

Os e-auctions, normalmente, são leilões directos, em que alguém oferece produtos ou serviços a utilizadores que licitam de forma ascendente (versão inglesa) ou descendente (versão alemã). No entanto os leilões que mais interessam para as empresas, não são os directos, são os leilões invertidos. Num “reverse e-auction” leilão invertido as empresas adquirem produtos ou serviços num concurso público fechado (quantidade e especificações) em que teoricamente vence a melhor oferta, não apenas no preço mas também com as melhores condições comerciais (nem sempre a oferta de preço mais baixo ganha os contratos). Um exemplo de sucesso da utilização de e-auctions é o da British Airways, que em 2005 poupou 300 milhões de libras pela utilização de e-auctions, no entanto, a vantagem de usar os e-auction não reside apenas nos custos, pois, também permite determinar a estrutura de preços da concorrência, através da análise das suas licitações.

Ferramentas online que reforçam: Excedente / gestão electrónica de bens perecíveis, prices digital temporization e marketplaces.

Prices Digital Temporization[editar | editar código-fonte]

Algoritmos de e-marketing que permitem que produtos de serviços com prazos de fecho próximos possam ter preços electronicamente ajustados de modo a assegurar os custos fixos, dependendo da proximidade da data de transacção (preços descem com a proximidade da data de transacção). O exemplo mais típico é um bilhete de avião. De acordo com uma pesquisa da Wharton School, o preço de um bilhete de avião pode variar até 78% dependendo do operador e do momento da venda. Além da utilização nos serviços a temporização de preços também é utilizada intensivamente em bens perecíveis, quer para fins mais domésticos (floristas online) quer empresariais. Nos marketplaces normalmente estes produtos são vendidos com grandes descontos quando se aproxima a data de expiração do bem. Um dos maiores exemplos de temporização de preços é o caso da companhia de aviação low-cost easyJet, criada em 1995. O seu fundador, mais recentemente criou o grupo easyGroup e que alargou o conceito a outros negócios, EasyHotel, EasyCar, EasyPizza…

Ferramentas online que reforçam: E-auctions; marketplaces.

E-Promotion[editar | editar código-fonte]

Points of Sale E-Management[editar | editar código-fonte]

Points of sale e-management é um novo conceito de venda inteligente. Permite minimizar o tempo de compra e maximizar a satisfação, orientando os clientes para as prateleiras onde podem encontrar os produtos que costumam comprar. Oferecendo promoções personalizadas em função do registo de vendas. A tecnologia utilizada é a etiqueta inteligente RFID, etiquetas que aderem aos produtos permitindo a sua identificação à distância, sem a necessiadade de qualquer contacto físico. Benefícios adicionais são a optimização da logística, dos armazéns, bem como a minimização do roubo e anti-pirataria. No entanto a principal vantagem é automatizar e personalizar as relações com os clientes, desde o ponto de vista de venda (acções para evitar falhas)até ao ponto de vista da gestão do stock. Existem vários exemplos de empresas que utilizam esta ferramenta, nomeadamente grandes cadeias de retalho como por exemplo a Walmart.

Ferramentas online que reforçam: Products digital verifiers, e-tracking e e-merchandising.

Online Coupons[editar | editar código-fonte]

O objectivo final desta ferramenta não é diferente dos tradicionais descontos. Os on-line coupons tentam aumentar os compradores / visitantes, e levar os clientes ocasionais a transformarem-se em clientes fidelizados. Estas são as vantagens do on-line coupons quando comparado com os tradicionais. As marcas whiskas e Johnson & Johnson utilizam os online coupons, com bons resultados.

Ferramentas online que reforçam: Promotional minisites, e-commerce portals, interactive webs e e-CRM.

Podcasting[editar | editar código-fonte]

Podcasting consiste na criação e distribuição de arquivos(geralmente de som em formato mp3) via RSS para que os utilizadores possam subscrever o serviço e ouvirem os arquivos onde e quando quiserem. Esta nova tecnologia tem se transformado numa ferramenta de marketing seguindo dois modelos diferentes:

  • Desenvolvimento de podcasts, cujos conteúdo explicam as características e vantagens dos produtos das empresas.
  • Patrocínio de todo o tipo de podcasts de terceiros, o patrocínio pode consistir em citações de marcas das empresas e/ou produtos.

Habitualmente estes ficheiros contêm vídeo e áudio, mas também podem conter imagens, textos, PDF, ou outros tipos de dados.

Ferramentas online que reforçam: Blogs e interactive webs.

E-Audit[editar | editar código-fonte]

E-CRM[editar | editar código-fonte]

Um sistema CRM é um importante componente electrónico que tem originado que vários autores se refiram ao E-CRM, no entanto, nos últimos 10 anos desde os primeiros CRM adoptados por empresas pioneiras, as actividades online geraram uma revolução no mundo empresarial, somente comparável à revolução industrial do século XIX. Portanto é necessária uma focalização no “e” do e-CRM: cada vez mais os dados têm proveniência nos canais digitais, o que cada vez tem mais importância no marketing estratégico das empresas. Principais diferenças entre CRM e e-CRM:

  • Disponibilidade;
  • Limitação da janela temporal vs. 365 (dias) x 24 (horas);
  • Acessibilidade, limitações geográficas e técnicas vs. acesso universal;
  • Canais, telefone, fax, força de vendas, etc. vs. internet, telemóvel, PDA, etc;
  • Interacção, necessidade de intermediários vs. auto-gestão;
  • Integração, limitado e local vs. alargado e global;
  • Limitado por custos vs. topo de gama devido ao desenvolvimento tecnológico… cada funcionalidade contribui para um sistema mais eficiente.

Ferramentas online que reforçam: Online shopping assessment e e-customer service.

E-GPRs[editar | editar código-fonte]

Gross Rating Points (GRP) é a soma das classificações alcançadas por um canal de comunicação específico ou horário. Representa a percentagem do público-alvo alcançado por um anúncio. O GRP é uma medida do impacto de uma campanha, é igual ao produto da taxa de cobertura (Reach) pela taxa média de repetição (OTS – Opportunity To See), sendo: a cobertura (Reach) o número ou percentagem (neste caso % é taxa) de indivíduos da audiência alvo que estiveram expostos à “mensagem” pelo menos uma vez durante a campanha; e a taxa de repetição ou OTS o numero de vezes que, em média, o potencial consumidor esteve exposto à “mensagem” da campanha. No entanto o GPRs na internet ainda não pode ser comparado ao dos mass media como a televisão (TV), pelo facto do número de pessoas com acesso à internet ser inferior à das pessoas que vêem TV e pelo próprio conceito de GPRs, que tem que ser adaptado para ser eficaz no Digital media de modo a ser devidamente medido em campanhas de b-Marketing (blended marketing). O GPRs electrónico (e-GPRs) ou iGRPs (“i” de interactivo), consiste em estimar o número de utilizadores únicos [6] [7] (diferente de visitas: número de visitantes que acede a um website num determinado período de tempo, a partir de uma morada IP única; se um utilizador visitar o mesmo site duas vezes no mesmo período, apenas é considerado um visitante) que serão alcançados através de qualquer canal online e correlacioná-lo com o número de impressões. O que cria uma relação (e-GPRs) que pode ser comparada com o GPRs tradicional, o que vai permitir que o Return on investment (ROI) da campanha de b-Marketing possa ser optimizado. A empresa Procter & Gamble em cooperação com a empresa Nielsen Netratings, desenvolveu um projecto “Apollo Project” com o intuito de medir o sucesso das campanhas integrando meios digitais e tradicionais.

Ferramentas online que reforçam: VRM e Web Metrics/Log Analysis.

E-commerce[editar | editar código-fonte]

Marketplace[editar | editar código-fonte]

Marketplace (digital ou e-commerce community) é um ponto de encontro para empresas comprarem ou venderem produtos ou serviços. Emergem como consequência de interesses comuns em encontrar novos modelos económicos mais eficientes. Comércio B2B (business to business).

Podem ser classificados em dois grandes grupos:

  • Marketplaces Verticais – especializados em oferecer serviços a uma indústria (ex. Vortal econstroi);
  • Marketplaces Horizontais – transversais a várias indústrias.

A utilização de Marketplaces propicia diversos benefícios como, cooperação, automatização, standardização e transparência. Proporciona às empresas conteúdos e serviços que permitem melhorar os processos de comercialização e qualidade.

  • Conteúdos – directório de empresas, catálogos de produtos e informação sobre mercado específico (vortal).
  • Serviços – financeiros, logística, negociação e serviços do sector.

Ferramentas online que reforçam: Interactive webs . e e-auctions.

E-commerce portals[editar | editar código-fonte]

O Objectivo é vender via internet proporcionando aos utilizadores serviços de valor acrescentado de modo a convertê-los em clientes e aos clientes convertê-los em consumidores fidelizados. Fantástico para a recolha de informação relevante, gerando valor acrescentado. A cadeia de supermercados espanhola Caprabo tem uma rede de mais de 600 supermercados mas as vendas através do seu e-commerce portal estão sempre entre as 3 primeiras.

Ferramentas online que reforçam: Promotional minisites, interactive webs e e-customer servisse.

E-advertising[editar | editar código-fonte]

Contextual advertising[editar | editar código-fonte]

A publicidade contextual é uma ferramenta de marketing, que consiste em integrar os links dos anunciantes (acompanhado por textos atractivos) em páginas web, com conteúdos relacionados, permitindo uma segmentação aprimorada. Esta técnica é bastante semelhante ao de Search Engine Marketing (SEM), que utiliza motores de busca. Substitui motores de pesquisa em sites temáticos ou média digital, cujo conteúdo inclui as palavras-chave adequadas. A Mitsubishi electric, não por estar insatisfeita com os resultados das campanhas utilizando o SEM mas com o seu custo, decidiu apostar no Contextual advertising em substituição do SEM e em menos de um ano os resultados eram os mesmos mas os custos muito inferiores.

Ferramentas online que reforçam: Interactive webs e e-commerce portals.

Bluecasting: proximity marketing[editar | editar código-fonte]

A tecnologia Bluetooth permite a interligação sem fios de qualquer tipo de dispositivo móvel que conta com essa funcionalidade, tais como telemóveis, PDAs, Pc portátil, câmaras digitais, leitores portáteis do tipo I-pod, etc. Cada dispositivo compatível com Bluetooth tem um identificador único, que o torna susceptível de receber conteúdo personalizado. Isso permite que, com um servidor bluetooth se possa aumentar o potencial de publicidade gratuita, enviando para todos as pessoas que passem com os respectivos equipamentos informação personalizada. Um exemplo é o da empresa Carling, a empresa cervejeira líder no Reino Unido, que utilizou esta ferramenta para distribuir música promocional para os seus clientes e potenciais clientes numa das suas campanhas.

Ferramentas online que reforçam: Screensavers, wallpapers e m-coupons.

Rich media ads[editar | editar código-fonte]

Os banners tradicionais de animações cíclicas estão prestes a tornar-se ferramentas de baixo custo. Estão a ser substituídos por uma nova geração de propaganda visual e chamado Rich Media Advertising, que, sendo uma mistura de jogos online de Internet e spots de TV (aumenta CTR). É uma nova ferramenta de publicidade online com base na contratação de espaço comercial de média digital, cujo conteúdo enriquecido por vídeo streaming com as mais recentes técnicas de animação, bem como softwares para download que se podem interagir.

Ferramentas online que reforçam: Interactive Webs, e-Commerce Portals e Promotional Minisites.

Avatar marketing[editar | editar código-fonte]

É uma segunda identidade que um usuário opta por representar de si mesmo num mundo virtual. Essa identidade é constituída por uma representação 3D do usuário com base em roupas, aparência e características de comportamento definido pelo seu humano. Second Life "A outra vida" é o mais popular destes mundos virtuais, sendo outro exemplo farmvile.

Ferramentas online que reforçam: Forums, chats, blogs e online focus groups.

[8] E-mail marketing[editar | editar código-fonte]

E-mail é um dos serviços de Internet mais utilizados actualmente. A primeira coisa que 83,7% dos usuários de Internet fazem é verificar suas contas de e-mail. Nas empresas o e-mail, é hoje em dia essencial para a sua comunicação, e a sua principal funcionalidade, é ser uma das ferramentas mais poderosas de todos os tempos, sendo simples, barata e eficaz. Não faltam casos de sucesso, no entanto podemos referir o da Universidade de Nova Iorque que a partir de 2001 passou a comercializar os seus trabalhos via e-mail, passando a poupar $ 300 000 dólares por ano, aumentou as receitas em 15% e reduziu a utilização dos recursos internos em 80%.

Ferramentas online que reforçam: Multimedia electronic documents, Interactive Webs, e-Commerce Portals e Microspots e Microspots.

E-branding[editar | editar código-fonte]

Webs 2.0[editar | editar código-fonte]

Segunda geração da Web onde o conceito é a Web como plataforma, para uma comunidade e serviços na internet, com realce na colaboração e na partilha de informação. Há mais de 10 anos quando surgiu o e-marketing, os sites eram um género de cartão de visita sofisticado, que algumas empresas “mais na moda”, utilizavam para se apresentar a potenciais clientes na internet. A tecnologia tem permitido a evolução deste conceito até converter os sites iniciais em verdadeiras ferramentas de e-branding: a venda pela internet não é obrigatória; ou até mesmo aconselhável em certas ocasiões, algumas vezes a verdadeira chave para o sucesso é ser capaz de induzir o visitante a comprar através de um diferente canal. Para ajudar a atingir esse objectivo, nada melhor do que, permitir aos utilizadores que conheçam o negócio através de sites interactivos e social media que lhes possibilitem ter um papel activo no desenvolvimento de conteúdos. Existem muitos exemplos, o melhor é olhar para os rankings dos melhores sites do ano por sector para perceber o que melhor se faz nesta área.

Ferramentas online que reforçam: Screensavers, Wallpapers e cursores animados

Corporative blogs[editar | editar código-fonte]

Um blog, também conhecido como weblog ou “surfing diaries”, é um site em formato aberto que com periodicidade definida, apresenta conteúdos de um ou mais autores sobre diversos temas. Os conteúdos são disponibilizados cronologicamente e os leitores podem interagir através de diversas ferramentas (exemplo: “postar” comentários para cada nova entrada), no entanto o autor ou administrador tem autonomia para gerir este processo (exemplo: apagar comentários que não considere adequados). Existem vários tipos de blogs: pessoais, jornalismo, corporativo, tecnológico, educativo, etc. Os blogs corporativos são os mais relevantes para as empresas, são criados com o apoio das empresas, para as auxiliar a atingir os seus objectivos e permitem reforçar a imagem de marca, posicionamento, comunicação interna e externa. Um exemplo de sucesso é o Blog da Barbie (bonecas) onde o fabricante coloca os valores que pretende transmitir na “boca” das próprias bonecas, conseguindo desta forma alcançar mais eficazmente o seu segmento alvo.

Ferramentas online que reforçam: RSS Marketing, direct search engine marketing e interactive webs

Online games marketing[editar | editar código-fonte]

Considerando que os fins lúdicos são um dos principias motivos de utilização da internet, parece claro que um dos melhores canais para transmitir mensagens virais seja através de jogos online. Os jogos online crescem a 25% ao ano, sendo a 5º actividade a que os utilizadores dedicam mais tempo. No entanto os jogos online são mais orientados para branding do que para maketing viral: a ideia é que os utilizadores disseminem reenviando um link para um jogo viral relacionado com a empresa / produto (exemplo: jogo criado pela empresa, alusivo à marca da empresa). Um caso de sucesso é o da marca Oreo da Nabisco. Esta marca teve uma quebra nas vendas a partir de 2000, devido às preocupações com a obesidade (crianças e adolescentes), no entanto em 2003 implementou medidas para revitalizar o consumo, particularmente um jogo online desenvolvido para as crianças de forma a recuperar a sua popularidade como “top of mind” junto desse target. O jogo online, com uma média de 7 minutos de jogo por utilizador foi um sucesso e a marca recuperou da quebra nas vendas, regressando ao volume de vendas habitual no fim desse ano.

Ferramentas online que reforçam: Promotional minisites, e-mail marketing e interactive webs.

Trade e-marketing[editar | editar código-fonte]

Affiliate marketing[editar | editar código-fonte]

É um tipo de marketing em que a empresa (publicitária) recompensa (pode ser financeiramente) o afiliado (editor) por canalizar potencias clientes através de links para o seu website. Estes hyperlinks podem ter dois objectivos diferentes: vendas directas; ou simplesmente redireccionar potenciais utilizadores interessados para o website da empresa (publicitária). Os programas de afiliação podem assumir dois modelos:

  • Por click – sempre que um utilizador clica no link o afiliado ganha um determinado valor.
  • Por venda – sempre que é efectuada uma venda o afiliado ganha uma comissão.

Um exemplo de sucesso na utilização de programas de afiliação é o da Amazon, que tem programas deste género desde 1996.

Ferramentas online que reforçam: banners e interactive webs.

Infomediaries and cybermediation[editar | editar código-fonte]

Um “infomediary” normalmente actua através de um website e oferece informação especializada para clientes e empresas de um determinado sector ou indústria. Compila, analisa e distribui toda a informação relevante do mercado. Apesar de existirem várias formas de “infomediaries” o seu objectivo é atrair potenciais compradores e vendedores para o mesmo sítio, o seu website. O mais famoso “infomediary” é o Froogle lançado pela Google, uma ferramenta baseada no mesmo princípio, que pesquisa em toda a internet por produtos e lojas.

Ferramentas online que reforçam: Interactive webs, e-commerce portals e marketplaces.

E-communication[editar | editar código-fonte]

Stakeholders sites[editar | editar código-fonte]

Esta ferramenta inclui todos os tipos de sites dirigidos aos interessados: accionistas (através de minisites específicos dentro das sociedades); empregados (através de Intranets) e distribuidores (via extranets, sites semi-privados em que podem verificar as encomendas, etc.) A intranet corporativa LAN é uma empresa de computadores que oferece à internet um tipo de ferramentas para simplificar e melhorar as operações sobre os relatórios, consultas, etc, a fim de aumentar a produtividade do pessoal, sendo também uma excelente ferramenta para a comunicação interna a nível de um trabalho de grupo. Uma extranet (extended intranet) é uma VPN (Virtual Private Network), que resulta da interligação de dois ou mais intranets de empresas diferentes e que usa os protocolos da Internet, na transmissão de informações.Os minisites Shareholdsers são dedicados a fornecer-lhes todas as informações necessárias para gerenciar seus investimentos. Um exemplo de sucesso na extranet é o WallMart, a cadeia líder de supermercados nos EUA, que tem essa posição de líder, em parte devido às informações partilhadas em tempo real com os fornecedores.

Ferramentas online que reforçam: Interactive webs

Professional contacts networks[editar | editar código-fonte]

As redes de contactos profissionais, cujo exemplo mais famoso costumava ser LinkedIn e Plaxo, são uma das várias redes sociais, como o Archifamous, MySpace e o Facebook. As redes sociais de lazer foram os primeiros a aparecer e uma vez que o seu poder de comunicação foi clara, a comunicação empresarial não demorou muito a tentar tirar vantagem deste potencial e as redes de contactos profissionais nasceram. Estas redes de contactos profissionais trabalham num link baseado num convite, interligando todos os contactos profissionais numa única conta. Desta forma, poderá surgir um variado número de negócios, que não foram visíveis no mundo off-line, através do contacto profissional retirado dessa única conta (pode ser um cliente, fornecedor, distribuidor, etc.).

Ferramentas online que reforçam: Search Engine Optimization.

Business virtual communities[editar | editar código-fonte]

Quando um número razoável de pessoas pretende abarcar um tema por um tempo considerável a partir da rede, utiliza a Comunidade Virtual, desenvolvendo desta forma, relações pessoais. Ao classificar a Comunidade Virtual deve-se ter o cuidado de distinguir o utilizador ou as organizações (vertical, horizontal ou geográficas, cujos temas são definidos de acordo com o objectivo e as áreas de trabalho da empresa). A coca-cola é um dos casos de sucesso na utilização desta ferramenta, criando comunidades virtuais (por vezes com milhões de utilizadores) a quem oferece a possibilidade de chat, de jogarem, ou trocarem cupões promocionais.

Ferramentas online que reforçam: Interactive webs, e-commerce portals, online coupons, forums, distribution lists e chats.

Rss marketing vs distribution lists[editar | editar código-fonte]

RSS (Really Simple Syndication) Marketing nasceu como um serviço destinado a actualizar os visitantes frequentes de blogs, as últimas mensagens sem que detenham a necessidade de visitar constantemente os weblogs. Quando um determinado cliente ou potencial cliente assina um RSS a partir de uma determinada empresa, este receberá informações num formato simples de texto, sem a necessidade de facultar o seu endereço de e-mail. Um exemplo de utilização desta ferramenta é o da agência de viagens online eDreams, que comunica as últimas ofertas aos seus potenciais clientes, que não necessitam de visitar o site da agência para receber as ofertas que mais se adequam aos seus interesses.

Ferramentas online que reforçam: Interactive webs, corporative blogs e e-mail marketing.

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No início da internet comercial (antes de 2000) o banner era a principal peça de marketing digital. Com a evolução da tecnologia Flash da Macromedia, as peças deixaram de ser apenas GIFs animados, e evoluíram para Rich Media (internet rica) com muita interatividade e animações complexas.

Flash[editar | editar código-fonte]

O Flash proporcionou a criação de sites inteiros desenvolvidos nesta tecnologia, principalmente a criação de hotsites promocionais de produtos/serviços como empreendimentos imobiliárias, lançamentos de carros e todo tipo de conteúdo que necessite de um destaque especial.

Marketing de Busca[editar | editar código-fonte]

Com o advento do Google, o mercado de mídia mudou definitivamente. O usuário, ao realizar uma busca, tornou-se poderoso quanto à publicidade que quer visualizar, pois ele decide em qual resultado da busca irá clicar, ou seja, no resultado mais relevante para ele.

O marketing de busca são estratégias para posicionar o(s) site(s) de sua empresa nas primeiras colocações do Google. Há duas maneiras para colocar sua empresa no Google: Através dos Links Patrocinados (AdWords) e da Otimização de Sites (SEO - Search engine optimization). A primeira são técnicas para criar os anúncios pagos do Google e a segunda são técnicas para organizar o conteúdo e estrutura do site de modo que o site seja encontrado pelo seu potencial cliente no momento que ele faz uma busca.

Existem outros players de links patrocinados como o Yahoo!Search Marketing e o UOL Links Patrocinados.

Blogs, Redes Sociais e Web 2.0[editar | editar código-fonte]

A facilidade de publicar conteúdo na internet está transformando o consumidor de um canal receptor para um emissor de informação. Desde a criação de fãs clubes, comunidades, elogios e reclamações, e qualquer informação antes restrita a poucos, agora é pública e interfere na opinião de outros consumidores. Aprender a interagir com estes consumidores é um dos desafios do atual profissional de marketing.

As tendências de marketing estão mudando com advento de comunicação da Web 2.0, wikis, redes sociais, blogs, dentre outros, que promovem novas interações dos internautas no ciberespaço. A nova tendência de pesquisar mercados, divulgar produtos, serviços e marcas corporativas nesse ambiente virtual é que podemos definir como o objetivo principal do Marketing Digital.

O facebook é a rede social mais popular em todo o mundo e aquela que permite chegar mais rapidamente a um público alvo cada vez mais alargado. Existem algumas regras básicas de gestão profissional do facebook, que deverão ser levadas em consideração pelas empresas, por forma a conseguir uma comunicação mais eficaz e eficiente, consonante com os seus objectivos comerciais, nomeadamente, estabelecer à partida um plano de intervenção que poderá ser trimestral, semanal e/ou diário definindo claramente o tipo de actualizações e conteúdos que cada uma das intervenções terão, bem como o seu objectivo.

A utilização de imagens optimizadas e apelativas, que conquistem o consumidor é também essencial.

A partilha de vídeos dinâmicos e atrativos também resulta muito bem junto dos consumidores, aguçando a sua curiosidade.

O facebook ou qualquer outra rede social deve ser integrada com um bom Website da empresa, que permita esclarecimentos caso o utilizador decida ir mais longe no conhecimento dos conteúdos que são partilhados, nos produtos/serviços e na própria empresa.

Uma página empresarial deve ser dinamizada, em nada interessa ter uma página se esta não sofre alterações durante um largo período, essa dinamização pode passar por partilha de dados do setor, curiosidades, dicas e obviamente pela componente comercial de promoção de produtos/serviços na web.

Esta ferramenta disponibiliza um importante instrumento de estatística que ajuda a conhecer a dinâmica da pagina e dos conteúdos que vão sendo partilhados, permitindo um conhecimento mais profundo dos gostos e preferências do consumidor/utilizador.

A utilização cada vez mais alargada de smartphones e tablets sugere que se tenha em atenção, quer na criação do website que na página e conteúdos partilhados no facebook, preparar a utilização/visualização nestes dispositivos.

Marketing na Internet – Web Marketing[editar | editar código-fonte]

O desenvolvimento empresarial está mudando rapidamente e levando as empresas a se adaptarem a um modelo relacional nas suas estratégias de marketing, sendo que aí entra a internet como o grande instrumento de comunicação.

O seu potencial não é só a comunicação e informação, mas funciona cada vez mais como um instrumento de venda.

Enumeram-se algumas vantagens da utilização da internet na estratégia de marketing:

  1. permite uma maior acessibilidade – comunicação 24h/dia, 7dias/semana, 365dias/ano;
  2. melhora e possibilita a personalização na individualização das mensagens;
  3. cria uma enorme interatividade com os seus clientes e os que são potenciais. Isto, porque o receptor/cliente pode selecionar a informação e comunicar como melhor entender com o emissor/empresa;
  4. permite quantificar, avaliar de imediato e de forma viável o impacto da estratégia de comunicação com o mercado;
  5. o baixo custo associado a essa comunicação que se vai multiplicando uma vez que o número de utilizadores vai aumentando.

Com tudo o que está descrito, muitas vezes as suas potencialidades não são totalmente aproveitadas, sobretudo quando estamos a falar na interacção com os consumidores.

Sumariamente, expõem-se alguns conceitos básicos e ferramentas que o Web marketing disponibiliza:

  1. web site - onde dinamizamos a estratégia de e-marketing da empresa:
    1. site institucional: para apresentação da empresa e mostruário dos seus produtos ou serviços;
    2. site comercial: venda directa dos produtos da empresa;
    3. sicrosite: Web site menor que serve de suporte à comunicação que se pretende transmitir.
  2. email - caixa de correio electrónico. Funciona como verdadeira carta electrónica e é um instrumento de comunicação directa que se envia a um ou vários destinatários.
  3. banner - área de imagem para atrair um visitante a determinado site. Importante para ajudar a definir os alvos da comunicação.
  4. motores de busca - site de pesquisa de informação na internet através de palavras-chave. Ajudam a publicitar e a comunicar.

Para uma empresa implementar o marketing na internet, necessita antes de tudo de identificar o público-alvo, isto é, os alvos da comunicação serem utilizadores da internet. A estratégia de marketing na internet deve estar em consonância com a estratégia de marketing definida na empresa, isto é: com o seu posicionamento, com os seus segmentos-alvo e coerência com acções de comunicação que a empresa efectua.

Como objectivos, deve criar um canal de vendas, dar a conhecer a empresa e produtos, potenciar a sua imagem e notoriedade, criar valor acrescentado aos seus clientes e no caso de pretender internacionalizar-se, deve ter uma forte presença na Web alargando a sua área de influência no negócio.

Deve também definir as acções que pretende realizar on-line, definir a forma de actualização dos conteúdos do site e ter aplicações que possam medir a sua performance on-line.

Marketing interactivo[editar | editar código-fonte]

Modelo baseado no marketing relacional que se traduz na relação entre duas empresas B2B (business to business) ou entre a empresa e o consumidor (business to consumer) B2C. Este modelo relacional evoluiu com a era digital, tornando a hipótese de escolha mais aproximada a cada um dos consumidores. A capacidade de agrupar clientes com gostos ou preferências semelhantes permitiu melhorar a oferta nas campanhas de marketing. Quase podemos comparar a oferta direccionada para o cliente com a loja de proximidade, em que o interlocutor habitual já conhece os hábitos e sempre que surge um produto adequado tenta vende-lo e quase sempre com sucesso.

Com a possibilidade de métrica de hábitos e com a possibilidade de os agrupar por segmentos de gostos ou interesses quase que é possível a interacção directa entre quem vende e quem compra. As empresas auxiliam-se do público-alvo no desenvolvimento dos produtos e estes contribuem para a evolução da empresa de uma forma interactiva.

A base de dados deste tipo de modelo vai melhorar com o aumento de dados e de interacções, a solução encontrada pela empresa para que o cliente interaja vai determinar a rapidez de crescimento. Tornou-se banal o envio de publicidade via e-mail (devido ao baixo custo), por este motivo esta ferramenta tem sido alvo de cuidado acrescido para que não seja banida de forma automática como publicidade não desejada (spam).

O primeiro contacto é primordial para garantir uma relação de continuidade, o cliente deve ficar ciente desta importância e que a mesma é necessária para que o possamos servir melhor.

Em resumo os objectivos do marketing interactivo são comuns ao de qualquer empresa que quer apostar no sucesso, e são em suma o aumento dos níveis de qualidade de todos os serviços , aumentar a satisfação dos consumidores para garantir a recompra.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • ANDERSON, Chris. A Cauda Longa (Long Tail): do marketing de massa para o marketing de nichos.
  • BATTELLE, John. A Busca: Como o Google e Seus Competidores Reinventaram os Negócios e Estão Transformando Nossas Vidas
  • MONTEIRO, Ricado Vaz: Google Adwords - a Arte da Guerra: Guia para gestão de AdWords.
  • Le Marketing Interactif,1996 isbn 2-7081-1912-5 Jean- Marc Lehu.
  • Interactive Marketing: New Chanel, New Chaleng Harvard business School Press ISBN-10:1-4221-0264-5.

Referências

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Ver também[editar | editar código-fonte]