Massacre de Luxor

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Templo de Hatshepsut, um sítio arquelógico situado no lado ocidental do rio Nilo, próximo da cidade de Luxor

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O massacre de Luxor ocorreu em 17 de novembro de 1997, em Deir el Bahari, local de uma das maiores atrações turísticas do Egito: o templo da rainha faraó Hatshepsut, da 18ª dinastia.

Seis terroristas islâmicos, suspeitos de pertencer ao grupo Vanguardas da Conquista, uma facção da Jihad Islâmica do Egito, chegaram no templo por volta das 08:45, e assassinaram dentro do templo, durante 45 minutos, com metralhadoras e facas, 58 turistas.

Entre os mortos - trinta e seis suíços, dez japoneses, seis britânicos, quatro alemães, um francês, dois colombianos e outro de dupla nacionalidade búlgara e britânica. Além destes, também morreram quatro egípcios – três policiais e um guia turístico – e saíram feridos doze suíços, dois japoneses, dois alemães, um francês e nove egípcios. Entre os mortos um menino britânico de cinco anos de idade e quatro casais japoneses em lua de mel.

Logo após o massacre, os terroristas seqüestraram um ônibus e fugiram em direção ao vale das rainhas, mas foram mortos em um tiroteio com a policia turística armada e forças militares.

A indústria turística egípcia sofreu um tremendo baque em razão deste atentado.

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