Insurgência islâmica no Magreb

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Insurgência islâmica no Magreb
Parte da(o) Guerra contra o Terrorismo
Insurgency Maghreb.png
Estados do Magrebe e Sahel afetados pela insurreição
Data 2002 – em curso
Local Argélia, Ceuta, Mali, Mellila, Mauritânia Marrocos, Níger, Tunísia
Desfecho
Status em andamento
Combatentes
Flag of Algeria.svg Argélia
Flag of Morocco.svg Marrocos
Flag of Mali.svg Mali
Flag of Mauritania.svg Mauritânia[1]
 França[2]
Participação limitada:
 Tunisia[3]
 Senegal[4]
 Burkina Faso[4]
 Nigeria[3]
Apoiados por:
 Estados Unidos
 Reino Unido
União Europeia
 Espanha[5]
 Chade[6]
Flag of Jihad.svg Al Qaida no Magreb Islâmico
(2002-2007, sob o nome de Grupo Salafista para a Pregação e Combate)
Grupo Salafista Livre (GSL)

Marrocos :

Grupo Marroquino de Pregação e Combate[7]
Frente Islâmica Marroquinas [7]
Grupo Islâmico Combatente Marroquino (MICG)

Tunísia :Grupo de Combate Tunisiano
Grupo Combatente Islâmico Tunisino(GMPC)
El Jabha El Islamiya Ettounsia

Espanha (Ceuta e Melilla) : Salafia Jihadia
Nadim al Magrebi

Principais líderes
Amari Saifi(prisioneiro)
Nabil Sahraoui
Abou Mossaab Abdelouadoud

A insurgência islâmica no Magrebe é o conjunto das operações de grupos que se referem ao terrorismo islâmico no território do Magrebe e do Sahel, na África Norte-Ocidental, desde 2001.

O Magrebe (mais especificamente, Argélia, Mauritânia e Marrocos), é objeto de uma insurgência travada desde 2002 pela milícia islâmica neo-Khawarij, Grupo Salafista para a Pregação e o Combate ou GSPC. O GSPC se aliou com a Al Qaida no Magreb Islâmico contra o governo argelino.

Essa aliança criou uma divisão dentro do GSPC e levou à criação do Grupo Salafista Livre (GSL), outro grupo militante de oposição ao governo argelino e aos interesses ocidentais. O conflito é uma continuação da Guerra Civil da Argélia, que terminou em 2002, e desde então se espalhou para outros países vizinhos.

Em 2003, juntamente com o seu aliado regional a Argélia, os Estados Unidos lançaram o "segundo front" da guerra contra o terrorismo através da região do Sahel, no sul do Saara, que tinha hospedado al-Qaeda e simpatizantes islâmicos que fogiram do Afeganistão.

Referências