Guerra Civil Angolana
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Designa-se por Guerra Civil Angolana o confronto militar em que o partido no poder MPLA e a UNITA foram os principais intervenientes. A FLEC, uma associação militar separatista lutou pela independência de Cabinda desde 1975 até meados da década de 2000.
A guerra terminou oficialmente no ano 2002, com a morte de Jonas Savimbi com uma estimativa de 500.000 mortos [1][2].
Esta guerra foi um dos conflitos armados mais duradouros da Guerra Fria. As três principais facções envolvidas no conflito foram:
- Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), um partido com ligação à ex-União Soviética;
- Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) com ligações aos Estados Unidos;
- União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), liderados por Jonas Savimbi, apoiados pelos Estados Unidos, pelo regime apartheid da África do Sul e por outros diversos países africanos.
FONTE: Grande Barsa, editora Barsa Planeta. Volume 1, página 400, coluna b.
Referências
- ↑ [http:http://www.corpwatch.org/article.php?id=2576 Wars and Genocides of the 20th Century] CorpWatch. Acessado em 09-10-2007.
- ↑ Report Alleges US Role in Angola Arms-for-Oil Scandal CorpWatch. Acessado em 09-10-2007.
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