Nobreza do Reino Unido

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A nobreza britânica refere-se às famílias nobres do Reino Unido.

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História [editar]

A nobreza das quatro nações constituintes do Reino Unido (Inglaterra, Escócia, Gales e Irlanda do Norte) desempenhou um grande papel na história do país, embora, nos dias de hoje, não tenha mais o poder que teve no passado. A nobreza britânica consiste em duas entidades: o pariato (peerage) e o gentry. Membros do pariato são titulados (duque, marquês, conde, visconde e barão), sendo frequentemente chamados de lordes ou de pares do reino. O resto, com a exceção dos baronetes e pares vitalícios (life peers), é conhecido como gentry.

Antes do século XX, pariatos foram geralmente hereditários e, com poucas exceções, descendiam da linhagem masculina. O filho mais velho de um duque, marquês ou conde frequentemente tem um título de cortesia, considerado um título subsidiário de seu pai. Por exemplo, o filho mais velho do conde de Snowdon é chamado visconde Linley.

Em 1958, o governo introduziu títulos vitalícios não-hereditários e, depois disso, títulos hereditários foram criados somente para a Família Real. Contudo, isso é apenas uma convenção, não sendo sempre observada; a ex-primeira-ministra Margaret Thatcher criou vários títulos hereditários.

Até 1999, a posse de um título no pariato da Inglaterra automaticamente dava ao titular, atingida a maioridade, um lugar na Câmara dos Lordes. O pariato escocês (desde 1707) e o pariato irlandês (desde 1801) elegiam, por sua vez, alguns de seus membros para a Câmara.

Títulos por pariato [editar]

Formas de tratamento [editar]

Galeria [editar]

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Ver também [editar]