Palácio Rio Negro (Manaus)

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Palácio Rio Negro.

Palácio Rio Negro foi sede do Governo e Residência Oficial do governador. Seu nome original era Palacete Scholz, construído pelo alemão Waldemar Scholz, considerado o "Barão da Borracha". Teve o nome alterado para Palácio Rio Negro em 1918 após autorizada a compra pelo governador do Amazonas, Pedro de Alcântara Bacellar.

História[editar | editar código-fonte]

Construído no início do século XX, em estilo eclético, para ser residência particular do comerciante da borracha, o alemão Waldemar Scholz, que devido à queda do preço da borracha a partir de 1912 e depois à primeira guerra mundial teve que o hipotecar ao coronel Luiz da Silva Gomes, por 400 contos de réis, este seringalista e comerciante, numa primeira fase arrendou o Palacio para residência do governador. E mais tarde,foi adquirido pelo governo em 1917, ( compra autorizada pela lei nº892 de 28 julho 1917 ) , para torna-se sede do Poder Executivo e residência do governador, permanente como palácio de despachos até abril de 1995.

Em 1997, o Governo do Estado, em virtude de sua beleza arquitetônica e valor histórico, o transformou em Centro Cultural Palácio Rio Negro, com espaços abertos a recitais de música erudita e instrumental, exposições, lançamentos de livros, dança e teatro, além de outras atividades culturais.

Centro Cultural Palácio Rio Negro[editar | editar código-fonte]

Contando com a consultoria especializada de técnicos do Centro Cultural Banco do Brasil (CBBB), a Secretaria de Cultura traçou o novo formato do Palácio Rio Negro, climatizado e adequado a todo tipo de exposição.

A partir de novembro 2000, o Palácio passou a servir de pólo para outros espaços culturais, agregando ao seu redor o Museu-Biblioteca da Imagem e do Som do Amazonas/ MISM, o Museu de Numismática Bernardo Ramos, a Pinacoteca do Estado, o Cine-Teatro Guarany e o Espaço de Referência Cultural do Amazonas/ ERCAM, todos funcionando com regularidade e de forma integrada.

Exposições[editar | editar código-fonte]

Entre as várias exposições que aconteceram no CCPRN destacam-se:

  • Exposição Internacional Memórias da Amazônia, com a coleção etnográfica de Alexandre Rodrigues Ferreira, recebendo mais de 50 mil visitantes[carece de fontes?] (1997)
  • Exposição Multimídia Londres Inglaterra (1997)
  • I Salão Plástica Amazônica (1998)
  • Brennand-Exposição e Desenhos de Franscisco Brennand (2000)
  • Ópera: arte e história (2000)
  • Exposição George Huebner - um fotógrafo em Manaus (2001)
  • II Salão de Humor, Quadrinhos e Animação (2001)
  • Viva o Cinema Brasileiro e Exposição da História do Cinema Brasileiro (2001)
  • Sharaku Revisitado por Artistas Contemporâneo do Japão (2002).

Mobiliário[editar | editar código-fonte]

O mobiliário do Centro Cultural Palácio Rio Negro pertencia originalmente ao Palácio do Governo, destacando-se:

  • Mesa de jacarandá escura, estilo inglês
  • Estatueta de bronze, de autoria do engenheiro Benei
  • Estátua de bronze, figura feminina, intitulada L'Inpiration, de Henry Plé
  • Cadeiras tipo espreguiçadeira em madeira trabalhada com motivos florais.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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