Paradoxo temporal
Em ficção científica, o paradoxo temporal é um fenômeno derivado das viagens no tempo para o passado. Quando o viajante do tempo vai para o passado, sua presença perturbadora, na maioria das vezes, gera resultados logicamente impossíveis, ou seja, um paradoxo.
Um clássico exemplo é o paradoxo da causa e efeito: se o viajante altera algum evento passado com o objetivo de mudar o futuro, assim que o fizesse deixaria de existir o motivo original e consequentemente a própria viagem. O motivo da viagem é a sua causa, se ele desaparecer, a viagem, que é seu efeito, também desaparece. Os autores de ficção buscam resolver os paradoxos admitindo a coexistência de universos paralelos possibilitando que as alterações nos fatos passados possam gerar futuros alternativos.
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Exemplos[editar]
- Paradoxo do avô - o viajante volta no tempo e mata seu avô na infância, tornando impossível a sua própria existência;
- Paradoxo da duplicação - o viajante volta poucas horas e encontra consigo mesmo, impedindo que faça a viagem no tempo, alterando assim sua própria História e criando uma duplicata permanente;
- Paradoxo final - a pessoa volta ao passado e impede que a tecnologia que o levou ao passado seja inventada.
No cinema[editar]
- Trilogia De Volta para o Futuro (Back to the Future 1985, 1989, 1990)
- A Máquina do Tempo (The Time Machine, 1960)
- A Máquina do Tempo (The Time Machine, 2002)
- Perdidos no Espaço (Lost in Space 1998)
- Em algum lugar do passado ("Somewhere in Time" - 1980)
- Efeito Borboleta (Efeito Borboleta 2004)
- A Casa do Lago (A Casa do Lago 2006)
- Frequently Asked Questions About Time Travel (2009)
- Jornada nas Estrelas (Star Trek 2009)
- A Mulher do Viajante no Tempo (The Time Traveler's Wife 2009)
- O Homem do Futuro (O Homem do Futuro 2011)