Prisma
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Um prisma é todo poliedro formado por uma face superior e uma face inferior paralelas e congruentes (também chamadas de bases) ligadas por arestas. As laterais de um prisma são paralelogramos. A nomenclatura dos prisma é dada de acordo a forma da bases. Assim, se temos hexágonos nas bases, teremos um prisma hexagonal. O prisma pode ser classificado em reto quando suas arestas laterais são perpendiculares às bases, e oblíquo quando não são.
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[editar] Área e Volume de um Prisma Recto
Para calcular a área da superfície de um prisma, calcularemos a área das bases e a área das laterais (para calcular a área das laterais, calcularemos a área de todos os polígonos laterais e somaremos a área de todos eles), e somaremos a duas, formando a área total(At). Já para calcular o volume, usaremos a seguinte fórmula V = Bh, onde B é a área da base e h é a altura do prisma, que corresponde a aresta lateral do prisma.
[editar] Prismas e Antiprismas
Os prismas e antiprismas são grupos infinitos.
Os Prismas são constituídos por duas faces paralelas chamadas directrizes que dão o nome ao prisma, e uma série de rectângulos, tantos como lados da face directriz. Por exemplo, o prisma cujas faces directrizes são triangulares chama-se prisma triangular e compõe-se de 2 triângulos e 3 rectângulos; tem 9 arestas e 6 vértices de ordem 3 de onde convergem sempre dois rectângulos e um triângulo. Outro exemplo seria o Prisma decagonal composto de 2 decágonos + 10 rectângulos; tem 30 arestas e 20 vértices de ordem 3.
Os antiprismas têm uma construção parecida, duas faces paralelas e a uni-las uma série de triângulos
[editar] Primeiro Uso
Conhecido também por Prisma de Espato de Islândia (ou Nicol), é usado para transformar um feixe de luz natural num feixe de luz polarizada. Seu uso é aplicado num ramo da Física a Isomeria óptica. Sua invenção atribuída físico e mineralogista escocês Guilherme Nicol, nascido em 1768 e falecido em 1851.


