Sandro Barbosa do Nascimento

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Sandro Barbosa do Nascimento (Rio de Janeiro, 7 de julho de 1978 – Rio de Janeiro, 12 de junho de 2000) foi um cidadão, delinquente e criminoso brasileiro. Sobrevivente do massacre da Candelária,em 1993, 7 anos mais tarde Sandro sequestrou o ônibus 174, facto que foi televisionado para todo o país e até mesmo para o exterior.

Índice

[editar] Infância

Sandro Barbosa do Nascimento nasceu no Rio de Janeiro em 7 de julho de 1978. Antes de seu nascimento, seu pai biológico abandonou sua mãe assim que descobriu que ela estava grávida. Aos seis anos de idade, Sandro presenciou o assassinato de sua mãe na favela onde moravam. Foi então que ele virou menino de rua e adotou o apelido de "Mancha". Ele acabou se viciando em drogas, roubando para manter seu vício em cocaína. Sandro nunca aprendeu a ler ou escrever, apesar de ter sido mandado para inúmeras instituições de atendimento a jovens delinquentes.

Sandro frequentava a igreja da Candelária, onde recebia comida e abrigo. Ali, fez amizade com vários outros menores de rua. No dia 23 de julho de 1993, Sandro presenciou o infame massacre da Candelária, o que tirou a vida de vários amigos. Ele mesmo não ficou ferido no incidente, mas fez várias menções ao massacre durante o sequestro do ônibus 174, o que sugere que o evento o deixou perturbado psicologicamente.

[editar] Sequestro do ônibus 174

No dia 12 de junho de 2000, Sandro, que continuava a habitar as ruas do Rio de Janeiro, sequestrou o ônibus 174 com um revólver de calibre trinta e oito. Ele entrou no ônibus após várias horas cheirando cocaína comprada com dinheiro de um roubo, neste mesmo roubo ele adquiriu um revólver 38 que não foi aceito pelos traficantes na troca por droga, ao sentar no ônibus um passageiro percebeu que ele levava na sua cintura uma arma,então o passageiro fez sinal para uma viatura da polícia militar que estava passando pela rua. Sem ter como escapar da polícia, Sandro fez onze reféns dentro do ônibus. Ele assegurou a alguns passageiros que não tinha a intenção de matar ninguém, mas dizia à polícia e à imprensa que iria matar a todos os reféns.

[editar] Resultado do sequestro e morte

Às 18h50min no horário de Brasília, Sandro decidiu sair do ônibus, usando a professora Geisa Firmo Gonçalves como escudo. Um policial do BOPE,cujo o nome é Marcelo atirou em Sandro, mas o disparo acertou o rosto de Geisa, outros três tiros foram disparados da arma de Sandro acertando as costas de Geisa. Sandro foi imobilizado, e conduzido a uma viatura da polícia, onde foi morto por asfixia.

Após alegações de que a morte de Sandro foi ocasional, os policiais responsáveis pela morte de Sandro foram levados a julgamento por assassinato e foram declarados inocentes. Uma investigação concluiu que Geisa levou quatro tiros: O primeiro do Policial Marcelo, e os outros três de Sandro Barbosa.

[editar] Filmes sobre Sandro

[editar] Referências

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