Leonardo Pareja

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Leonardo Pareja (26 de maio de 19749 de dezembro de 1996) foi um bandido brasileiro.

Começou sua trajetória de fama em setembro de 1995 quando, após assaltar um hotel na cidade de Feira de Santana, Bahia, manteve como refém por três dias uma garota de 16 anos, Fernanda Viana, sobrinha do então senador Antônio Carlos Magalhães. Neste episódio começou a ganhar fama de audaz ao negociar com a polícia coberto por lençóis de maneira a impossibilitar a atuação de atiradores de elite.

Após libertar a garota, passou mais de um mês fugindo da polícia e enquanto isto dava entrevistas às rádios e televisões, sempre debochando e desafiando a polícia. Às vezes chegava a anunciar a ida em determinado município, mas sempre conseguia escapar.[1]

Em abril de 1996, comandou uma rebelião de seis dias no Centro Penitenciário de Goiás (CEPAIGO), na cidade de Aparecida de Goiânia, onde ele e mais 43 detentos fugiram, após fazer várias autoridades como refém, inclusive o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, Desembargador Homero Sabino.[2]

No mesmo ano, foi tema de um documentário realizado por Régis Faria.[3]

Foi traído e morto na prisão em dezembro de 1996Mas a questão principal ainda não foi solucionada: quem planejou sua morte?

Há lendas que correm no interior do Tribunal de Justiça de Goiás sobre reuniões extra-oficiais que teriam ocorrido lá e que poderiam jogar luz no episódio. .[1]

Inspirou o autor curitibano Leandro França no livro Ensaio de uma vida bandida, lançado em 2008.[4]

Referências