Speedy

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O Speedy é um serviço de acesso a Internet, um provedor individual, que usa a tecnologia ADSL de banda larga e é oferecido pela empresa Telefônica[1] em alguns países da América Latina.[2]

O serviço Speedy está disponível atualmente nas velocidades de 256 Kbps (internet popular, com franquia de 10 GB por mês onde a velocidade é reduzida para 100 Kbps caso o cliente ultrapasse o consumo), 1 Mbps, 2 Mbps, 4 Mbps, 8 Mbps e em fibra óptica nas velocidades de 30 Mbps e 100 Mbps.[3] [4] Também disponibiliza as velocidades de 250 Kbps e 500 Kbps sem a necessidade de contratação de linha fixa (em conjunto com os planos de 1 Mbps, 2 Mbps, 4 Mbps e 8 Mbps, todos na modalidade Speedy Solo). Usualmente o provedor oferece o modem ADSL (necessário para utilização do serviço) gratuitamente.

A Telefônica, e conseqüentemente o Speedy, foram campeões em reclamações de consumidores no PROCON em 2006. Totalizou 2.262 reclamações naquele ano, representando 11% do total de reclamações da fundação.

Devido à unificação dos produtos Telefônica com a Vivo, a partir de abril de 2012 o Speedy será chamado de Vivo Speedy.[5]

Índice

[editar] Suporte técnico

O telefone de suporte técnico telefônica é o 103-15. Durante os atendimentos são feitos alguns procedimentos básicos para identificar se o problema está localizado na rede ADSL da Telefônica ou em seu computador.

Caso seja constatado que a falha não decorre de problemas técnicos no computador do cliente, o mesmo é direcionado ao departamento STT - Suporte Técnico Telefônica, onde lhe é prestado o suporte avançado.

No STT os técnicos, através de softwares específicos, verificam o nível de sinal ruído e atenuação de sinal entre a DSLAM no DG e no modem do cliente. Caso o mesmo se encontre sem o sinal do Speedy, indicado pela luz ADSL do modem (apagado ou piscando), os técnicos do STT efetuam ajustes na linha telefônica do cliente, visando restabelecer o sinal. Caso o usuário ainda não tenha sinal ADSL em sua linha com medições aceitáveis, não consiga conectar ou tenha problemas com baixa velocidade de download ou navegação, são efetuados testes e ajustes na conexão ATM ou Metro-Ethernet da linha ADSL do cliente.

Após esgotadas todas as alternativas de suporte, é enviado um BD (bilhete de defeito) para uma das empresas que prestam serviço à Telefônica, que enviam um técnico de campo até a casa do cliente para verificar em que parte do caminho, entre o DG e o ponto de terminação da rede (PTR) está o problema.

No caso do técnico esgotar as possibilidade de causas do problema é determinado Indisponibilidade Técnica, independentemente do tempo de contrato com o cliente o serviço é cancelado imediatamente sem possibilidade de argumentação com nenhum nível de atendimento da Telefônica

[editar] Controvérsia sobre provedores de acesso

Por decisão judicial,[6][7] a partir de 26 de Setembro de 2007 a Telefônica oferece conexão à internet pelo serviço Speedy sem a necessidade da contratação de um provedor de acesso a internet (ISP). Esta decisão judicial também obriga a Telefônica a ressarcir os gastos de seus clientes com provedores de acesso a partir do ano de 2003, mas esta obrigação está sendo questionada pela Telefônica em recurso.

Antes desta decisão judicial, todos os clientes que desejavam obter acesso a internet através do serviço Speedy eram obrigados a contratar um provedor de acesso à internet. Esta obrigatoriedade foi questionada na justiça por usuários como Daniel Fraga[8][9][10] pois, de um ponto de vista técnico, todo o acesso a internet é feito através da rede IP da Telefônica.

Sobre esta questão, a Telefônica alegava que estava apenas cumprindo uma norma da Anatel. A Anatel alega que uma empresa de telecomunicações não possui autorização para oferecer o acesso a internet, e que somente os provedores de internet (ISPs) é que possuem tal autorização.

[editar] Proibição de venda

Devido as falhas ocorridas na prestação do serviço durante o ano de 2009, a Agência Nacional de Telecomunicações determinou a suspensão da comercialização do serviço de banda larga Speedy , fornecido pela Telefônica. O motivo da suspensão foram as "interrupções reiteradas" na prestação do serviço que teriam atingido "número expressivo de usuários" do Speedy, segundo texto da decisão, publicada no Diário Oficial da União. Também foi exigido que a empresa apresentasse no prazo de 30 dias um plano para resolver os problemas que têm provocado o transtorno aos usuários do Speedy. Foi pedido ainda que a Telefonica informe aos interessados em contratar o serviço o motivo da proibição para a contratação determinada pela Anatel.[11] As falhas ocorreram nos meses de fevereiro, março, abril, maio e junho.[12]

Em 25 de junho, a Telefonica fez um pedido pela suspensão da decisão que proíbe a comercialização do Speedy. No entanto, a Anatel rejeitou o pedido pois a suspensão da comercialização do Speedy teve como objetivo preservar os atuais usuários do serviço. A ampliação da base de assinantes aumentaria o volume de tráfego, com riscos de ampliar a vulnerabilidade e instabilidade da rede.[13]

[editar] Ver também

Referências

[editar] Ligações externas

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