Telemig Celular
| Telemig Celular | |
|---|---|
| Telemig Celular S.A. | |
| Slogan | Do jeito que tem que ser[1] |
| Tipo | Sociedade anônima |
| Sede | Belo Horizonte, Minas Gerais, |
| Gênero/Género | Telecomunicações |
| Sucessora | Vivo |
| Website | Página oficial |
Telemig Celular foi uma operadora de celular do Brasil. Era subsidiária de telefonia móvel da estatal TELEMIG e, após sua privatização em 1998, passou a ser controlada pela Telpart. Posteriormente o controle acionário foi comprado pela operadora Vivo e absorvida por ela [2].
Índice |
[editar] História
Iniciou suas operações no estado de Minas Gerais (exceto região do Triângulo Mineiro) com a tecnologia AMPS na década de 1990. Ainda na mesma década, implantou a tecnologia TDMA. No início de 2004, anunciou que implantaria a tecnologia GSM. Em setembro daquele ano, adquiriu licenças para a tecnologia GSM no Triângulo Mineiro e Alto paranaiba. No final de 2004, a tecnologia GSM foi implantada na sua área de atuação AMPS/TDMA. No primeiro semestre de 2005, anunciou sua entrada no Triângulo Mineiro. Oferecia a tecnologia GSM em todo o estado de Minas Gerais. Excluindo o Triângulo Mineiro, também oferecia tecnologia AMPS e TDMA. No final de 2007, foi a primeira operadora do Brasil a colocar em operação uma rede 3G, utilizando a tecnologia UMTS/HSDPA na faixa de 850MHz, em Belo Horizonte.
[editar] Absorção pela Vivo
A operadora foi vendida para a Vivo, e foi totalmente absorvida em Abril de 2008. Com a compra da Telemig Celular, a Vivo passou a ser também operadora de telefonia residencial habilitada com um número de celular, integrando em sua grade de serviços o Poupo, um telefone residencial que usa tecnologia celular, voltado aos consumidores que moram longe do cabeamento das redes convencionais de telefonia fixa, usando todos os beneficios que de um telefone fixo.
Referências
- ↑ Telemig Celular inicia nova campanha publicitária. UOL. Portal Negócios da Comunicação. Página visitada em 21 de fevereiro de 2012.
- ↑ Folha Online - Vivo compra Telemig e Amazônia Celular por R$ 1,213 bi