Ir para o conteúdo

Arginina

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
L-Arginina
Nomes
Nome IUPAC 2-amino-5-(diaminomethylidene-amino)pentanoic acid
Outros nomes Ácido α-amino-δ-guanidinvalérico
Arg, R
Identificadores
Número CAS 74-79-3,(L-arginina)
1119-34-2 (cloridrato de L-arginina)
332360-01-7 (cloridrato de DL-arginina hidrato)
157-06-2 (D-arginina)
PubChem 6322
ChemSpider 227
SMILES
 
  • N[C@@H](CCCNC(N)=N)C(O)=O
Propriedades
Fórmula química C6H14N4O2
Massa molar 174.19 g mol-1
Densidade 0,7 g·cm−3[1]
Ponto de fusão 238[1]
Solubilidade em água solúvel (150 g·l−1 a 20 °C)[1]
Acidez (pKa) COOH: 2,0[2]
NH2: 9,0[2]
Grupo guanidina: 12,1 (stark basisch)[2]
Riscos associados
Frases R R36
Frases S S26
LD50 5110 mg·kg−1 (rato, peroral)[1]
Compostos relacionados
Alfa-aminoácidos relacionados Ornitina (em vez do grupo guanidina, amina)
Citrulina (em vez do grupo guanidina, um grupo ureia)
Canavanina (-CH2- na posição 5 trocado por -O-)
N-Metilarginina (metil ligado no grupo guanidina)
Nitroarginina (nitro ligado no grupo guanidina)
Compostos relacionados Agmatina (após decarboxilação)
Éster etílico da arginina
Octopina (arginina e alanina compartilhando o mesmo N alfa)
Página de dados suplementares
Estrutura e propriedades n, εr, etc.
Dados termodinâmicos Phase behaviour
Solid, liquid, gas
Dados espectrais UV, IV, RMN, EM
Exceto onde denotado, os dados referem-se a
materiais sob condições normais de temperatura e pressão.

Referências e avisos gerais sobre esta caixa.
Alerta sobre risco à saúde.

Arginina (ácido 2-amino-5-guanidino-pentanoico) é um aminoácido polar básico. Sua estrutura é (H2N)(HN)CN(H)(CH2)3CH(NH2)CO2H, possuindo seis átomos de carbono, quatro átomos de nitrogênio, dois átomos de oxigênio e catorze átomos de hidrogênio.[3]

Principal carreadora de nitrogênio em humanos e animais, a arginina faz parte da síntese de moléculas importantes[4] como agmatina, creatina, ornitina, óxido nítrico, poliaminas, prolina, dentre outras. Na estrutura do mRNA, os códons que codificam a arginina durante a síntese de proteínas são: CGU, CGC, CGA, CGG, AGA, e AGG.[5] A Arginina é classificada como semi-essencial ou condicionalmente essencial em seres humanos, pois pode ser sintetizada endogenamente numa quantidade suficiente para atender as necessidades, não sendo necessária na dieta de adultos saudáveis.[6]

História

[editar | editar código]

A arginina foi isolada pela primeira vez em 1886 a partir de mudas de tremoço amarelo pelo químico alemão Ernst Schulze e seu assistente Ernst Steiger.[7][8] Ele a nomeou a partir do grego árgyros (ἄργυρος), que significa "prata", devido à aparência branco-prateada dos cristais de nitrato de arginina. Em 1897, Schulze e Ernst Winterstein (1865–1949) determinaram a estrutura da arginina.[9] Schulze e Winterstein sintetizaram a arginina a partir da ornitina e da cianamida em 1899,[10] mas algumas dúvidas sobre a estrutura da arginina persistiram[11] até a síntese de Sørensen em 1910.[12]

Proteínas ingeridas sofrem degradação até arginina,[13] podendo ser diretamente absorvidas para utilização no ciclo da ureia, ou transformada em ornitina no intestino e, com a glutamina secretada como glutamato, convertida em citrulina. A citrulina é transportada até os rins, onde vira substrato da neossíntese da arginina. A citrulina também pode ser convertida diretamente em L-arginina no citoplasma dos macrófagos e das células endoteliais.[carece de fontes?]

A arginina desempenha um papel importante na divisão celular, na cicatrização de feridas, na remoção de amônia do corpo, na função imunológica[14] e na liberação de hormônios.[15][16][17] É um precursor para a síntese de óxido nítrico (NO),[18] tornando-se importante na regulação da pressão arterial.[19][20] A arginina é necessária para o funcionamento das células T no corpo e pode levar à sua desregulação se esgotada.[21][22]

Proteínas

[editar | editar código]

A cadeia lateral da arginina é anfipática, pois em pH fisiológico contém um grupo guanidínio carregado positivamente, altamente polar, na extremidade de uma cadeia hidrocarbonada alifática hidrofóbica. Como as proteínas globulares possuem interiores hidrofóbicos e superfícies hidrofílicas,[23] a arginina é tipicamente encontrada na parte externa da proteína, onde o grupo principal hidrofílico pode interagir com o ambiente polar, por exemplo, participando de ligações de hidrogênio e pontes salinas.[24] Por esse motivo, é frequentemente encontrada na interface entre duas proteínas.[25] A parte alifática da cadeia lateral às vezes permanece abaixo da superfície da proteína.[24]

Resíduos de arginina em proteínas podem ser desmineralizados por enzimas PAD para formar citrulina, em um processo de modificação pós-traducional denominado citrulinação. Isso é importante no desenvolvimento fetal, faz parte do processo imunológico normal, bem como do controle da expressão gênica, mas também é significativo em doenças autoimunes.[26] Outra modificação pós-traducional da arginina envolve a metilação por proteínas metiltransferases.[27]

Efeitos no organismo

[editar | editar código]

Apesar do extenso uso do aminoácido em exercícios, os efeitos da suplementação são limitados. Os dados de que os suplementos de L-arginina aumentam a massa muscular não são claros. Estudos concluem que a suplementação com aminoácidos específicos, incluindo arginina, não aumentam a massa muscular mais do que se exercitar sozinho. Outros artigos não mostram efeitos sobre a força muscular.[28][29]

Uma pesquisa mostrou que suplementar L-arginina pode estimular aumento do hormônio do crescimento. Entretanto, esse aumento é menor do que exercícios sem suplementação alguma.[30]

Eficácia

[editar | editar código]

Os estudos também demonstraram que a arginina é eficaz para:[31]

Mas comprovaram que é ineficaz para:[31]

E ainda há dados insuficientes da eficácia para:[31]

Produção

[editar | editar código]

Tradicionalmente, é obtida pela hidrólise de diversas fontes baratas de proteína, como a gelatina.[34] Comercialmente, é obtida por fermentação. Dessa forma, podem ser produzidos de 25 a 35 g/litro, utilizando glicose como fonte de carbono.[35]

Fontes alimentares

[editar | editar código]

Leite, iogurte, bacon, presunto, gelatina, frango, lagosta, atum, camarão, salmão, amendoim, noz, avelã, castanha, aveia, granola, gérmen de trigo, semente de girassol, entre outras.[36][37][38]

Problemas associados

[editar | editar código]

Quantidades elevadas de arginina no organismo podem causar doenças ósseas e doenças de pele. Podem causar também náuseas e diarreias aquosas. A arginina pode alterar os níveis de açúcar no sangue, aumentar o risco de hemorragia e pode causar níveis anormalmente elevados de potássio no sangue. A arginina também pode agravar distúrbios mentais em esquizofrênicos e pode provocar resistência à insulina.[39] A l-arginina também pode acelerar a replicação viral.[40]

Arginina e o óxido nítrico

[editar | editar código]

A arginina é vital para a produção de óxido nítrico, porém pesquisas mostraram que a disponibilidade de arginina não é limitante para a formação de NO, pois a quantidade de arginina disponível normalmente no organismo excede muito a quantidade necessária para que a síntese de óxido nítrico aconteça. Enquanto alguns estudos revelam que a suplementação de arginina não promove aumento na produção de óxido nítrico, outros mostram que houve sim um aumento, sem haver uma resposta definitiva.[carece de fontes?]

O óxido nítrico (NO) é um radical livre sintetizado a partir do aminoácido L-arginina, através de uma via biosintética chamada via L-arginina/óxido nítrico. Essa via metabólica é catalisada por um grupo de enzimas conhecidas por óxido nítrico sintetase (NOS). [41] As NOS são dependentes de O2, NADPH, flavinas e biopterinas para exercer sua atividade.[carece de fontes?]

A l-arginina é transformada em NG-hidroxy-L-arginina na presença de NADPH e Ca2+, necessitando de oxigênio e mais NADPH para formar L-citrulina e NO.[13]

Entre as funções do óxido nítrico, está a capacidade de vasodilatação no músculo esquelético, aumentando o fluxo de sangue e nutrientes para o músculo, favorecendo a síntese de proteínas. O óxido nítrico também é um importante neurotransmissor e estimula a resposta imunológica, auxiliando na destruição de micro-organismos, parasitas e células tumorais.[carece de fontes?]

  • Este artigo foi inicialmente traduzido, total ou parcialmente, do artigo da Wikipédia em inglês cujo título é «Arginine».

Referências

  1. a b c d Catálogo da companhia Carl Roth Arginina, acessado em 13 de março de 2010
  2. a b c K.-J. Teresa u. a.: Nickel Ion Complexes of Amino Acids and Peptides. In: Metal Ions in Life Sciences. Band 2: Nickel and Its Surprising Impact in Nature. John Wiley & Sons, 2007, ISBN 978-0-470-01671-8; S. 67; doi:10.1002/9780470028131.ch3.
  3. «Nomenclature and Symbolism for Amino Acids and Peptides». Chem.qmul. Consultado em 3 de Março de 2014. Arquivado do original em 9 de outubro de 2008 
  4. Maria Isabel Toulson Davisson Correia e Iara Eliza Pacífico Quirino. «Arginina» (PDF). Nutrição e vida. Consultado em 3 de Março de 2014 
  5. «Nomenclature and Symbolism for Amino Acids and Peptides». iupac.qmul.ac.uk. Consultado em 23 de abril de 2025 
  6. Tapiero, H; Mathé, G; Couvreur, P; Tew, K. D (1 de novembro de 2002). «I. Arginine». Biomedicine & Pharmacotherapy (9): 439–445. ISSN 0753-3322. doi:10.1016/S0753-3322(02)00284-6. Consultado em 23 de abril de 2025 
  7. Apel F (julho de 2015). «Biographie von Ernst Schulze» (PDF). Consultado em 23 de abril de 2025. Arquivado do original (PDF) em 17 de novembro de 2015 
  8. «Zeitschrift für physiologische Chemie v.11 1887.». HathiTrust (em inglês). Consultado em 23 de abril de 2025 
  9. Schulze, E.; Winterstein, E. (1897). «Ueber ein Spaltungs-product des Arginins». Berichte der deutschen chemischen Gesellschaft (em inglês) (3): 2879–2882. ISSN 1099-0682. doi:10.1002/cber.18970300389. Consultado em 23 de abril de 2025 
  10. Schulze, E.; Winterstein, E. (1899). «Ueber die Constitution des Arginins». Berichte der deutschen chemischen Gesellschaft (em inglês) (3): 3191–3194. ISSN 1099-0682. doi:10.1002/cber.18990320385. Consultado em 23 de abril de 2025 
  11. Cohen, J. B. (1919). Organic Chemistry for Advanced Students, Part 3. [S.l.: s.n.] p. 140 
  12. Sölrensen, S. P. L. (1910). «Über die Synthese des dl-Arginins (α-Amino-δ-guanido-n-valeriansäure) und der isomeren α-Guanido-δ-amino-n-valeriansäure». Berichte der deutschen chemischen Gesellschaft (em inglês) (1): 643–651. ISSN 1099-0682. doi:10.1002/cber.191004301109. Consultado em 23 de abril de 2025 
  13. a b R. FLORA FILHO, B. ZILBERSTEIN. «Óxido nítrico: o simples mensageiro percorrendo a complexidade. Metabolismo, síntese e funções.» (PDF). scielo. Consultado em 3 de Março de 2014 
  14. Frezza, C.; Mauro, C. (13 de julho de 2015). The Metabolic Challenges of Immune Cells in Health and Disease. [S.l.]: Frontiers Media SA. p. 17. ISBN 9782889196227 
  15. Tapiero, H; Mathé, G; Couvreur, P; Tew, K. D (1 de novembro de 2002). «I. Arginine». Biomedicine & Pharmacotherapy (9): 439–445. ISSN 0753-3322. doi:10.1016/S0753-3322(02)00284-6. Consultado em 23 de abril de 2025 
  16. Stechmiller, Joyce K.; Childress, Beverly; Cowan, Linda (2005). «Arginine Supplementation and Wound Healing». Nutrition in Clinical Practice (em inglês) (1): 52–61. ISSN 1941-2452. doi:10.1177/011542650502000152. Consultado em 23 de abril de 2025 
  17. Witte, Maria B.; Barbul, Adrian (2003). «Arginine physiology and its implication for wound healing». Wound Repair and Regeneration (em inglês) (6): 419–423. ISSN 1524-475X. doi:10.1046/j.1524-475X.2003.11605.x. Consultado em 23 de abril de 2025 
  18. Andrew, Penelope J; Mayer, Bernd (15 de agosto de 1999). «Enzymatic function of nitric oxide synthases». Cardiovascular Research (3): 521–531. ISSN 0008-6363. doi:10.1016/S0008-6363(99)00115-7. Consultado em 23 de abril de 2025 
  19. Gokce, Noyan (1 de outubro de 2004). «L-Arginine and Hypertension». The Journal of Nutrition (10): 2807S–2811S. ISSN 0022-3166. doi:10.1093/jn/134.10.2807S. Consultado em 23 de abril de 2025 
  20. Kibe, Ryoko; Kurihara, Shin; Sakai, Yumi; Suzuki, Hideyuki; Ooga, Takushi; Sawaki, Emiko; Muramatsu, Koji; Nakamura, Atsuo; Yamashita, Ayano (1 de abril de 2014). «Upregulation of colonic luminal polyamines produced by intestinal microbiota delays senescence in mice». Scientific Reports (em inglês) (1). 4548 páginas. ISSN 2045-2322. PMC 4070089Acessível livremente. PMID 24686447. doi:10.1038/srep04548. Consultado em 23 de abril de 2025 
  21. Banerjee, Kasturi; Chattopadhyay, Agnibha; Banerjee, Satarupa (1 de julho de 2022). «Understanding the association of stem cells in fetal development and carcinogenesis during pregnancy». Advances in Cancer Biology - Metastasis. 100042 páginas. ISSN 2667-3940. doi:10.1016/j.adcanc.2022.100042. Consultado em 23 de abril de 2025 
  22. Rodriguez, Paulo C.; Quiceno, David G.; Ochoa, Augusto C. (15 de fevereiro de 2007). «l-arginine availability regulates T-lymphocyte cell-cycle progression». Blood (em inglês) (4): 1568–1573. ISSN 0006-4971. PMC 1794048Acessível livremente. PMID 17023580. doi:10.1182/blood-2006-06-031856. Consultado em 23 de abril de 2025 
  23. Ahern, K. G.; Van Holde, K. E.; Mathews, C. K. (2000). Biochemistry 3 ed. [S.l.: s.n.] p. 180. ISBN 978-0805330663. OCLC 42290721 
  24. a b Barnes, M. R. (16 de abril de 2007). Bioinformatics for Geneticists: A Bioinformatics Primer for the Analysis of Genetic Data. [S.l.: s.n.] p. 326. ISBN 9780470026199 
  25. Kleanthous, C. (2000). Protein-protein Recognition. [S.l.]: Oxford University Press. p. 13. ISBN 9780199637607 
  26. Unwin, R. D.; Griffiths, J. R. (2016). Analysis of Protein Post-Translational Modifications by Mass Spectrometry. [S.l.: s.n.] p. 275. ISBN 978-1-119-25088-3 
  27. Unwin, R. D.; Griffiths, J. R. (2016). Analysis of Protein Post-Translational Modifications by Mass Spectrometry. [S.l.: s.n.] p. 176. ISBN 978-1-119-25088-3 
  28. «Use of amino acids as growth hormone-releasing agents by athletes». Nutrition (em inglês) (7-8): 657–661. 1 de julho de 2002. ISSN 0899-9007. doi:10.1016/S0899-9007(02)00807-9. Consultado em 6 de setembro de 2021 
  29. a b Campbell, Bill I.; La Bounty, Paul M.; Roberts, Mike (28 de dezembro de 2004). «The Ergogenic Potential of Arginine». Journal of the International Society of Sports Nutrition (2). 35 páginas. ISSN 1550-2783. PMC 2129157Acessível livremente. PMID 18500948. doi:10.1186/1550-2783-1-2-35. Consultado em 6 de setembro de 2021 
  30. Kanaley, Jill A. (janeiro de 2008). «Growth hormone, arginine and exercise». Current Opinion in Clinical Nutrition & Metabolic Care (em inglês) (1): 50–54. ISSN 1363-1950. doi:10.1097/MCO.0b013e3282f2b0ad. Consultado em 6 de setembro de 2021 
  31. a b c «L-Arginine: MedlinePlus Supplements». medlineplus.gov (em inglês). Consultado em 6 de setembro de 2021 
  32. Pahlavani, N.; Entezari, M. H.; Nasiri, M.; Miri, A.; Rezaie, M.; Bagheri-Bidakhavidi, M.; Sadeghi, O. (abril de 2017). «The effect of l-arginine supplementation on body composition and performance in male athletes: a double-blinded randomized clinical trial». European Journal of Clinical Nutrition (em inglês) (4): 544–548. ISSN 1476-5640. doi:10.1038/ejcn.2016.266. Consultado em 6 de setembro de 2021 
  33. «Therapeutic Benefits of l-Arginine: An Umbrella Review of Meta-analyses». Journal of Chiropractic Medicine (em inglês) (3): 184–189. 1 de setembro de 2016. ISSN 1556-3707. PMC 5021928Acessível livremente. PMID 27660594. doi:10.1016/j.jcm.2016.06.002. Consultado em 6 de setembro de 2021 
  34. «d-ARGININE HYDROCHLORIDE». Organic Syntheses (em inglês). 4 páginas. 1932. ISSN 0078-6209. doi:10.15227/orgsyn.012.0004. Consultado em 23 de abril de 2025 
  35. Drauz, Karlheinz; Grayson, Ian; Kleemann, Axel; Krimmer, Hans-Peter; Leuchtenberger, Wolfgang; Weckbecker, Christoph (2007). «Amino Acids». John Wiley & Sons, Ltd (em inglês). ISBN 978-3-527-30673-2. doi:10.1002/14356007.a02_057.pub2. Consultado em 23 de abril de 2025 
  36. «Alimentos ricos em Arginina». Dietasgratis. Consultado em 9 de Julho de 2014. Arquivado do original em 14 de julho de 2014 
  37. «7 melhores alimentos que contêm arginina». Centrodeartigos. Consultado em 9 de Julho de 2014 
  38. «Quais São as Fontes de Arginina/L-Arginina?». Ganharpeso. Consultado em 9 de Julho de 2014. Arquivado do original em 14 de julho de 2014 
  39. «Bases moleculares dos efeitos da suplementação crônica com arginina sobre a sensibilidade à insulina» (PDF). USP. Consultado em 24 de Maio de 2014 
  40. «Farmacologia da L-arginina em pacientes com câncer». ebah.com. Consultado em 24 de Maio de 2014 
  41. «Papel do óxido nítrico em um modelo animal de ansiedade». unicamp. Consultado em 24 de Maio de 2014