Rhinella schneideri

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Disambig grey.svg Nota: Não confundir com Rhinella marina.
Como ler uma infocaixa de taxonomiaSapo-cururu
Sapo-boi
Um indivíduo adulto

Um indivíduo adulto
Estado de conservação
Espécie pouco preocupante
Pouco preocupante (IUCN 3.1)
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Amphibia
Ordem: Anura
Família: Bufonidae
Género: Rhinella
Espécie: R. schneideri
Nome binomial
Rhinella schneideri
(Werner, 1894)
Distribuição geográfica
Em vermelho, a distribuição da espécie na América do Sul
Em vermelho, a distribuição da espécie na América do Sul
Sinónimos
Bufo paracnemis
Bufo schneideri

O sapo-cururu (nome científico: Rhinella schneideri, antiga nomenclatura: Bufo paracnemis), também conhecido como sapo-boi, é uma espécie de anuro da família Bufonidae. É nativo da Argentina, da Bolívia, do Brasil, do Paraguai e do Uruguai. É encontrado nos biomas do Chaco, da Mata Atlântica, do Pantanal e do Cerrado, sendo visto principalmente em áreas abertas e peridomiciliares.

Os machos possuem em média 13 centímetros e as fêmeas 15, sendo a maior espécie de anuro da América do Sul. Sua cor varia entre o castanho-claro ao escuro, com manchas marrons. Possui as glândulas parotóides e paracnêmis bastante desenvolvidas, o que a diferencia das outras espécies. Não possuem dimorfismo sexual evidente. Quando são girinos, possuem o corpo preto e oval, com a cauda curta e transparente. O ovo possui em média 1,8 milímetro.

Possui uma alimentação basicamente carnívora, se alimentando de invertebrados, como insetos e aranhas, e vertebrados, como aves e roedores. A espécie também se alimenta de matéria vegetal, mas não se sabe se a ingestão é proposital. Se reproduz entre julho e outubro, com o macho vocalizando para atrair as fêmeas. É uma das poucas espécies que não vocalizam somente no período reprodutivo. O seu amplexo é axilar, e pode durar até 40 horas para que haja a oviposição. Os ovos são depositados em um cordão gelatinoso, contendo mais de 5 mil ovos, que são aderidos a plantas aquáticas. Quando os ovos eclodem, os girinos formam grupos com dezenas ou centenas de indivíduos.

Como a maior parte dos bufonídeos, essa espécie é capaz de secretar veneno, com o objetivo de afugentar os predadores, como cobras. Possui um veneno extremamente resistente, com características cardiotóxicas, devido a sua semelhança com cardioglicosídeos. Pode causar desde náuseas e vômitos até paralisia e a morte. Diferente de muitos mitos a respeito da espécie, ele é incapaz de esguichar propositalmente veneno, sendo necessário que suas glândulas sejam pressionadas, fazendo com que ele seja totalmente inofensivo ao ser humano, já que seria necessário que isso fosse feito e que a toxina fosse ingerida ou entrasse em contato com as mucosas para que possa causar algum mal.

Taxonomia[editar | editar código-fonte]

A espécie foi descrita pela primeira vez em 1894, pelo zoólogo austríaco Franz Werner, dando o nome de Bufo schneideri e considerando como nativa do Paraguai. Em 1925, a espécie passou por uma revisão, feita pelo zoólogo brasileiro Adolfo Lutz, na qual a espécie passou a ser chamada de Bufo paracnemis. Em 2007, os zoólogos Juan Carlos Chaparro, Jennifer Pramuk e Andrew Gluesenkamp, fizeram outra revisão taxonômica, mudando o seu gênero de Bufo para Rhinella, sendo chamada a partir deste momento de Rhinella schneideri.[1]

De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), é preciso que se realize novos estudos taxonômicos, pois existe a possibilidade da espécie ser, na verdade, um complexo específico.[2]

O seu nome científico é uma homenagem ao naturalista alemão Gustav Schneider (1834-1900),[3] que costumava apoiar museus de história natural e herpetologistas.[4] No Brasil é conhecido popularmente como "sapo-cururu", devido a sua vocalização típica, e "sapo-boi", devido ao seu tamanho e pela associação de seu coaxar com o mugido de um boi.[5] Seu antigo nome científico é uma alusão ao fato da espécie possuir glândulas paracnêmis, o que a diferenciava de outras espécies.[6]

Distribuição e conservação[editar | editar código-fonte]

É frequente em vários habitats, como o Chaco, a Mata Atlântica e o Cerrado, mas é mais comum em áreas abertas e urbanas. Possui uma ampla distribuição, abrangendo grande área da América do Sul, com altitudes entre 0 e 2 000 m. Na Argentina é encontrado nas províncias de Misiones, Corrientes, Chaco, Entre Ríos, Formosa, Jujuy, Salta, Santiago del Estero, Córdova, Santa Fe, e Tucumán; na Bolívia é encontrado nas províncias de Beni, Cochabamba, Chuquisaca, Santa Cruz e Tarija; no Brasil é encontrado do estado do Ceará ao estado do Rio Grande do Sul; no Paraguai é encontrado em todo país e no Uruguai é encontrado nos departamentos de Artigas, Salto, Paysandu, Río Negro e Soriano.[2][7]

É uma espécie bastante comum, havendo, inclusive, um aumento em sua população. A IUCN a classifica como espécie pouco preocupante (LC), por ter uma ampla distribuição e população e por se adaptar facilmente aos habitats. Atualmente não existe nenhum perigo para a espécie, sendo os principais problemas localizados em pequenas áreas, como a morte por apicultores e o seu uso como animal doméstico.[2]

Descrição e comportamento[editar | editar código-fonte]

Um filhote sobre uma mão.

O macho e a fêmea medem em média respectivamente 13 e 15 centímetros, mas podem atingir os 25 centímetros, sendo a maior espécie de sapo da América.[8] A cor do seu dorso varia entre o castanho-claro ao escuro, com várias glândulas expostas e manchas ou pontos marrons. Já os jovens possuem o dorso negro com manchas e faixas brancas. O ventre e o pescoço são esbranquiçados, com pequenos pontos escuros salpicados. Seu corpo é globular, curto e robusto. Suas glândulas parotóides são bastante desenvolvidas, estão localizadas atrás do tímpano e possuem formato de feijão e as glândulas paracnêmis estão localizadas na tíbia. Possui um corpo robusto, com o ventre marrom-claro ou creme com manchas escuras.[9]

Sua cabeça é curta e larga. Seu focinho é arredondado quando visto pelo dorso e truncado quando visto de perfil. O tímpano é visível e é um pouco menor que o olho. Seus membros são curtos, com as pernas traseiras são frágeis. Os dedos são finos, e não possui membrana interdigital ou tubérculos. Sua pupila é larga e possui formato de fenda.[7] Não há dimorfismo sexual evidente na coloração da pele.[10]

É difenciado do Rhinella bergi, Rhinella granulosa, Rhinella scitula e Melanophryniscus fulvoguttatus por ter um tamanho maior e as glândulas parotóides mais desenvolvidas.[9] Pode ser diferenciado do Rhinella marina pela presença de glândulas de veneno nas patas traseiras.[5] Também pode ser confundido com o sapo-americano (Anaxyrus americanus),[11] porém não compartilham o mesmo habitat.[12]

São animais terrestres e noturnos, sendo encontrados em áreas abertas e peridomiciliares.[9] Durante o dia, se encondem dentro de calhas e debaixo de pedra, pedaços de madeira e pilhas de tijolos. Durante a noite, são encontrados comumente próximos a postes de iluminação, onde capturam insetos atraídos pela luz.[13]

Alimentação[editar | editar código-fonte]

Um indivíduo se alimentando de uma vespa.

Como a maior parte dos anfíbios, possui uma alimentação basicamente carnívora, se alimentando de invertebrados (como insetos e aranhas) a pequenos vertebrados (como camundongos e aves).[9] Isso faz com que a espécie seja classificada como generalista e oportunista. A partir de estudos, foi possível identificar que os alimentos mais frequentes sejam coleópteros e formigas. A ingestão de formigas é muito importante, pois substâncias presente nesses insetos, como o ácido fórmico, faz com que seja investido grandes quantidades de energia para metabolizá-las, e que sejam consumidos itens de baixo ganho de energia. A metabolização destas substâncias também auxilia na produção de bufotoxinas. O tamanho da cabeça dos indivíduos está fortemente relacionada as presas que serão predadas por estes, que as selecionam de acordo com o tamanho e quantidade.[14] As presas são capturadas com a língua, que é elástica e pegajosa.[15]

Também foram indentificados em pesquisas que a espécie se alimenta de plecópteros, que são pequenos insetos aquáticos, o que leva a acreditar que a espécie se alimenta próxima a corpos d'água.[14]

O sapo também pode se alimentar de material vegetal, porém não se sabe se a ingestão é voluntária ou não, podendo ocorrer durante a captura da presa e ocorrer acidentalmente a ingestão, ou servir para auxiliar a digestão do exoesqueleto dos insetos e combater parasitas intestinais, ou ainda servir como aditivo nutricional.[14]

Predadores e parasitas[editar | editar código-fonte]

Um carrapato sugando sangue de um indivíduo.

Quando são adultos, possuem poucos predadores, devido ao seu veneno, porém ainda pode ser morto por outros animais, como cobras e cães, mas estes, com a ação da bufotoxina liberada quando os abocanham, não atacam os outros indivíduos.[16] Já quando girinos, possuem inúmeros predadores, sendo aqueles que compartilham o mesmo corpo d'água que eles, como peixes e insetos. Como os corpos d'água escolhidos para a reprodução geralmente são pequenos, os principais predadores se tornam os besouros-d'água.[17] A presença de predadores no mesmo local pode acarretar em duas consequências: ou os girinos mudam de habitat, ou se desenvolvem mais rápido.[18]

A espécie pode ser acometida por uma série de parasitas, podendo ser internos ou externos. Internamente, são acometidos por várias espécies de nematódeos, os contraindo de forma cutânea. Os órgãos mais afetados são o pulmão e o intestino.[19] Já externamente, podem ser atacados por carrapatos e sanguessugas. As espécies de carrapatos mais comuns estão no gênero Amblyomma e na família Argasidae, sendo este último mais raro e com poucos casos registrados. Já de sanguessuga, a espécie mais comum é a Batracobdella picta. Ambas os parasitas podem transmitir patógenos, sendo principalmente protozoários do filo Apicomplexa.[20]

Reprodução[editar | editar código-fonte]

Grupo de girinos.

Sua reprodução é explosiva, ou seja, dura poucos dias e todos os participantes chegam de maneira sincrônica, e ocorre esporadicamente entre julho e outubro, período compreendido entre a estação seca e o início da chuvosa. Os machos vocalizam na margem ou no interior de lagoas, com a parte posterior do corpo submersa. Diferente de outras espécies, vocaliza o ano todo e não apenas na época reprodutiva.[7] Seu canto de anúncio é formado por notas simples e multipulsionadas, sendo grave e repetitivo. Seu amplexo é axilar, podendo durar até 40 horas para que haja a oviposição.[13] As fêmeas depositam mais de 5 000 ovos em cordões gelatinosos em corpos d'água permanentes ou temporários,[9][3] sendo aderidos em plantas aquáticas.[21] De acordo com a lista de modos reprodutivos de anuros desenvolvida por Célio Haddad e Cynthia Prado, a espécie utiliza o Modo 1, que consiste na postura dos ovos em água lêntica e com os girinos sendo exotróficos (que se alimenta na água).[22] O ovo mede 1,8 milímetro de diâmetro.[10]

Os girinos são pretos, com a cauda curta e transparente. Sua fórmula das fileiras de dentes labiais (FFDL) é 2(2)/3.[9] Seu corpo é oval e possui 24 milímetros. Suas narinas são largas, com forma oval, direcionada a lateral do dorso e possui uma projeção na borda.[7] São encontrados em locais rasos e em grupos, que podem conter de dezenas a centenas de indivíduos.[9]

Veneno[editar | editar código-fonte]

Como a maior parte dos bufonídeos, essa espécie é capaz de secretar bufotoxinas a partir de suas glândulas parotóides e paracnêmis. O veneno é usado para afugentar predadores, como cobras, que ao tentar abocanhar o indivíduo, acaba pressionando uma de suas glândulas, fazendo com que a toxina seja liberada na boca, o que lhe causa incomodo e faz soltar o sapo. Se o veneno for ingerido, o animal costuma ter náuseas e vômitos, podendo chegar a ter paralisia e até levar a morte.[7] Caso o veneno entre em contato com os olhos ou mucosas, costuma se ter forte incômodo e ardência.[6] Causa os mesmos sintomas quando o ser humano o ingere ou deixa o veneno entrar em contato com as mucosas.[23]

O veneno, quando extraído, pode possuir o aspecto de um líquido espesso, cremoso ou leitoso, e possui a cor amarelada. É extremamente resistente, não sofrendo alterações quando exposto a luz, calor e até ácidos fortes. Porém consegue ser dissolvido em bases, devido a abertura do anel lactônico. Possui estrutura biológica parecida com um cardioglicosídeo, que tem como função a inibição da enzima Na+/ K+ ATPase, e faz com que o coração bata mais forte e mais devagar. Possui características neuro, cardio e hemotóxicas. É composto principalmente por alcaloides.[24]

Várias culturas usam o seu veneno, assim como a de outras espécies de sapos, para diversas funções. Na América do Sul, os indígenas o usam para envenenar as pontas das zarabatanas para poder caçar animais e pescar e também são usados em rituais religiosos. Na cultura oriental, as bufotoxinas são usadas como remédio, para curar desde dores de dente até problemas cardiovasculares.[25]

Normalmente não representa risco ao ser humano, pois para que haja uma intoxicação é necessário que as glândulas sejam pressionadas e que o veneno seja levado até a boca ou o olho. O maior risco é para animais domésticos, como cães, que ao tentar brincar ou abocanhar o sapo, pode acabar pressionando e ingerindo a toxina, fazendo com que ela seja absorvida pelo trato gastrointestinal. O que também pode acontecer é o cão sujar a pata com a secreção, e ao limpá-la, acabe engolindo parte. Devido o veneno ser principalmente cardiotóxico e possuir estrutura semelhante a de um cardioglicosídeo, um exame para saber a concentração plasmática de digoxina apresentaria um falso positivo.[26]

Cultura popular[editar | editar código-fonte]

Assim como a maior parte dos sapos, o sapo-cururu não é bem visto por parte da população, por achá-lo "feio" e "nojento". Também existe a associação do sapo a bruxaria,[9] já que eles são utilizados em rituais de magia negra e em algumas religiões de matriz africana, onde se adicionam objetos em seu interior e costuram sua boca.[27]

Um dos maiores mitos que dessa espécie é a sua capacidade de esguichar veneno, o que não é verdade, pois não se trata de algo voluntário, já que é preciso que suas glândulas sejam pressionadas e mesmo assim, a toxina não é jorrada com pressão. Isso pode prejudicar a espécie, já que as pessoas podem matá-lo ao achar que ele irá lançar "leite" (nome dado popularmente seu veneno) nos seus olhos, sendo que ele é totalmente inofensivo, pois seria necessário que isso seja feito e que o veneno seja ingerido ou entre em contato com o olho ou mucosas para que possa causar algum mal.[28]

A espécie é citada diversas vezes em obras da literatura brasileira, como no poema de Manuel Bandeira Os Sapos, que foi uma crítica ao Parnasianismo.[29] Ela é bastante citada em músicas infantis, como Sapo Cururu, gravado pelo projeto Galinha Pintadinha.[30] A banda Raimundos também gravou uma música onde o sapo-cururu aparece, a faixa Língua Presa, do álbum Só no Forevis.[31]

Referências

  1. «Rhinella schneideri (Werner, 1894)» (em inglês). AMNH. Consultado em 16 de dezembro de 2017. 
  2. a b c «Rhinella schneideri (Cururu Toad)» (em inglês). IUCN Red List. Consultado em 24 de janeiro de 2016. 
  3. a b «SAPO-GIGANTE». Instituto Rã-bugio para Conservação da Biodiversidade. Consultado em 27 de janeiro de 2017. 
  4. Bo Beolens, Michael Watkins, Michael Grayson. «The Eponym Dictionary of Amphibians» (em inglês). Google Books. Consultado em 5 de janeiro de 2018. 
  5. a b «Rhinella schneideri». Projeto Cantão. Consultado em 16 de dezembro de 2017. 
  6. a b «Cururu Toad» (em inglês). WAZA. Consultado em 6 de janeiro de 2018. 
  7. a b c d e «Rhinella schneideri Cururu Toad, Rococo Toad» (em inglês). Amphibiaweb. Consultado em 24 de janeiro de 2017. 
  8. SCHALINSKI, Márcio. «Agricultores encontram sapo gigante raro em Guaramirim». OCP Online. Consultado em 16 de dezembro de 2017. 
  9. a b c d e f g h Uetanabaro, Masao (2008). Guia de Campo de Anuros do Pantanal e Planaltos do Entorno. Campo Grande, MS: UFMS. p. 61-62. ISBN 978-85-7613-135-9 
  10. a b «Rhinella schneideri» (em espanhol). SIB. Consultado em 27 de janeiro de 2017. 
  11. «Sapo-boi (Rhinella schneideri)». iNaturalist. Consultado em 16 de dezembro de 2017. 
  12. «Anaxyrus americanus» (em inglês). Amphibiaweb. Consultado em 16 de dezembro de 2017. 
  13. a b «Rhinella schneideri – Sapo cururu». Eu Quero Biologia. Consultado em 6 de janeiro de 2018. 
  14. a b c «Diet of Rhinella schneideri (Werner, 1894) (Anura: Bufonidae) in the Cerrado, Central Brazil» (PDF) (em inglês). Hepertology Notes. Consultado em 27 de janeiro de 2017.. Cópia arquivada em 27 de janeiro de 2017 
  15. «Sapo-cururu (Família Bufonidae)». Brasil Escola. Consultado em 16 de dezembro de 2017. 
  16. OLIVEIRA, Raquel. «Sapo-cururu, na beira do rio…». Ciência Hoje. Consultado em 6 de janeiro de 2018. 
  17. KEHR, Arturo I. (2009). «Intestinal, Body and Tail Plasticity in Rhinella schneideri (Bufonidae) Tadpoles Induced by a Predator Insect (Belostoma elegans)» (PDF). Hikari. Consultado em 6 de janeiro de 2018. 
  18. KEHR, Arturo I.; GÓMES, Valeria I. (2014). «Influence of density and predators on metamorphic size in Rhinella schneideri tadpoles raised in mesocosm conditions» (PDF). CONICET. Consultado em 6 de janeiro de 2018. 
  19. GONZÁLEZ, Cynthya Elizabeth; HAMANN, Monika Inés (2008). «Nematode parasites of two anuran species Rhinella schneideri (Bufonidae) and Scinax acuminatus (Hylidae) from Corrientes, Argentina» (em inglês). SciELO. Consultado em 6 de janeiro de 2018. 
  20. LUZ, Hermes Ribeiro; FACCINI, João Luiz Horácio. «PARASITISMO POR CARRAPATOS EM ANUROS NO BRASIL. REVISÃO». UNESP. Consultado em 6 de janeiro de 2018. 
  21. Christopher M. Schalk. «Rhinella schneideri (Rococo Toad) Breeding Site» (em inglês). ResearchGate. Consultado em 5 de janeiro de 2018.. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2018 
  22. HADDAD, Célio; PRADO, Cynthia. «Reproductive Modes in Frogsand Their Unexpected Diversityin the Atlantic Forest of Brazil» (em inglês). ResearchGate. Consultado em 5 de janeiro de 2018.. Cópia arquivada em 5 de janeiro de 2018 
  23. Redação (19 de agosto de 2016). «É verdade que a urina do sapo pode cegar uma pessoa?». Mundo Estranho. Consultado em 7 de janeiro de 2018. 
  24. BALDO, Mateus Amaral (26 de agosto de 2010). «Isolamento e caracterização bioquímica de toxinas do veneno de Rhinella schneideri e avaliação de seus efeitos sobre a atividade da Na+K+-ATPase e de suas ações neurotóxicas» (PDF). Biblioteca Digital da USP. Consultado em 6 de janeiro de 2018. 
  25. ANDRADE, Geraldino Silva (3 de julho de 2011). «Bufadienolídeos da secreção cutânea de Rhinella schneideri (Anura:Bufonidae) : isolamento, caracterização, modificações químicas e avaliação da atividades biológicas» (PDF). Biblioteca Central da UNB. Consultado em 6 de janeiro de 2018. 
  26. FERREIRA, Sandro Rostelato (2012). «EFEITOS DO VENENO DE Rhinella schneideri SOBRE A JUNÇÃO NEUROMUSCULAR» (PDF). Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp. Consultado em 6 de janeiro de 2018.. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2018 
  27. «Por que se usam sapos em feitiçaria?». Alma Mística. Consultado em 6 de janeiro de 2018.. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2018 
  28. «biologia de anfíbios». Instituto Butantan. Consultado em 6 de janeiro de 2018.. Cópia arquivada em 6 de janeiro de 2018 
  29. «"Os Sapos": ironia ao discurso parnasiano». Diário do Nordeste. Consultado em 6 de janeiro de 2018. 
  30. «Sapo Cururu». Letras.mus. Consultado em 6 de janeiro de 2018. 
  31. «Lingua Presa». Letras.mus. Consultado em 6 de janeiro de 2018. 

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