Família real sueca

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A família real da Suécia consiste, desde 1818, num número de pessoas da Casa de Bernadotte intimamente relacionadas com o Rei ou a Rainha da Suécia. Têm direito a títulos reais e estilo (maneira de endereço) e alguns executam compromissos oficiais e deveres cerimoniais de Estado. A família alargada do rei consiste em outros parentes próximos que não são reais.

História[editar | editar código-fonte]

A família real sueca em 1905

A família real sueca tem sido capaz de ser identificada como existente a partir do século X, mas mais detalhes precisos apenas foram adicionados durante os dois ou três séculos que se seguiram. Monarcas historicamente confirmados estão listados oficialmente pela corte real sueca. [1]

Até 1620, as províncias suecas foram concedidas como apanages territoriais de príncipes reais que, como duques da mesma, governaram de forma semiautônoma. Desde então, esses ducados provinciais existem na família real apenas nominalmente, ainda que cada Príncipe e Princesa mantenha tradicionalmente uma ligação especial e pública e, às vezes, tenha uma residência secundária no seu ducado.

Os filhos dos reis suecos detinham ou detêm o título de príncipe como um título de nobreza (por exemplo, Fredrik Vilhelm, Furste av Hessenstein), ou um título de cortesia para uma ex-dinastia (por exemplo, Prins Oscar Bernadotte) ou, mais frequentemente, um título como uma dinastia real (por exemplo, o príncipe Bertil da Suécia, Duque da Halândia).

Família real atual [2][editar | editar código-fonte]

Família real sueca

Membros colaterais[editar | editar código-fonte]

Os membros não oficiais da família real, mas considerados como parte da corte real sueca:

Das pessoas referidas acima, as princesas Margarida, Desidéria e Cristina, irmãs mais velhas de Carlos XVI Gustavo, permanecem princesas como cortesia, mas já não são referidas como princesas oficiais da Suécia nem possuem o estilo de Alteza Real. Isto resultou de seus casamentos com pessoas que não são da realeza. Para casamentos similares, vários parentes do sexo masculino na Casa de Bernadotte tinham desistido dos seus lugares na linha de sucessão ao trono sueco e todos os seus títulos reais. Desde que as mulheres não tinham dieito a suceder ao trono antes de 1979, as três irmãs foram autorizadas a manter o prefixo "princesa" como um título honorífico.

No dia 07 de outubro de 2019, o rei Carlos Gustavo fez reformas na casa real, retirando os estilos de Alteza Real de seus netos príncipe Alexandre, Duque de Sudermânia, príncipe Gabriel, Duque de Dalarna, princesa Leonor, Duquesa da Gotalândia, príncipe Nicolau, Duque de Angermânia e da Princesa Adriana, Duquesa de Blecíngia.[3]

Casa real da Suécia atual[editar | editar código-fonte]

Em outubro de 2019, o rei Carlos Gustavo decidiu que apenas os seguintes membros fariam parte da casa real - que é diferente de família real - tendo direitos e deveres com a Chefia de Estado:

Família real desde 1818[editar | editar código-fonte]

Esta lista excluiu cônjuges. Monarcas estão em negrito e membros vivos em itálico.

Monogramas[editar | editar código-fonte]

Cada membro da família real sueca tem o seu monograma real próprio.

Brasões de armas dos membros da família real sueca[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «The Bernadotte Dynasty - Sveriges Kungahus». www.kungahuset.se (em inglês). Consultado em 7 de outubro de 2019 
  2. «Royal Family - Sveriges Kungahus». www.kungahuset.se (em inglês). Consultado em 7 de outubro de 2019 
  3. «Communiqué on changes to The Royal House - Sveriges Kungahus». www.kungahuset.se (em inglês). Consultado em 7 de outubro de 2019 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]