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Colégio de São Bento do Rio de Janeiro

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(Redirecionado de Colégio São Bento)
Colégio de São Bento do Rio de Janeiro
CSB
Informação
ApelidoMelhor Colégio do Brasil
Localização Rio de Janeiro,  Brasil
Rua Dom Gerardo, 68
Coordenadas22° 53′ 52″ S, 43° 10′ 47″ O
Tipo de instituiçãoEnsino Privado
Fundação1858 (168 anos)
Abertura09 de fevereiro de 1858 (168 anos)
Patrono(a)São Bento
LemaOra et labora (traduzido do latim, significa "ore e trabalhe")
CoresAzul, vermelho e amarelo
Cursos oferecidosensino fundamental, ensino médio
Orientação religiosaCatólica Apostólica Romana
MantenedoraMosteiro de São Bento do Rio de Janeiro
Classificação
no Enem (2010)[1]
(com 100% de participação)
Grupo 1: 75% ou mais de participação.
761,7 pontos
1º ( Rio de Janeiro)
1º (Brasil)
Reitor(a)Dom Filipe da Silva OSB
Página oficial
http://csbrj.org.br

O Colégio de São Bento do Rio de Janeiro é um estabelecimento de ensino confessional católico, exclusivamente para meninos, dirigido e mantido pelos monges beneditinos do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro. É uma referência histórica da presença da Ordem de São Bento no Brasil e uma das mais antigas instituições de ensino em funcionamento no país. Além disso, o Colégio é conhecido por ser uma das instituições do país que mais vezes lideraram o ranking do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).[2][3][4]

O Colégio segue um currículo amplo, inspirado pelas características monásticas da Ordem Beneditina, que inclui teologia, música, álgebra, geometria, física, química, biologia, cultura clássica, literatura brasileira e portuguesa, geografia, história, português, espanhol, francês e inglês, filosofia, sociologia, bem como história da música, arquitetura e belas-artes, entre outras disciplinas.[5]

História

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Vista do Mosteiro de São Bento numa aquarela de Debret ilustrando a chegada ao Rio de Janeiro da princesa Maria Leopoldina de Áustria em 1817.
Fachada frontal da Igreja de Nossa Senhora de Montserrat, do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro.

O Colégio foi formalmente constituído pelos monges do Mosteiro de São Bento em 1858, tendo o abade Frei Luís da Conceição Saraiva como seu fundador. A partir de 1904, passou a funcionar num prédio ao lado da Igreja de Nossa Senhora do Monte Serreado, já sobre o Morro de São Bento. Em 1929, transferiu-se para um prédio no número 42 da Rua Dom Gerardo (o mesmo endereço onde, atualmente, se localiza a atual Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro, também pertencente ao Mosteiro).[6] Até 1960, todos os professores do colégio eram homens, seguindo as normas monásticas da Ordem São Bento. No entanto, a partir desse ano, o Colégio passou a também admitir professoras, mantendo, no entanto, o ensino exclusivo para meninos.[7] Em 1971, mudou-se para um novo prédio em estilo brutalista, projetado pelo arquiteto e ex-aluno Mauro Guaranys, com colaboração de Lúcio Costa, ao lado do mosteiro homônimo, de onde podem ser observados o Porto do Rio de Janeiro, o Museu do Amanhã e a Praça Mauá.[8][9]

Exame Nacional do Ensino Médio

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Nos anos de 2005, 2007 e 2010,[nota 1] foi o primeiro colocado no ranking nacional do Exame Nacional do Ensino Médio e, nos anos de 2009 e 2011, ficou em primeiro lugar no ranking estadual, além de ter sido o segundo no ranking nacional em 2006. No ano de 2012, o Colégio conquistou o 1º lugar em redação e 4º nas questões objetivas nacionalmente, sendo novamente o 1º no ranking estadual. Esses bons resultados renderam à instituição a reputação de melhor colégio brasileiro.[10][11][12][13][14][15] Em 2014, o Colégio alcançou o primeiro lugar na ranking nacional novamente.[2][3][4][16]

Educação Integral do Ser Humano

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Imagem de São Bento onde o santo carrega um livro com sua regra: Ora et Labora, lema e síntese da metodologia de ensino beneditina, retratada no Mosteiro de Wernberg, na Áustria

A metodologia de ensino do Colégio de São Bento é denominada Educação Integral do Ser Humano, defendida pelo reitor e educador Dom Lourenço, sob a influência de Jacques Maritain. Trata-se de tese consolidada que se distingue por compreender a educação como formação completa e rigorosa do indivíduo como pessoa. Isto é, em vez de limitar o ensino à mera transmissão de conteúdos ou apenas ao preparo técnico para o mercado, a metodologia busca desenvolver inteligência, caráter, disciplina interior, sensibilidade moral e responsabilidade social. Dentro da ótica beneditina, é aplicada sob tutela da Regra de São Bento, de forma que valoriza a escuta, o estudo rigoroso, a convivência e a busca constante pela verdade, uma característica particularmente presente em metodologias de ensino cristãs, como a escolástica, e com forte influência do pensamento agostiniano.[17][18]

Assim, a proposta beneditina defende que o estudante não é uma peça de engrenagem econômica, mas alguém dotado de dignidade, liberdade e vocação. Por isso, o ensino humanístico ocupa papel central. Durante a formação, o ensino de literatura, filosofia, história, artes e ciências é utilizado para ampliar a visão de mundo e fortalecer o senso crítico que cultiva a capacidade de pensar com profundidade. Somado ao rigor acadêmico, que não se trata de um fim em si mesmo, cria-se caminho para a excelência intelectual do aluno, de forma que o bom desempenho é atingido como mero resultado, e não como objetivo central. A dogmática dessa metodologia resume-se ao ensinamento beneditino "Ora et Labora", isto é, reze e trabalhe.[18]

O sucesso do modelo foi tamanho que seu principal defensor, Dom Lourenço, chegou a integrar diversos quadros nacionais, estaduais e internacionais de ensino, como o Conselho Federal de Educação. Atualmente, sua metodologia é lembrada como uma alternativa a modelos sistemáticos de ensino e muitas vezes é apresentada como uma opção contrária às visões de outros educadores brasileiros, como Paulo Freire.[19]

Brasão da abadia de Nossa Senhora de Montserrat do Rio de Janeiro

O brasão do Colégio de São Bento do Rio de Janeiro deriva do brasão da Abadia. Ele apresenta dois elementos principais: o Monte Serrado, que faz alusão ao santuário catalão de Monserrate, onde se venera a Santíssima Virgem Mãe de Deus; o leão com o báculo, que simboliza as virtudes da coragem, da bravura e da magnanimidade, associadas na Idade Média à Ordem de São Bento. O báculo, ainda, faz referência ao poder abacial, com seu múnus pastoral.[9]

O Colégio também possui um escudo alternativo, utilizado em seus uniformes, onde se retira a heráldica leonina do Mosteiro, mantendo-se apenas uma versão simplificada do Monte Serrado.[9]

Parte superior do diploma conferido aos concluintes do ensino médio. Nele, pode-se ver o brasão alternativo do colégio.

Condecorações

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O Colégio de São Bento foi condecorado no dia 29 de março de 2010 com a insígnia da Ordem do Mérito Judiciário do Distrito Federal e dos Territórios, a mais alta ordem honorífica do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, por ter prestado relevantes serviços à cultura jurídica em geral, bem como ao Poder Judiciário do Distrito Federal e Territórios. Foi a primeira instituição educacional a receber tal prêmio.[4][20]

Insignia da Ordem do Mérito Judiciário do Distrito Federal e dos Territórios (OMJDFT)

Representação na mídia

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Em 2014, o Colégio foi cenário do filme Casa grande e, com a aprovação do abade Dom Felipe, cedeu sua estrutura para as gravações. O filme, dirigido pelo ex-aluno Fellipe Barbosa, a partir de um roteiro do diretor e de Karen Sztajnberg, conta a história de um casal da classe média alta que é afetado por uma crise financeira, levando-o à falência, ao mesmo tempo que precisa lidar com os problemas do filho, que começa a vivenciar experiências da adolescência. A produção contou com a participação de professores reais do Colégio, como Sebastião Pereira, além do elenco integralmente composto por ex-alunos que se formaram entre 2012 e 2013, entre eles o protagonista Thales Cavalcanti, pois foi julgada pela produção como única a relação cultivada dentro da escola, e apenas aqueles que a viveram seriam capazes de replicá-la.[21]

O Colégio também já foi representado em obras literárias, como Os beneditinos, de José Trajano, um livro de memórias que acompanha o próprio autor, já idoso, aos 72 anos, desempregado e vivendo uma fase solitária da vida. A partir dessa realidade, ele revisita suas lembranças de infância e juventude no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, especialmente os anos em que estudou no Colégio de São Bento.[22]

Em 2006 foi publicado o livro Pula, pula, macacada, que amanhã não tem mais nada, uma compilação de crônicas de ex-alunos da turma de 1993, em que são contadas diversas das mais absurdas histórias ocorridas no Colégio. Em 2014, o livro foi relançado pela editora Oito e Meio.[23] Em 2026, a obra ganhou uma terceira edição, revista e ampliada. Coorganizada por Daniel Seidl de Moura e Fernando Carneiro M. Valente, a nova edição (independente) conta com a participação de ex-alunos de outras épocas, como o jornalista José Trajano, o tradutor Carlos Nougué, o humorista Helio de la Peña, o escritor Raphael Montes (no texto de contracapa) e o cineasta Fellipe Barbosa (no texto de orelha).[24]

Além disso, em 1917 o Colégio foi palco da primeira obra documentada de Lamartine Babo, ex-aluno, que vencera uma competição interna de escrita, realizada dentro do Ginásio do Colégio. O poema, chamado "O frade que pedia esmola", narra de maneira bem-humorada a existência de uma casa muito conceituada, onde um frade pede esmolas para alimentar os pobres, mas por avareza retém sua parte.[25]

Hino do Colégio

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O Colégio tem um hino próprio, utilizado em cerimônias solenes, como a abertura dos Jogos Internos, hasteamento da bandeira nacional e formaturas. O hino, denominado Hino a São Bento, conta a história do padroeiro São Bento de Núrsia e relembra seus feitos e sua vocação.[26][27][9]

Representação de São Bento na Sacristia de Frari, em Veneza, na Itália
Estátua de São Bento na entrada do mosteiro.

Hino a São Bento

Pai dos monges, conduzi-nos

Pelas sendas do Senhor

Dilatai as nossas almas

Pela paz e pelo amor


Bento Jovem, deixa o mundo

Procurando a solidão

Troca os livros e os palácios

Pela Santa Vocação


Dia e noite, como os anjos

Faz subir da terra aos céus

Hinos, salmos e louvores

Para o trono de seu Deus


Já refulge vossa face

Na celeste eterna luz

Até vós, Bento guiai-nos

Sob o lábaro da cruz

Reitores (até 1903, diretores)

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Pátio interno do mosteiro, onde muitos dos reitores foram enterrados, como pode ser observado nas inscrições das lápides no piso.
O reitor Dom Lourenço, educador beneditino, e mais longevo reitor do Colégio.
  • Abade Frei Luís da Conceição Saraiva (fundador), 1858 - 1860
  • Presidente Frei Antônio de Santa Águeda Carneiro, 1860
  • Abade Frei Saturnino de Santa Clara Antunes de Abreu, 1860 - 1863
  • Abade Frei José da Purificação Franco, 1863 - 1872
  • Abade Frei Manoel de São Caetano Pinto, 1872 - 1881
  • Abade Frei José da Purificação Franco, 1881 - 1884
  • Abade Frei Manoel de Santa Catarina Furtado, 1884 - 1893
  • Abade Frei João das Mercês Ramos, 1893 - 1903
  • Dom Marcos Stoker, 1903
  • Dom Pio Alpen, 1904 - 1905
  • Dom Amaro van Emelen, 1905 - 1906
  • Dom Ambrósio Winckier, 1907 - 1908
  • Abade Coadjutor Dom João Crisóstomo De Saegher, 1908
  • Dom Amaro van Emelen, 1909 - 1910
  • Dom Ildefonso Deigendesch, 1910
  • Dom João Evangelista Barbosa, 1911 - 1913
  • Dom Ildefonso Deigendesch, 1914 - 1915
  • Abade Dom Pedro Eggerath, 1915 - 1916
  • Dom Leandro Marques de Souza, 1917 - 1918
  • Dom Meinrado Mattmann, 1918 - 1936
  • Abade Dom Tomás Keller, 1936
  • Dom Vicente de Oliveira, 1936 - 1937
  • Dom Bonifácio Plum, 1937 - 1941
  • Dom Hildebrando Petrola Martins, 1942 - 1946
  • Dom Basílio Penido, 1947 - 1954
  • Dom Lourenço de Almeida Prado, 1955 - 2001[28]
  • Dom Matias Fonseca de Medeiros, 2001 - 2003
  • Dom Tadeu de Albuquerque Lopes, 2003 - 2010
  • Dom Miguel da Silva Vieira, 2010 - 2014
  • Abade Dom Felipe da Silva, 2014 - Presente

Ex-alunos ilustres

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Benjamin Constant, o fundador da República, Ministro da Instrução Pública, Correios e Telégrafos, coronel veterano da Guera do Paraguai, engenheiro civil e militar, e líder da Proclamação da República de 1889.
Heitor Villa-Lobos, maestro e compositor, representado na nota de 500 cruzados
Pixinguinha, grande ícone do samba e choro carioca
Heleno de Freitas, ídolo do Botafogo F.R.
Noel Rosa, grande figura do samba carioca
Clóvis Bevilaqua, um dos maiores juristas do Direito Brasileiro, fundador da Academia Brasileira de Letras, e autor do primeiro Código Civil Brasileiro, o Código Civil de 1916.
Dr. Cândido Barata Ribeiro, médico, político e escritor brasileiro. Foi defensor do abolicionismo e do republicanismo, primeiro prefeito do então Distrito Federal, a cidade do Rio de Janeiro, senador da República, e ministro do Supremo Tribunal Federal por dez meses.

Notas

  1. Os anos citados correspondem ao ano em que as provas foram feitas, e não ao ano em que o resultado foi divulgado.

Referências

  1. «Notas Médias do ENEM 2010 dos alunos concluintes do Ensino Médio Regular por Escola». Inep. 12 de setembro de 2011
  2. 1 2 Redação do Portal Terra. «Colégio de São Bento é o melhor colocado do Enem 2009 no Rio». Consultado em 16 de dezembro de 2012. Cópia arquivada em 23 de julho de 2010
  3. 1 2 Alba Valéria Mendonça. «Colégio de São Bento, no Rio, volta ao topo do ranking do Enem no país». Consultado em 16 de dezembro de 2012. Cópia arquivada em 7 de março de 2026
  4. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 MC. «Representantes do Colégio de São Bento do Rio de Janeiro visitam o TJDFT». Consultado em 29 de janeiro de 2013. Cópia arquivada em 3 de março de 2016
  5. Colégio de São Bento. «Ensino Médio». Consultado em 16 de abril de 2026. Cópia arquivada em 16 de setembro de 2025
  6. Colégio de São Bento. «Sobre o Colégio». Consultado em 16 de abril de 2026. Cópia arquivada em 10 de setembro de 2025
  7. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 Frazão A; Nougué C (2008). Colégio de São Bento do Rio de Janeiro : 150 anos de história. Rio de Janeiro: Letra Capital. ISBN 978-85-7785021-1
  8. Okada, Ana (28 de Abril de 2008). «UOL - Melhor do Brasil no Enem 2008 tem ensino integral e faz prova aos sábados». UOL. Consultado em 10 de abril de 2026
  9. Folha de São Paulo (29 de Abril de 2009). «São Bento é o melhor do país pela 3ª vez». Folha.uol. Consultado em 10 de Abril de 2026. Cópia arquivada em 26 de abril de 2026
  10. Cupello, Carlos. «Discurso - Vereador Tio Carlos». mail.camara.rj. Consultado em 10 de Abril de 2026
  11. Freire, Quintino (19 de junho de 2019). «As 10 melhores escolas do Rio segundo o Enem 2018». Diário do Rio. Consultado em 10 de abril de 2026. Cópia arquivada em 20 de abril de 2026
  12. ENEM. «Melhores escolas do Brasil no Enem». ENEM. Consultado em 10 de Abril de 2026
  13. Mariana Canedo, e Rodrigo Teixeira (19 de julho de 2010). «Tradição mantém colégio São Bento entre os melhores do Enem». Terra. Consultado em 17 de abril de 2026
  14. «Consulte o ranking do Enem por escola em 2011». Consultado em 16 de dezembro de 2012. Cópia arquivada em 11 de fevereiro de 2017
  15. Niskier, Arnaldo. «Só a educação redime». Academia Brasileira de Letras. Consultado em 17 de abril de 2026. Cópia arquivada em 23 de junho de 2022
  16. 1 2 Lima, Luís (junho de 2024). «A influência de Dom Lourenço de Almeida Prado na educação integral do ser humano» (PDF). Puc Rio. Consultado em 17 de abril de 2026. Cópia arquivada (PDF) em 29 de abril de 2025
  17. Constantino, Rodrigo (9 de junho de 2015). «A "educação" como instrumento do estado. Ou: Mais Dom Lourenço, menos Paulo Freire!». Gazeta do Povo. Consultado em 17 de abril de 2026. Cópia arquivada em 26 de abril de 2026
  18. [«Título ainda não informado (favor adicionar)» Verifique valor |url= (ajuda). www.tjdft.jus.br
  19. 1 2 André, Miranda (1 de fevereiro de 2014). «Longa passado no colégio São Bento estreia no Festival de Roterdã». Consultado em 16 de abril de 2026. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2014
  20. 1 2 Cazarré, Lourenço (12 de maio de 2018). «Livro 'Os beneditinos' envolve o leitor desde a primeira fase». Correio Braziliense. Consultado em 16 de abril de 2026
  21. LIVRARIA DA TRAVESSA. «PULA, PULA, MACACADA, QUE AMANHA NAO TEM MAIS NADA»
  22. Pula, pula, macacada (3. ed. rev. ampl.). «Instagram». www.instagram.com. Consultado em 30 de abril de 2026
  23. 1 2 3 Valeça, Suetônio. Tra-la-lá, vida e obra de Lamartine Babo. [S.l.]: FUNARTE. p. 33
  24. Colégio de São Bento. «Ensino Médio disputa Jogos Internos». Consultado em 17 de abril de 2026. Cópia arquivada em 14 de agosto de 2025
  25. «Hino à São Bento». Cópia arquivada em 16 de março de 2026
  26. Merola, Ediane (29 de Janeiro de 2009). «Morre Dom Lourenço, ex-reitor do Colégio de São Bento». Jornal Extra. Consultado em 17 de abril de 2026. Cópia arquivada em 1 de junho de 2024
  27. Vasconcellos, Anselmo. «Tititi Entrevista» (texto). Entrevista com Anselmo Vasconcellos: "Educar é amar! Não impor, e sim dialogar com igualdade" (entrevista). Consultado em 29 de janeiro de 2013
  28. «Fellipe Barbosa - AdoroCinema». Consultado em 21 de maio de 2015. Cópia arquivada em 19 de dezembro de 2025
  29. «Ministro Ten Brig Ar Faber Cintra». Consultado em 10 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 11 de janeiro de 2018
  30. Tufano Silva. «Craques inglórios – Heleno de Freitas: o goleador que poderia ser eterno, mas preferiu ser maldito.». Consultado em 29 de janeiro de 2013
  31. Alessandra Moura Bizoni. «Colégio de São Bento: formação humanista ultrapassa as cobranças do Enem». Consultado em 29 de janeiro de 2013. Cópia arquivada em 27 de maio de 2016
  32. Sílvio Lancelotti. «Trajano, o guerrilheiro da ESPN». Consultado em 29 de janeiro de 2013. Arquivado do original em 19 de maio de 2014
  33. Mariana Queiroz, André Coelho Costa (10 de abril de 2025). «Jovem cientista carioca publica artigo em uma das principais revistas científicas do mundo». G1. Consultado em 30 de abril de 2026. Cópia arquivada em 20 de julho de 2025
  34. «Márcio Gomes». Memória Globo. Consultado em 4 de abril de 2023. Cópia arquivada em 23 de maio de 2022
  35. CAU/RJ (6 de julho de 2022). «CAU/RJ lamenta morte do arquiteto e urbanista Mauro Guaranys». Consultado em 16 de abril de 2026. Cópia arquivada em 29 de fevereiro de 2024
  36. «Raphael Montes: Biografia». Consultado em 25 de maio de 2015. Cópia arquivada em 31 de julho de 2016
  37. «Thales Cavalcanti - AdoroCinema». Consultado em 21 de maio de 2015. Cópia arquivada em 10 de dezembro de 2024
  38. Partido Missão. «Pré-Candidatura Victor Antoun». Cópia arquivada em 9 de maio de 2026
  • Frazão A, Nougué C. Colégio de São Bento do Rio de Janeiro : 150 anos de história, 1858-2008. Rio de Janeiro, RJ: Ed. Letra Capital; 2008.
  • ERMAKOFF, George. Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro: 425 anos. Rio de Janeiro: George Ermakoff, 2016.
  • GOUVÊA, Antonio Carlos. A contribuição de Dom Lourenço de Almeida Prado na educação do ser humano. 2023. Dissertação (Mestrado em Teologia) – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2023. Disponível em: DOI: 10.17771/PUCRio.acad.62593. Consultado em: 22 de abril de 2026

Ligações externas

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