João Araújo (empresário)

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João Araújo
Informação geral
Nascimento 2 de julho de 1935
Local de nascimento Rio de Janeiro, RJ
País Brasil
Morte 30 de novembro de 2013 (78 anos)
Local de morte Rio de Janeiro, RJ
Gênero(s) Rock, MPB
Ocupação(ões) Empresário, produtor musical
Período em atividade 1949–2013
Gravadora(s) Copacabana Discos, Odeon, Philips, Som Livre
Afiliação(ões) Gal Costa, Caetano Veloso, Jorge Ben Jor, Xuxa, Ronnie Von, Emilio Santiago, Rita Lee, Gilberto Gil, Guilherme Arantes, Novos Baianos, Lulu Santos, Nara Leão, Lucinha Araújo, Cazuza

João Araújo (Rio de Janeiro, 2 de julho de 1935Ibid., 30 de novembro de 2013) foi um empresário e produtor musical brasileiro.[1][2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Primeiros passos[editar | editar código-fonte]

Começou na música aos 14 anos, após ser convidado por um cunhado para trabalhar na Copacabana Discos, como auxiliar de imprensa. Em seguida, foi para a Odeon (hoje EMI) e depois seguiu para a Philips (hoje Universal), se tornando diretor artístico e lá montou um elenco histórico, contratando artistas como Gal Costa, Caetano Veloso e Jorge Ben Jor, na época, ainda conhecido como Jorge Ben. Surgia o descobridor de talentos.[2]

Som Livre[editar | editar código-fonte]

Fundou a gravadora das Organizações Globo, a Som Livre em 1969.[1][2]

Ao longo da carreira na indústria fonográfica, foi o responsável por lançar artistas como Xuxa, Ronnie Von, Djavan, Emílio Santiago, Rita Lee, Gilberto Gil, Guilherme Arantes, Novos Baianos, Lulu Santos, Nara Leão, sua esposa Lucinha Araújo e seu filho Cazuza.[2]

Deixou a gravadora depois de 38 anos no comando.[2]

Grammy[editar | editar código-fonte]

Em novembro de 2007, conquistou o Grammy de "Contribuição à Música" (Life Achievement), na categoria produtor.[2]

Pessoal[editar | editar código-fonte]

Era bom apostador também no pôquer, uma de suas paixões. Tinha emoldurados, na sala de casa, os oito royal straight flush — sequência de dez ao ás, todas do mesmo naipe — que fez na vida. Um dos refúgios preferidos de Cazuza, a casa na Fazenda Inglesa, em Petrópolis, foi construída em um terreno ganho no jogo.[2]

Foi representado por Reginaldo Faria no filme Cazuza – O Tempo não Para (2004).

Morreu em 30 de novembro de 2013 às 6 horas e 30 minutos, em casa, após sofrer um infarto.[2]

Referências

  1. a b Filho, Aziz (7 de novembro de 2007). «João Araújo». Revista Isto É. Consultado em 4 de junho de 2012. Arquivado do original em 3 de dezembro de 2013 
  2. a b c d e f g h i «Morre o produtor musical João Araújo, pai de Cazuza». O Globo. 30 de novembro de 2013. Consultado em 30 de novembro de 2013