Joao Vilhena

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de João Vilhena)
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Joao Vilhena
Nome completo Joao Vilhena
Nascimento
Lisboa, Portugal
Nacionalidade português
Área Media Artist
Página oficial
[4]

Joao Vilhena, (Lisboa), é um dos mais singulares media artists portugueses da actualidade. Estudou escultura e pintura na escola de arte de Lisboa Ar.Co, onde já se destacava pela qualidade dos seus projectos, postura ética no trabalho e na forma como lidava com os seus colegas.[1] A maioria do trabalho de Vilhena está relacionado com o cinema, a literatura e as artes visuais, recorrendo a uma grande variedade de meios, como a pintura, a escultura, a fotografia e o vídeo. Trabalha com John Frey em 2012 explorando a técnica do fundada Sanford Meisner (1905-1997) no sentido de aprender junto de Frey, que aprendeu ainda como discípulo directo de Meisner.[2][3]


Obra/Críticas[editar | editar código-fonte]

No livro "Joao Vilhena" (Assírio & Alvim, 2002), Luiz Francisco Rebello escreve: "A arte de Joao Vilhena é uma arte, ao mesmo tempo visível e escondida, que indaga em nós, perturba e nos provoca, retornando para nós intacto o gosto bêbado da descoberta. Apetece dizer, parafraseando Pessoa: 'Sinta-se? Aquele que vê sente.'".[4][5][6] No mesmo livro e a propósito da exposição apresentada no museu de Arte Contemporânea do Funchal, o crítico de arte Alexandre Melo escreve: "O que o artista tem de decidir, para se apresentar e ser socialmente compreendido enquanto artista, é qual é a versão de si próprio ou quais são as versões de si próprio que quer assumir, enquanto artista, perante os seus públicos. A decisão pode tomar, por exemplo, a forma extrema da exacerbação hiperbólica da expressão da subjectividade ou, para citar um outro exemplo extremo, simétrico, a forma da crítica e denegação da autoridade individual através de uma pretensa crítica da noção tradicional de autor. A opção de João Vilhena é outra, menos óbvia e menos simplificadora, e joga-se no registo da encenação, para nos mantermos no âmbito do paradigma teatral." [7][5][8] No livro editado pela Galeria e editora Bores & Mallo em 2002, Fernando Castro Florez escreve: "Insisto em que Vilhena com suas imagens (elipticamente) anuncia eventos ligados a rituais sacrificiais de purificação, daí a atenção para banheiras ou molduras, mas também pratica uma pintura reduccionista, onde esquematiza o lugar da higoiene pessoal ou melhor, o sarcófago 'minimalista'. Lyotard [9] falou da fórmula pós-moderna, num conflito imaginário, como uma resposta ao deixar em suspenso, não excluindo que haja algo de Outro 'algo de falta e algo de desejo', elementos que estão presentes, estruturalmente, no trabalho de Vilhena." [5][9]

Em 2013 a Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva referiu-se à obra "American Psycho" de Joao Vilhena, pertencente à colecção de Luís e Saphira Serpa como "autorepresentação contemporânea como de transgressão e de provocação, que usa o autoretrato como media e como via de pesquisa per se, independente, como é notório em Nan Goldin, João Vilhena ou Michèle Sylvander, entre outros."[10] Esta obra do artista encontra-se igualmente representada no Colecção da Fundação Calouste Gulbenkian desde 2003.[11]

A respeito das obras de "Beach Series" que o artista fez em 2013 a revista Umbigo Magazine escreveu "Tendo trabalhado anteriormente com representação de corpos encenados de acordo com referências literárias, teatrais, e da cultura plástica contemporânea, nesta série encontramos corpos sem pose, vistos de cima e sem que os mesmos se confrontem com o registo. A naturalidade de uma representação é também ponto de vista." [12] A mesma revista escreveu também a respeito da "Autumn Seascape Series 2013" onde o artista mostra a sua objectividade "recorrendo a uma estratégia de montagem de “layers”, situações são criadas ao tom de Outono variando o percurso de fotografia com uma frequência minimalista para o surrealismo. Estes surgem através da sobreposição de imagens de praia e relacionamento de escalas entre os corpos presentes. Cada imagem é aquilo que o espectador decide procurar ou ver remontando ao automatismo condicionado da nossa percepção."[13]

Em 2014 Joao Vilhena apresenta a exposição "E/O" - "Eu é Outros" (em Inglês "I/O") onde são mostrados 32 auto-retratos (selfies como auto-representação) onde aparece em pinturas clássicas. Uma particularidade importante foi a utilização exclusiva de um iPhone para fotografar e criar estas obras. Esta exposição foi reconhecida como mais um marco importante na carreira de Joao Vilhena, tendo tido lugar na Galeria Luís Serpa Projectos com o comissariado de António Cerveira Pinto.[14]

Em 2015 a série "Timeline" mostrou novamente um corpo de trabalho forte e apoiado por críticos e media. Apresentada no Palácio Nacional de Mafra, é composta por 12 esculturas que mostram um olhar do artista sobre a história de arte do século XX até à actualidade (uma escultura por década) tendo continuidade ao serem feitas no mesmo material recorrendo à matemática e ao minimalismo.[15][16][17]

Em 2016 a sua obra "Chromafactory.com" coloca new media art no espaço público, homenageando os trabalhadores da antiga fábrica agora desocupada e em ruinas numa reflexão ente o real e o fazer do gesto de pintar. Segundo Filippo de Tomasi (comissário da exposição e investigador do artista) “A obra CHROMAFACTORYONLINE.COM propõe alterar, desconstruir e remontar o espaço industrial, abrindo novas realidades. Através da utilização prévia do dispositivo Chroma Key, o artista realizou diferentes elementos verdes no espaço, que criam uma interferência visual que se mistura com a arquitetura do edifício. Estas grandes manchas de tinta verde, à primeira vista fragmentárias e dispersas, recompõem-se em quadros num ponto preciso da sala: efeito criado pela pintura anamórfica. O visitante pode sentar-se e visualizar os retângulos. No entanto, com o auxilio do QR Code ou do tablet disponibilizado, consegue visualizar a reconstrução digital realizada pelo artista. No vídeo, quatro pessoas interagem com os quadrados, entram neles e multiplicam-se: aciona-se um jogo de espelhos que estabiliza a percepção do visitante e quebra os limites físicos do espaço do edifício. Ao interagir com as obras artísticas de João Vilhena apresenta-se aos nossos olhos e sentidos uma outra perspectiva que nos transporta para além do real." [18]

Estudos e cursos[editar | editar código-fonte]

Começou por fazer curso de verão de desenho no Ar.Co Centro de Arte e Comunicação Visual. Depois fez um curso intensivo de Iluminação e Câmera na Logomedia Produções Audiovisuais até fazer depois o Curso de Pintura, Curso de Escultura e Curso Avançado em Arte no Centro de Arte e Comunicação Visual. Fez um workshop com Wayne Mcgregor na Fundação Calouste Gulbenkian (Body Mediated by Tecnology)e um Curso de Acting com John Frey sobre "O método de Meisner".[19][20] Também iniciou frequência de estudos para medicina na Universidade de East Anglia no Reino Unido.[21]

Exposições individuais[editar | editar código-fonte]

Exposições colectivas[editar | editar código-fonte]

Algumas colecções públicas e privadas[editar | editar código-fonte]

Livros e publicações[editar | editar código-fonte]

Joao Vilhena participou (e continua a participar) em diversas edições das revistas ”Umbigo” [122] e “Egoísta” (nº15 "Amor2"/Maio 2003; nº22 "Coração" /Março 2005; nº26 "Cidade2" / Março 2006; nº29 "Paz" / Dezembro 2006; nº30 "Escrever" / Março 2007; nº38 "Sonho" / Abril 2009; nº41 "Natureza" / Dezembro 2009; nº48 "Cartas" / Março 2012; nº51 "Poesia" / Dezembro 2013; nº52 "Revolucionar" / Abril 2014; nº56 "Família" / Dezembro 2015).[123][124]

Prémios e bolsas[editar | editar código-fonte]

Projectos curatoriais[editar | editar código-fonte]

  • 1999 "RAma" – Galeria Alvarez, Porto, (Cat.)
  • 1999 "Ramaia" – Armazém EPAC, Vila do Bispo, (Cat.)
  • 2000 "2000greenSpaces" – Estufa Fria, Lisboa, (Cat.)
  • 2011 ISEG, ISEG Art Dynamics - 100º Aniversário,Director Artístico Executivo, Lisboa[37]
  • 2012 "Art Protesters"[129][130][131] - com João Galrão, projecto web - base de dados contendo protestos contra a extinção do ministério da cultura em Portugal contendo vídeos de artistas oriundos de várias áreas e nacionalidades onde queimam as suas obras.


Biografia[editar | editar código-fonte]

Joao Vilhena nasceu em Lisboa a 1 de Julho. Na maior parte das referências (catálogos, etc), o ano de nascimento surge como 1978,[132][133] mas consta também 1980 [134] e 1983 na revista Visão,[135] confundindo a persona por ele criada no âmbito do seu trabalho com os factos reais. Tem vivido em Nova Iorque, Los Angeles, Londres, Piedmont, Lisboa e Oeiras (Portugal). A sua obra integra referências da cultura cinematográfica e literária.

Iniciou a carreira artística, ainda como estudante do primeiro ano, em 1997 na exposição colectiva NHXXI (na Estufa Fria, Lisboa),[134][136] sendo uma presença regular [137] desde 2000 no mercado de arte português e internacional, quando começou a fazer parte de algumas das mais importantes colecções de arte em Portugal e, logo depois, a ter as suas primeiras exposições individuais (sendo a primeira em 2002 na Galeria Presença, no Porto).[138]

O estúdio Joao Vilhena recebe por marcação prévia. O artista encontra-se contactável através das galerias com que trabalha. Desde que o galerista Luís Serpa faleceu em 2015 e a Galeria Luís Serpa Projectos encerrou o artista deixou de poder se contactado através desta galeria.[7] Encontra-se representado em diversas colecções públicas e privadas Nacionais e Internacionais (Espanha, França, Itália, Estados Unidos, entre outros).[139] A sua vivência nos Estados Unidos e Europa é uma permanente referência na sua obra.

Em 2005, elabora o projecto de uma biografia não autorizada (editada em Inglês como e-book em 2005 e em Portugal em 2009 numa versão bilingue – Inglês e Português – pelo Óbidos 2009), escrita por I.S [140][141] na qual morre, em circunstâncias misteriosas. "Como é possível existir vida depois da morte se Vilhena não é exactamente Jesus Cristo?", perguntou a revista Time Out. Vilhena respondeu: “Estou agora não como corpo mas como entidade, na defesa de uma filosofia. Talvez me tenha tornado mais humano desde que morri.”'.[142] Autor de diversos livros e outras publicações, encena uma representação de si mesmo.

Joao Vilhena é desportista promove ativamente um estilo de vida saudável [143]

Referências

  1. Umbigo (revista). «Por aí no mundo...». Consultado em 14 de Agosto de 2017 
  2. Agenda Cultural e Desportiva. «""». Consultado em 2 de Maio de 2015. Arquivado do original em 3 de março de 2016 
  3. Jornal I. «Mafra. Três visões distintas para uma só identidade.». Consultado em 14 de Agosto de 2017 
  4. Museu de Arte Contemporânea. «Joao Vilhena - Exposicão Organizada Pelo Museu de Arte Contemporânea Fortaleza de São Tiago Funchal». Consultado em 14 de Março de 2013 
  5. a b c Luiz Francisco Rebello. «Joao Vilhena». Consultado em 14 de Março de 2013. Arquivado do original em 29 de julho de 2013 
  6. Luiz Francisco Rebello. «Joao Vilhena». Consultado em 14 de Março de 2013 
  7. a b Museu de Arte Contemporânea. «Joao Vilhena - Exposicão Organizada Pelo Museu de Arte Contemporânea Fortaleza de São Tiago Funchal». Consultado em 14 de Março de 2013 
  8. Guia da Cidade. «Forte de São Tiago ( Museu de Arte Contemporânea )». Consultado em 14 de Março de 2013 
  9. a b Jean-Francois Lyotard (1994). ”El imaginario postmoderno y la cuestión el otro en el pensamiento y la arquitectura - en Pensar-Componer/Construir-Habitar”. San Sebastián: Arteleku. p. 34 
  10. Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva. «APARÊNCIAS PRIVADAS. AUTO-RETRATOS DE ARTISTAS CONTEMPORÂNEOS - 2013». Consultado em 14 de Agosto de 2017 
  11. Fundação Calouste Gulbenkian. «Joao Vilhena - American Psycho». Consultado em 14 de Agosto de 2017 
  12. Umbigo Magazine. «Beach Series». Consultado em 2 de Dezembro de 2013 
  13. Umbigo Magazine. «Autumn Seascape Series 2013». Consultado em 2 de Dezembro de 2013 
  14. Joao Vilhena, Luís Serpa, António Cerveira Pinto e Outros. «"Site Oficial da Exposição E/O (I/O)"». Consultado em 13 de Setembro de 2015 
  15. Tomás, Ana. «Palácio de Mafra. A arte contemporânea está a passar por aqui». Jornal I. doi:1881_09.05.2015 Verifique |doi= (ajuda). Consultado em 2 de junho de 2015 
  16. Miguel, Telma. «Palácio de Mafra dedica-se à arte contemporânea». Semanário Sol. doi:455_15.05.2015 Verifique |doi= (ajuda). Consultado em 2 de junho de 2015 
  17. Palácio Nacional de Mafra (1 de maio de 2015). «Identidade e Circunstancia». Palácio Nacional de Mafra. Consultado em 2 de junho de 2015 
  18. Glam (27 de maio de 2016). «Instalação, tinta verde, tablet e cadeira, dimensões várias…». Glam. Consultado em 17 de fevereiro de 2017. Arquivado do original em 18 de fevereiro de 2017 
  19. João Vilhena. «"Art Review Profile: João Vilhena"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 [ligação inativa]
  20. Ar.Co. «"Site Oficial do Ar.Co - ex-alunos"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  21. Umbigo (revista). «"Por aí no mundo..."». Consultado em 2 de Maio de 2015 
  22. Museu de Óbitos. «Joao Vilhena - Catálogo» (PDF). Consultado em 13 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  23. Museu de Óbitos. «Joao Vilhena - Catálogo» (PDF). Consultado em 13 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  24. Museu de Óbitos. «Joao Vilhena - Catálogo» (PDF). Consultado em 13 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  25. Museu de Óbitos. «Joao Vilhena - Catálogo» (PDF). Consultado em 13 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  26. Museu de Óbitos. «Joao Vilhena - Catálogo» (PDF). Consultado em 13 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  27. Galeria Cristina Guerra. «"Site Oficial Galeria Cristina Guerra - Exposições de *2003"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  28. Arte Capital. «"Arte Capital - Entrevista a Luis Serpa"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  29. Jornal Público. «"Lisboarte de autocarro"». Consultado em 15 de Abril de 2016 
  30. Museu de Óbitos. «Joao Vilhena - Catálogo» (PDF). Consultado em 13 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  31. Museu de Óbitos. «Joao Vilhena - Catálogo» (PDF). Consultado em 13 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  32. Museu de Óbitos. «Joao Vilhena - Catálogo» (PDF). Consultado em 13 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  33. Expresso(publicação). «"Noticia - Expresso"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  34. Museu de Óbitos. «Joao Vilhena - Catálogo» (PDF). Consultado em 13 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  35. Jornal Público. «Exposições Jornal Público». Consultado em 14 de Agosto de 2017 
  36. Galeria Luis Serpa Projectos. «I Is Another - Joao Vilhena Bio». Consultado em 14 de Agosto de 2017 
  37. a b c ISEG. «"ISEG Art Dynamics celebra 100º Aniversário do ISEG - Arte na escola de economistas e gestores"». Consultado em 11 de Agosto de 2012 
  38. Joao Vilhena e João Galrão. «"Site Oficial Art Protesters"» 
  39. a b Time Out (publicação), 03 de Novembro 2009. «"Internado por Acreditar em Fantasmas"». Consultado em 10 de Agosto de 2012 
  40. Diário de Notícias (Portugal), 27 de Junho 2012. «"Raquel Freire queima o seu filme 'Rasganço'"». Consultado em 11 de agosto de 2012. Arquivado do original em 23 de maio de 2013 
  41. Agenda LX Câmara Municipal de Lisboa. «"Joao Vilhena E/O"». Consultado em 23 de Março de 2014 
  42. Tomás, Ana. «Palácio de Mafra. A arte contemporânea está a passar por aqui». Jornal I. doi:1881_09.05.2015 Verifique |doi= (ajuda). Consultado em 2 de junho de 2015 
  43. Miguel, Telma. «Palácio de Mafra dedica-se à arte contemporânea». Semanário Sol. doi:455_15.05.2015 Verifique |doi= (ajuda). Consultado em 2 de junho de 2015 
  44. Palácio Nacional de Mafra (1 de maio de 2015). «Identidade e Circunstancia». Palácio Nacional de Mafra. Consultado em 2 de junho de 2015 
  45. Museu Nacional de História Natural e Ciência. «Triologia D'OVO» 
  46. e-cultura do sapo.pt. «Cultura Sapo» 
  47. Joao Vilhena. «chromafactoryonline.com». Consultado em 17 de Fevereiro de 2017. Arquivado do original em 20 de junho de 2017 
  48. Jornal Público. «"Trabalhar nas Férias"». Consultado em 15 de Abril de 2016 
  49. a b c d Galeria Alecrim 50. «"Galeria Alecrim 50 – Bio Marta Wengorovius "». Consultado em 11 de Agosto de 2012 
  50. Escola Superior de Educadores de Infância Maria Ulrich. «"Newsletter da Escola Superior de Educadores de Infância Maria Ulrich – A criança e a Arte"» (PDF). Consultado em 11 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 9 de dezembro de 2013 
  51. "Jornal Público". «"Arte Em Estufa" acessodata=6 de Abril de 2015» 
  52. "Marta Wengorovius". «"2000greenspaces" acessodata=6 de Abril de 2015» [ligação inativa]
  53. Fundação de Serralves. «"Noticias - Fundação de Serralves"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  54. Artforum International Magazine. «"Artforum"». Consultado em 10 de Agosto de 2012 
  55. Jornal Público. «"Geração Sem Geração em Vigo"». Consultado em 15 de Abril de 2016 
  56. De Vleeshal. «"Futureways:The Middelburg Triennale 2304"». Consultado em 11 de Agosto de 2012 
  57. a b Fundação Calouste Gulbenkian. «"Joao Vilhena - Densidades Relativas"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  58. a b Fundação Calouste Gulbenkian. «"Densidades Relativas"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  59. Jornal Público. «"50 obras para pensar a densidade no CAM"». Consultado em 15 de Abril de 2016 
  60. Fundação Carmona e Costa. «"Exposições Fundação Carmona e Costa"». Consultado em 10 de Agosto de 2012 
  61. Time Out (publicação), 13 de Janeiro 2009. «"Sabia que a arte pode causar Afrontamentos?"». Consultado em 10 de Agosto de 2012 
  62. TimeOut(publicação), 03 de Novembro 2009. «"Internado por Acreditar em Fantasmas"». Consultado em 10 de Agosto de 2012 
  63. Galeria Quase. «Afrontamentos 5 - Press Release». Consultado em 10 de Agosto de 2012 
  64. Jornal Público. «"As Estrelas do Público"». Consultado em 15 de Abril de 2016 
  65. Luís Serpa / ÓBIDOS PATRIMONIUM EMM. «"Catálogo:Junho das Artes - Óbitos Arte Contemporânea 2009"» (PDF). Consultado em 5 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  66. Fundação Portugal Telecom. «"PT Press Release"». Consultado em 5 de Agosto de 2012. Arquivado do original em 3 de março de 2016 
  67. Fundação de Serralves. «"Noticia sobre Programa Itenerante Antena Fundação de Serralves"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  68. Fundação de Serralves. «"Catálogo Antena 3 - Programa Antena Fundação de Serralves"» (PDF). Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  69. Fundação de Serralves. «"Noticias - Programa Antena Fundação de Serralves"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  70. Fundação de Serralves. «"Noticia - Programa Antena Fundação de Serralves em Torres Vedras"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  71. Galeria 3+1 Arte Contemporânea. «"3 + 1 Arte Contemporânea - Notícias"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  72. Camara Municipal de Tavira. «"Press Release Câmara Municipal de Tavira"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 [ligação inativa]
  73. Fundação Portugal Telecom. «"Press Release Fundação Portugal Telecom"». Consultado em 5 de Agosto de 2012. Arquivado do original em 11 de maio de 2008 
  74. Joao Vilhena e João Galrão. «"Site Oficial Art Protesters"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  75. Revista Visão. «"Joao e João - os queimadores"». Consultado em 2 de Dezembro de 2013 
  76. Jornal Expresso. «"Gabinete de Curiosidades #3"». Consultado em 13 de Março de 2013 [ligação inativa]
  77. AgendaLX. «"Apanhar Cogumelos é uma atitude perigosa - parte 2"». Consultado em 1 de Dezembro de 2013 
  78. Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva. «"APARÊNCIAS PRIVADAS. AUTO-RETRATOS DE ARTISTAS CONTEMPORÂNEOS" - 2013». Consultado em 2 de Dezembro de 2013 
  79. Making Art Happen. «"Aparências Privadas - Auto-retratos de Artistas Contemporâneos"». Consultado em 1 de Dezembro de 2013 
  80. AgendaLX. «"Identidade Luz da Portugalidade"». Consultado em 1 de Dezembro de 2013 
  81. CML. «"Exposição a Luz da nossa Identidade"». Consultado em 1 de Dezembro de 2013 
  82. Plataforma Revólver (Abril de 2014). «Plataforma Revolver - Exposições». Plataforma Revólver. Consultado em 2 de junho de 2015 [ligação inativa]
  83. Matos, Miguel. «Arte Contra o Sistema». TimeOut Lisboa. doi:nº349_04.06.2014 Verifique |doi= (ajuda). Consultado em 2 de junho de 2015 
  84. Portugal Confidencial. «"Contemporary Art Portugal da Portugal Telecom na Casa das Mudas Madeira"». Consultado em 25 de fevereiro de 2017 
  85. Jornal da Madeira. «"Presidente do Governo inaugura exposição de arte contemporânea da PT na Casa das Mudas"». Consultado em 3 de Março de 2014 
  86. Spatium Gallery. «Exhibitions». Spatium Gallery. Consultado em 2 de junho de 2015. Arquivado do original em 5 de julho de 2015 
  87. Museu da Carris. «Exposição Chuva Obliqua». Museu da Carris. Consultado em 3 de julho de 2015 
  88. CAC - Centro de Arte Contemporânea de Málaga. «Periplo - Arte Portugues de Hoy». CAC - Centro de Arte Contemporânea de Málaga. Consultado em 25 de fevereiro de 2016 
  89. Rostos (26 de maio de 2016). «Na Antiga Indústria de Tintas SOTINCO / Baía do Tejo - Barreiro EXPOSIÇÃO ESPAÇO INDUSTRIAL E COR: REPENSAR OS LIMITES». Rostos.pt. Consultado em 17 de fevereiro de 2017 
  90. Dinama'Cet & ISCTE (1 de maio de 2016). «Dinama'Cet & ISCTE». Dinama'Cet. Consultado em 17 de fevereiro de 2017. Arquivado do original em 18 de fevereiro de 2017 
  91. Dinama'Cet & ISCTE (1 de maio de 2016). «Joao Vilhena». Contemporaneadades. Consultado em 17 de fevereiro de 2017 
  92. Jornal Público (23 de maio de 2016). «Espaço Industrial do Barreiro acolhe exposições, conferências e música». Jornal Público. Consultado em 17 de fevereiro de 2017 
  93. Fundação Calouste Gulbenkian. «"Joao Vilhena - American Psycho"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  94. Fundação Calouste Gulbenkian. «" Relatório Anual de 2004 - Fundação Calouste Gulbenkian"» (PDF). Consultado em 13 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 3 de dezembro de 2013 
  95. a b c Ar.Co. «"Site Oficial do Ar.Co - Colecções Ex-alunos"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  96. Fundação de Serralves. «"Catálogo - Programa Antena Fundação de Serralves"» (PDF). Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  97. Museu de Óbitos. «Joao Vilhena - Catálogo» (PDF). Consultado em 13 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  98. Rede de Museus Açores Madeira Canárias. «Museu Mac Rede de Museus». Consultado em 13 de Março de 2012 
  99. Museu de Óbitos. «Joao Vilhena - Catálogo» (PDF). Consultado em 13 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  100. Fundação PT. «"Coleção Fundação PT Joao Vilhena"». Consultado em 4 de Março de 2014. Arquivado do original em 5 de março de 2014 
  101. Museu de Óbitos. «Joao Vilhena - Catálogo» (PDF). Consultado em 13 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  102. Museu de Óbitos. «Joao Vilhena - Catálogo» (PDF). Consultado em 13 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  103. Museu de Óbitos. «Joao Vilhena - Catálogo» (PDF). Consultado em 13 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  104. Museu de Óbitos. «Joao Vilhena - Catálogo» (PDF). Consultado em 13 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  105. Fundação PLMJ. «"Ponto de Vista - obras da colecção Fundação PLMJ"» (PDF). Consultado em 11 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 7 de setembro de 2008 
  106. Museu de Óbitos. «Joao Vilhena - Catálogo» (PDF). Consultado em 13 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  107. «Artwork List». Consultado em 25 de Fevereiro de 2016 
  108. Alexandre Melo; Joao Vilhena; Paulo Cunha e Silva. (2001). ”Tráfego, Antologia da Nova Visualidade Portuguesa”. Lisboa: [s.n.] 
  109. Luiz Francisco Rebello;Alexandre Melo; Joao Vilhena . (2002). ”Joao Vilhena”. Lisboa: Assírio&Alvim. ISBN 978-972-37-0671-0 
  110. "Fundo Documental de Arte Contemporanea Miguel Marcos". «"Joao Vilhena"». Consultado em 5 de Abril de 2015 
  111. Delfim Sardo / Alexandre Melo / Fernando Castro Flórez / David Barro / Joao Vilhena . (2002). ”Joao Vilhena”. Lisboa: Galeria Bores & Mallos. 163 páginas. ISBN 978-972-37-0671-0 
  112. Eduardo Prado Coelho; Bárbara Coutinho (2005). ”Coordenadas do Corpo na Arte Contemporânea. Lisboa: Umbigo Associação Cultural. ISBN 972-994-51-0-1 
  113. Umbigo Associação Cultural. «Sobre o livro "Coordenadas do Corpo na Arte Contemporânea"». Consultado em 10 de Agosto de 2012. Arquivado do original em 17 de julho de 2012 
  114. Joao Vilhena e IS. «"Joao Vilhena - An Unauthorized Biography"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  115. Patrícia Reis; Joao Vilhena (2006). Beija-me. Lisboa: Publicações D.Quixote. ISBN 978-972-20-3076-2 
  116. Patricia Reis e Joao Vilhena. «"Beija-me de Patricia Reis e Joao Vilhena - Fnac online"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 [ligação inativa]
  117. Patricia Reis e Joao Vilhena. «"Beija-me de Patricia Reis e Joao Vilhena - Wook"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  118. Camara Municipal de Loures. «"Por este mundo acima com Patricia Reis - Noticias CM Loures"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 [ligação inativa]
  119. Fundação Carmona e Costa. «"Livros Editados pela Fundação Carmona e Costa"». Consultado em 10 de Agosto de 2012 
  120. ISEG. «"ISEG ART DYNAMICS" - Livro em versão PDF». Consultado em 11 de Agosto de 2012. Arquivado do original em 22 de fevereiro de 2014 
  121. «"Portugal Open Window To The World"». ISBN 978-88-98764-75-4. Consultado em 25 de Fevereiro de 2012. Arquivado do original em 2 de abril de 2016 
  122. Revista Umbigo. http://umbigomagazine.com/um/author/joaovilhena. Consultado em 2 de Dezembro de 2013  Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  123. «Casino do Estoril». Consultado em 10 de Agosto de 2012 
  124. Revista Egoísta. «Revista Egoísta». Revista Egoísta. Consultado em 25 de fevereiro de 2016 
  125. a b Ar.Co. «"Site Oficial do Ar.Co - Prémios de Ex-alunos"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  126. ARIANE DE ROTHSCHILD FOUNDATION. «"ARIANE DE ROTHSCHILD FOUNDATION"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  127. Fundação Calouste Gulbenkian. «" Relatório Anual de 2006 - Fundação Calouste Gulbenkian"» (PDF). Consultado em 10 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 23 de março de 2014 
  128. Fundação Calouste Gulbenkian. «"Relatório Anual de 2009 - Fundação Calouste Gulbenkian"» (PDF). Consultado em 11 de Agosto de 2012. Arquivado do original (PDF) em 27 de agosto de 2010 
  129. Joao Vilhena e João Galrão. «"ARTPROTESTERS WEBSITE"». Consultado em 5 de Agosto de 2012 
  130. Time Out (publicação), 27 de Junho 2012. «"O Protesto destes artistas é a eutanásia da arte"». Consultado em 10 de Agosto de 2012 
  131. Diário de Notícias (Portugal), 27 de Junho 2012. «"Raquel Freire queima o seu filme 'Rasganço'"». Consultado em 10 de Agosto de 2012. Arquivado do original em 23 de maio de 2013 
  132. Biblioteca Nacional [1].
  133. Galeria Cristina Guerra
  134. a b Catálogo da exposição Junho das Artes, 2009 [2].
  135. Revista Visão. «Joao e João - os queimadores». Consultado em 14 de Agosto de 2017 
  136. CV no site da Galeria das Salgadeiras a propósito de exposição do artista em 2010 [3].
  137. Artforum International Magazine. «"Artforum"». Consultado em 11 de Março de 2013 
  138. Galeria Presença. «"Press Release Galeria Presença"». Consultado em 11 de Março de 2013 
  139. "AlgarvEventos. «"Palácio da Galeria - Museu Municipal de Tavira"». Consultado em 11 de Março de 2013 
  140. Isabel Campos e Joao Vilhena. «"Biografia Não Autorizada de Joao Vilhena" - versão inglesa». Consultado em 11 de Março de 2013 
  141. Museu de Óbitos. «"Biografia Não Autorizada de Joao Vilhena" - Catálogo» (PDF). Consultado em 11 de Março de 2013. Arquivado do original (PDF) em 2 de dezembro de 2013 
  142. TimeOut (revista). «"Sexo para além da morte"». Consultado em 11 de Março de 2013 
  143. Glam (27 de maio de 2016). «Instalação, tinta verde, tablet e cadeira, dimensões várias…». Glam. Consultado em 17 de fevereiro de 2017. Arquivado do original em 18 de fevereiro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]