Palácio Nacional de Mafra

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Palácio Nacional de Mafra
Fachada principal do palácio
Tipo Convento e palácio real
Estilo dominante Barroco joanino
Arquiteto João Frederico Ludovice,
Engenheiro Manuel da Maia
Início da construção 1717
Função inicial religiosa: convento franciscano masculino

residencial: palácio real

Proprietário atual Estado português
Função atual religiosa: igreja paroquial

cultural: museu

militar: quartel

Visitantes 274 255 (2014)
Website www.palaciomafra.pt
Património Nacional
Classificação  Monumento Nacional
Data 1910
DGPC 69940
SIPA 6381
Património Mundial
Designação Real Edificio de Mafra - Palácio, Basílica, Convento, Jardim do Cerco e Tapada
Critérios C(iv)
Data 2019
Referência 1573 en fr es
Geografia
País Portugal
Cidade Mafra
Coordenadas 38° 56' 12" N 9° 19' 35" O
Localização em mapa dinâmico

O Palácio Nacional de Mafra localiza-se no concelho de Mafra, no distrito de Lisboa, em Portugal, a cerca de 25 quilómetros de Lisboa. É composto por um palácio e mosteiro monumental em estilo barroco joanino, na vertente alemã. Os trabalhos da sua construção iniciaram-se em 1717 por iniciativa do rei D. João V, em virtude de uma promessa que fizera em nome da descendência que viesse a obter da rainha D. Maria Ana de Áustria.

O edifício de autoria do arquitecto mor do reino, João Frederico Ludovice, ocupa uma área aproximada de quatro hectares (37 790 ). Construído em pedra lioz abundante na região de Mafra é constituído por 1 200 divisões, mais de 4 700 portas e janelas, 156 escadarias e 29 pátios e saguões.[1]

Está classificado como Monumento Nacional e declarado a 2019 Património Mundial da Humanidade pela UNESCO.

A sua construção é tema da obra Memorial do Convento, de José Saramago.

Classificações[editar | editar código-fonte]

Foi classificado como Monumento Nacional em 1910. Foi um dos finalistas da iniciativa Sete Maravilhas de Portugal a 7 de julho de 2007. Foi classificado pela UNESCO como Património Mundial da Humanidade a 7 de julho de 2019 durante a 43.ª sessão em Baku, Azerbaijão.[2]

Basílica[editar | editar código-fonte]

A basílica é uma obra de enormes dimensões que, num só edifício de grande escala, consegue reunir uma igreja, um convento e um palácio. Sendo a obra de maior referência no reinado de D. João V, o chamado período joanino. Numa altura em que Portugal vivia uma monarquia absoluta, esta obra nasce mais por necessidade política, usando o ouro vindo do Brasil. Desta forma, D. João V vai criar uma marca do seu reinado e mudar o paradigma da artes em Portugal.[3]

Destinado à Ordem de São Francisco, o Convento foi pensado inicialmente para 13 frades, mas o projeto foi sendo sucessivamente alargando para 40, 80 e finalmente uma comunidade de 300 religiosos e palácio real.

É escolhido para seu arquiteto João Frederico Ludovice, ourives arquiteto e engenheiro militar prussiano que estudara arquitetura em Itália. João Frederico Ludovice dirige a obra até 1730 e para sua conclusão deixa seu filho João Pedro Ludovice também arquiteto formado na escola de risco Mafrense.

Por vontade do Rei, a cerimónia da sagração da Basílica foi realizada no ano de 1730, a 22 de outubro, data do seu 41º aniversário, que nesse ano caía a um domingo, dia destinado pelo ritual da Igreja para esse fim, embora as obras ainda estivessem bastante atrasadas.

Trezentos e vinte e oito frades arrábidos ingressaram então na comunidade de Mafra, vindos de diversos conventos na região mandados extinguir por Decreto Real.

Já no reinado de D. José, os franciscanos foram enviados para o Convento da Arrábida, em Setúbal e os Cónegos Regrantes de S. Agostinho transferidos da Patriarcal para o Convento de Mafra, onde se instalaram em 1771. Data da permanência dos agostinhos em Mafra a encomenda das estantes da Biblioteca, em madeira entalhada em estilo rococó, ao arquiteto Manuel Caetano de Sousa.

No reinado de D. Maria I, em 1791, os franciscanos regressam de novo a Mafra, mas apenas em número de duzentos.

A basílica alberga, ainda hoje, a paróquia de Mafra (Santo André) e a Real e Venerável Irmandade do Santíssimo Sacramento de Mafra.

Palácio[editar | editar código-fonte]

A fachada principal e a envolvente do Convento de Mafra em meados do século XVIII
Litografia do palácio de 1853

Há quem defenda que a obra se construiu por vias de uma promessa feita relativa a uma doença de que o rei padecia. O nascimento da princesa Maria Bárbara determinou o cumprimento da promessa. Este palácio e convento barroco domina a vila de Mafra.

O trabalho começou a 17 de novembro de 1717 com um modesto projeto para abrigar 13 frades franciscanos, mas o ouro do Brasil começou a entrar nos cofres portugueses; D. João V e o seu arquiteto, Johann Friedrich Ludwig (Ludovice) (que estudara na Itália), iniciaram planos mais ambiciosos. Não se pouparam a despesas. A construção empregou 52 mil trabalhadores e o projeto final acabou por abrigar 300 frades, num espaço de 40 000  com um palácio real e uma das mais belas bibliotecas da Europa, decorada com mármores preciosos, madeiras exóticas e incontáveis obras de arte. A basílica foi consagrada no 41º aniversário do rei, em 22 de outubro de 1730, calhado a um domingo, com festividades de oito dias. Em 1730 João Frederico Ludovice, após a sagração da Basílica, retira-se da obra deixando na direção das obras, o seu filho Dr. João Pedro Ludovice, formado em cânones em Coimbra e também arquitecto formado na escola do Risco das Obras de Mafra, que as acompanha até ao ano de 1744.

No convento consumiam-se por ano 120 pipas de vinho, 70 pipas de azeite, quase 10 toneladas de arroz e 600 vacas. Junto ao Convento ficava o Jardim da Cerca, com horta e pomar, tanques de água e vários campos de jogo para lazer.[4]

Para a sua construção vieram técnicos de toda a Europa. Esta mão de obra especializada teve uma importante missão na realização do projeto de Ludovice. Assim vai receber vários tipos de contribuições, podendo ser uns mais activos e outros mais ilusórios. As ideias patentes neste Convento foram inspirado nos grandes palacetes urbanos do Barroco internacional, tendo como referência São Pedro de Roma, muito devido a Carlos Fontana e a passagem do arquitecto por Roma. Em suma, Mafra é um bom exemplo de erudição, de boa arquitectura, de boa construção em termos de pura engenharia, conjugando a citação clássica com a necessidade de a apresentar enquanto espectáculo.[5]

O palácio era popular para os membros da família real, que gostavam de caçar na tapada. Hoje em dia decorre aqui um projeto para a preservação dos lobos ibéricos. O mosteiro passou a ser usado por forças militares desde 1834, após a dissolução das ordens religiosas. Durante os últimos reinados da Dinastia de Bragança, o palácio foi utilizado como residência de caça e dele saiu também em 5 de outubro de 1910 o último rei, D. Manuel II, para a praia da Ericeira, onde o seu iate real o conduziu para o exílio.

No palácio, pode-se visitar a farmácia, com belos potes para medicamentos e alguns instrumentos cirúrgicos, o hospital, com dezasseis cubículos privados de onde os pacientes podiam ver e ouvir missa na capela adjacente, sem saírem das suas camas. No andar de cima, as sumptuosas salas do palácio estendem-se a todo o comprimento da fachada ocidental, com os aposentos do rei numa extremidade e os da rainha na outra, a 232 m de distância.

Basílica do palácio

Algumas das divisões do palácio são: sala de Diana, sala do trono, torreão norte, galeria principal, sala das descobertas, sala dos destinos, sala da guarda, sala da bênção, sala dos camaristas, torreão sul, oratório sul, sala de D. Pedro V, sala de música, sala de jogos, sala da caça, sala de jantar, salão grande dos frades e cela fradesca.[6]

Ao centro, a imponente fachada é valorizada pelas torres da basílica coberta com uma cúpula. O interior da basílica é forrado a mármore e equipado com seis órgãos do princípio do século XIX, com um repertório exclusivo que não pode ser tocado em mais nenhum local do mundo. O átrio da basílica é decorado por belas esculturas italianas. Aqui existiu ainda a Escola de Escultura de Mafra, criada por D. José em 1754, foram muitos os artistas portugueses e estrangeiros que aí estudaram sob a orientação do escultor italiano Alessandro Giusti. A sala de caça exibe troféus de caça e cabeças de javalis.

O real edifício de Mafra é um organismo complexo, delimitado nos seus ângulos por duas torres-blocos, de linguagem militar, onde vamos encontrar os palácios do rei e da rainha, tendo a igreja como ponto central. O convento ocupa a parte de trás do edifício, ou seja, a fachada principal é destinada ao rei, e na sua parte posterior é que vai surgir o convento.

Fachada principal do Palácio Nacional de Mafra em 2016

Colecções[editar | editar código-fonte]

O espólio do Palácio Nacional de Mafra inclui peças provenientes do Convento de Nossa Senhora e Santo António, predominantemente do século XVIII, que inclui pintura, escultura, metais, paramentos, entre outros, encomendados por D. João V aos principais centros de arte europeus e peças originárias do Paço Real que são essencialmente do século XIX e que reflectem a funcionalidade do palácio como residência de lazer ligada à caça praticada pela família real.[7]

Cerâmica[editar | editar código-fonte]

Sala dos Destinos
Sala Amarela
Sala do Trono
Biblioteca

A colecção de cerâmica divide-se no núcleo conventual, com peças em faiança branca para uso quotidiano (pratos, taças, galheteiros, púcaros, etc.), fabricadas em olarias locais, com a inscrição MAFRA. Foram encomendadas e pagas por D. João V para os 300 frades que habitaram o Real Convento de Mafra. Da antiga botica conventual, existem alguns canudos e mangas para as preparações medicinais. O outro núcleo, relativo ao palácio, compreende cerâmica utilitária e decorativa proveniente da Casa Real, destacando-se a porcelana decorativa de origem francesa e oriental dos séculos XVIII e XIX.[8]

Escultura[editar | editar código-fonte]

A coleção de escultura compreende toda a estatuária da basílica, encomenda joanina a grandes mestres italianos, entre os quais se contam Lironi, Monaldi, Bracci, Maini, Corsini, Rusconi e Ludovisi, constituindo a mais significativa colecção de escultura barroca italiana fora de Itália, constituída por 58 estátuas de mármore de Carrara, a qual inclui ainda os seus estudos em terracota, bem como a produção da Escola de Escultura de Mafra, aqui criada no reinado de D. José sob a direção do mestre italiano Alessandro Giusti, e por onde passaram importantes escultores como Machado de Castro.[9]

Ourivesaria[editar | editar código-fonte]

A colecção inclui ourivesaria civil e religiosa muito diversificada, de origem portuguesa, italiana e também britânica, datada dos séculos XVIII e XIX. Cálices e relicários do século XVIII de mestres italianos constituem parte da colecção. No âmbito do palácio, o espólio compreende bacias, castiçais, leiteiras, escrivaninhas.[10]

Metais[editar | editar código-fonte]

A colecção de metais inclui os utensílios religiosos de uso na basílica como relicários, castiçais, cruzes, turíbulos e navetas, caixas para hóstias, lampadários executados em Itália, tocheiros e gradeamento em ferro e bronze da capela do Santíssimo Sacramento da autoria de René Michel Slodtz (escultor) ou das banquetas de altar encomendadas por D. João VI e executadas sob a direcção do escultor João José de Aguiar no Arsenal de Lisboa. Existem também objectos de uso quotidiano do convento, como castiçais e palmatórias, bacias, jarros e bilhas, braseiras, entre outros. A colecção é completa com os objectos de uso palaciano, como candeeiros, castiçais, travessas, pratos e utensílios de cozinha.[11]

Mobiliário[editar | editar código-fonte]

Do mobiliário da época Joanina pouco resta pois a maior parte do mobiliário, tapeçarias e obras de arte foram transportadas aquando da ida da Corte para o Brasil na época das invasões francesas, nunca tendo regressado da colónia, tendo sido leiloado em 1890 e com destino incerto, após a instauração da república no Brasil em 1889.[12] Assim, os ambientes atuais do palácio são fundamentalmente do século XIX, bastante diversificados, predominando o estilo Império e o mobiliário romântico. No palácio real, destacam-se uma cama de aparato Império, em mogno e com bronzes, as respectivas mesas de cabeceira de meados do séc. XIX, adquirida pela rainha D. Maria II, três cadeiras profusamente entalhadas em pau-santo e ainda uma credência entalhada e dourada assinada por José Aniceto Raposo (1756-1824), notável entalhador e inventor. Quanto ao mobiliário conventual, consiste essencialmente em camas, bancos, mesas e estantes pertencentes às celas fradescas, e que foram posteriormente utilizados pela Corte após a extinção das Ordens Religiosas. Destacam-se três estantes do mestre entalhador da Casa das Obras e Paços Reais António Ângelo, encomenda de D. João VI para o coro do convento da basílica e um mostrador da antiga botica, um dos poucos exemplares do século XVIII existentes em Portugal.[13]

Pintura[editar | editar código-fonte]

Para os altares da Real Basílica, para as diversas capelas e áreas conventuais, como a portaria e o refeitório, dom D. João V encomendou uma coleção de pintura religiosa que se conta entre as mais significativas do século XVIII. Avultam, neste assinalável conjunto, obras dos pintores italianos Masucci, com uma “Sagrada Família”, tela preferida do rei D. João V, Giaquinto, Trevisani ou Battoni e de portugueses bolseiros em Roma como Vieira Lusitano e Inácio de Oliveira Bernardes, bolseiros do rei D. João V na Academia de Portugal em Roma. A colecção de pintura abrange Mestres da Escola Italiana da 1ª metade do século XVIII, com telas que pertenciam aos altares da basílica e às principais salas do Convento. Também Sebastiano Conca (1680-1764) com a tela “Imaculada Conceição”, tema de particular devoção da ordem fransciscana. Mafra tornou-se o maior centro difusor do gosto romano da época, quer pela quantidade de obras, quer pela diversidade de artistas que para aqui trabalharam. A colecção integra ainda pintores portugueses do século XIX, como António Manuel da Fonseca (1796 – 1890), Silva Porto, Carlos Reis ou João Vaz, pertencentes à colecção pessoal de D. Fernando II, D. Luís e D. Carlos. De destacar, também as marinhas executadas pelo rei D. Carlos e um retrato de D. Manuel II, pintado por José Malhoa em 1908 quando da sua subida ao trono.[14]

Têxteis/paramentos[editar | editar código-fonte]

Para ornamentar a Real Basílica de Mafra, D. João V fez encomenda de ornamentos e paramentos em França e em Itália (Génova e Milão). A colecção é composta por paramentos nas cinco cores litúrgicas (carmesim, branco, preto, roxo, verde). Segundo especificação do rei, os paramentos deveriam ser de “...seda, não adamascada nem lavrada, mas sim forte, e de muita dura [... ] bordados a seda cor de ouro a mais parecida que puder ser com o mesmo ouro." A importância desta colecção deve-se também ao grande número de peças que a compõem. Como exemplo, o paramento usado na procissão do Corpo de Deus, tem 25 casulas, 8 dalmáticas, 12 capas bordadas, 70 pluviais, para além de panos de estante, capas de missal, pano de púlpito, umbelas, entre outros. Para a maior parte dos conjuntos existiam ainda dosséis, estandartes, pavilhões de sacrário, etc. Foi ainda encomendada toda a “roupa branca” de sacristia, como albas, roquetes, cotas, toalhas, corporais, sanguíneos, etc.[15] [16]

Carrilhões[editar | editar código-fonte]

O palácio possui ainda dois carrilhões, mandados fabricar em Antuérpia e em Liège por D. João V, com um total de 98 sinos. São os maiores carrilhões do século XVIII existentes no mundo. Cada um deles cobre uma amplitude de quatro oitavas (por isso considerados carrilhões de concerto).

Foram realizados por dois fundidores de sinos dos Países Baixos: Willelm Witlockx, um dos mais respeitados fundidores de sinos em Antuérpia e Nicolaus Levache, um fundidor de Liège responsável por diversos carrilhões e que deixou, efetivamente, em Portugal uma tradição de fundição que perdurou por mais de um século após a conclusão do trabalho em nada

Este conjunto único inclui também o maior conjunto conhecido de sistemas de relógios e de cilindros de melodia automática; ambas as torres de Mafra possuem mecanismos automáticos de toque (quatro cilindros rotativos com cavilhas e alavancas) Este é um marco mundial para o estudo, quer da música automática quer da relojoaria. Estes complexos engenhos são capazes de tocar de modo intermutável de entre cerca de dezasseis diferentes e complexas peças de música, em qualquer momento. Os cilindros melódicos de Mafra foram executados pelo famoso De Beefe, construtor de relógios dos Países Baixos da primeira metade do século XVIII.[17]

Biblioteca[editar | editar código-fonte]

O maior tesouro de Mafra é a sua biblioteca, com chão em mármore, estantes em estilo rococó e uma coleção de mais de 30 000 livros com encadernações em couro gravadas a ouro, incluindo uma segunda edição de Os Lusíadas de Luís de Camões. Abrange áreas de estudo tão diversa como a medicina, farmácia, história, geografia e viagens, filosofia e teologia, direito canónico e direito civil, matemática, história natural, sermonária e literatura.

Situada ao fundo do segundo piso, a estrela do palácio, rivaliza em grandiosidade com a Biblioteca da Abadia de Melk, na Áustria. Desenhada por João Frederico Ludovice, sendo as estantes de autoria de Manuel Caetano de Sousa, tem 88 metros de comprimento, 9,5 metros de largura e 13 metros de altura. O magnífico pavimento é revestido de mármore rosa, cinzento e branco. As estantes de madeira em estilo rococó, situadas em duas filas laterais e separadas por um varandim, contêm milhares de volumes encadernados em couro, testemunhando a extensão do conhecimento ocidental dos séculos XV ao XIX. Entre eles, muitas jóias bibliográficas, como incunábulos. Muitos deste volumes foram encadernados na oficina local. A biblioteca de Mafra é também conhecida por acolher morcegos, que ajudam a preservar as obras.[18]

Referências

  1. http://www.palaciomafra.gov.pt/pt-PT/Geral/ContentList.aspx
  2. «UNESCO World Heritage Centre - nominations to be examined at the 43rd session of the World Heritage Committee (2019)». UNESCO World Heritage Centre (em inglês). Consultado em 7 de julho de 2019 
  3. Borges, Nelson Correia (1993), História da Arte em Portugal Do Barroco ao Rococó, Volume 9. Lisboa. Publicações Alfa, pp. 59-62
  4. http://www.palaciomafra.gov.pt/pt-PT/conventomenu/ContentList.aspx
  5. Borges, N. C. (1993). História da Arte em Portugal. Do Barroco ao Rococó. Volume 9. Lisboa: Alfa, p. 63
  6. http://www.palaciomafra.gov.pt/pt-PT/palaciomenu/salas/ContentList.aspx
  7. http://www.palaciomafra.gov.pt/pt-PT/Colecoes/ContentList.aspx
  8. http://www.palaciomafra.gov.pt/pt-PT/Colecoes/ceramica/ContentList.aspx
  9. http://www.palaciomafra.gov.pt/pt-PT/Colecoes/colecoes_escultura/ContentList.aspx
  10. http://www.palaciomafra.gov.pt/pt-PT/Colecoes/colecoes_ourivesaria/ContentList.aspx
  11. http://www.palaciomafra.gov.pt/pt-PT/Colecoes/colecoes_metais/ContentList.aspx
  12. https://www.ipharj.org/os-leiloes-do-palacio-imperial-de-sao-cristovao/
  13. http://www.palaciomafra.gov.pt/pt-PT/Colecoes/colecoes_mobiliario/ContentList.aspx
  14. http://www.palaciomafra.gov.pt/pt-PT/Colecoes/colecoes_pintura/ContentList.aspx
  15. http://www.palaciomafra.gov.pt/pt-PT/Colecoes/colecoes_texteis/ContentList.aspx
  16. http://www.palaciomafra.gov.pt/pt-PT/basilicamenu/Basilica_escultura/ContentList.aspx
  17. Informação fornecida por Palácio Nacional de Mafra
  18. Informação fornecida por Palácio Nacional de Mafra

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Gomes, Joaquim da Conceição. Descrição minuciosa do monumento de Mafra, ideia geral da sua origem e construção e dos objetos mais importantes que o constituem. Segunda edição, correta e aumentada com muitas notas e com uma notícia de Sintra, seus edifícios e arredores. Imprensa Nacional: 1871.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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