Margarita (coquetel)
Aparência
Uma taça de margarita. | |
| Tipo | Coquetel |
|---|---|
| Teor alcoólico | 15 - 17% |
| Origem | |
| Cor | Variada |
| Sabor | Tequila |
| Relacionada(s) | Cointreau |
A margarita é um coquetel feito com 50 ml de tequila, 20 ml de triple sec e 15 ml de suco de limão.[1]
Origem
[editar | editar código]A origem da margarita é mexicana. Tequila é uma cidade perto de Guadalajara, onde estão as principais destilarias dessa bebida, feita a partir de agave azul, que nada tem a ver com o cacto saguaro, presente, inclusive, em muitas taças de margaritas.
Origem do nome
[editar | editar código]Há mais de uma versão para a origem do nome do drinque.[2]Dentre elas temos:
- A estadunidense Margarita Sames tinha uma casa em Acapulco, onde na época os famosos de Hollywood passavam boas temporadas. Ela era uma das grandes socialites da época (1948) e recebia amigos como Lana Turner, Fred MacMurray, Nick Hilton (dos hotéis), John Wayne, etc. Uma vez a anfitriã foi desafiada a criar um coquetel: ela misturou Cointreau com tequila e suco de limão. Como na época era hábito tomar tequila precedida por uma pitada de sal, acrescentou o anel de limão e sal em volta da borda do copo. Foi um sucesso e ganhou o nome da anfitriã, Margarita!
- Rita Hayworth, cujo nome verdadeiro era Margarita Carmen Cansin, na juventude, antes de sua fama, se apresentava em Cassinos na vida noturna de Tijuana, México. Ali, um barman de nome Jodson Gutierrez criou o coquetel e o batizou em homenagem à atriz.
- Nos anos 40, havia um bar de estrada em Rosarita Beach na Baja California que era de propriedade de Danny Herrera. O local era frequentado por Katherine Hepburn, Ava Gardner e outras celebridades. Herrera criou o coquetel, uma maneira de suavizar o gosto forte da tequila, para conquistar uma certa Marjorie (Margarita em espanhol) King.
Referências
- ↑ «Contemporary Classics | International Bartenders Association». International Bartenders Association. Consultado em 30 de setembro de 2025
- ↑ Revista “Gosto” – Junho 2010 – Nº 11; Editora Isabella – Pg. 38 – Xavier Bardaburu
