Bloody Mary (coquetel)

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Bloody Mary
Uma taça de Bloody Mary
Tipo Coquetel

Bloody Mary (em inglês "Maria, a sanguinária", em referência à rainha Maria I de Inglaterra) é um coquetel feito com vodca, suco de tomate, suco de limão, molho inglês, tabasco e pimenta.

Ingredientes[1][editar | editar código-fonte]

  • 90 ml de suco de tomate;
  • 45 ml de vodka;
  • 15 ml de suco de limão;
  • 1 ou 2 gotas de molho tabasco;
  • 1 ou 2 dashes de molho inglês;
  • 1 pitada de pimenta do reino;
  • cubos de Gelo;
  • sal (opcional);
  • talo de salsão ou manjericão ou uma rodela de limão (para decorar).

Preparo[editar | editar código-fonte]

¹Batido: Bata todos os ingredientes menos a pimenta do reino na coqueteleira, verta sobre uma taça hurricane ou copo long drink com gelo, acrescente a pimenta e decore.

²Mexido: Misture todos os ingredientes em uma jarra e sirva sobre cubos de gelo em um copo long drink. Decore.

Origem[editar | editar código-fonte]

Há mais de uma versão acerca de quem e onde teria criado o coquetel, também acerca da origem do nome.[2]

O francês Fernand Petiot, barman do "Harry's Bar" de Paris, teria criado o coquetel em sua primeira versão na década de 20, mas teria lançado no bar do "Hotel Saint Regis" em Nova Iorque, tendo denominado o mesmo de "Red snapper", nome que foi depois abandonado. A pedido do príncipe russo Serge Obolensky foi incluído o tabasco na receita. Ambos os locais reivindicam o posto de local da criação da bebida.

No final dos anos 30, o ator e produtor George Jessel teria sido o criador, também em Nova Iorque conforme o New York Herald Tribune, sendo que Jessel aparecia em propagandas da Vodca Smirnoff. Uma terceira versão, essa com menos defensores, atribui a Bertin Azimont, do Hôtel Ritz Paris, a criação especial para o escritor Ernest Hemingway que queria uma bebida que não deixasse odor, para que a esposa dele não percebesse.

O nome Bloody Mary refere-se à cor vermelha provida pelo suco de tomate, mas há também três versões acerca da sua inspiração:

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. justonedesign.eu. «BLOODY MARY | International Bartenders Association». iba-world.com (em inglês). Consultado em 7 de junho de 2018. 
  2. Revista "Gosto" Nº 8 - Março 2010 - por Xavier Bartaburu pg.34 - Editora Abril
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