Max Slevogt

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Max Slevogt
Retrato de Selvogt feito por Emil Orlik, 1917
Nome completo Franz Theodor Max Slevogt[1]
Nascimento 8 de outubro de 1868
Landshut, Alemanha
Morte 20 de maio de 1932 (63 anos)
Neuchâtel, Suíça
Nacionalidade Alemanha alemã
Área Pintura
Formação
Movimento(s) Impressionismo

Max Slevogt (Landshut, 8 de outubro de 1868 - Neuchâtel, 20 de maio de 1932) foi um pintor impressionista alemão. É considerado, junto de Max Liebermann e Lovis Corinth, como o principal representante técnico impressionista no seu país natal, pintando especialmente paisagens (Vinhedos em flor, Paisagem do Palatinado), quadros do tema religioso e retratos. O seu estilo, de colorido claro e pinceladas enérgicas, é de carácter narrativo[1].

Vida pessoal e carreira[editar | editar código-fonte]

Nascido em Landshut, na Alemanha, em 1868, era filho do capitão Friedrich von Slevogt, e de Caroline Slevogt, nascida em Saarbrücken. Terminou os estudos básicos em 1884 e de 1885 a 1889 estudou na Academia de Belas-Artes de Munique, onde surgiram suas primeiras paisagens. Seus professores foram Gabriel von Hackl, Karl Raupp e Johann Caspar Herterich. Sua primeiras pinturas eram com cores sombrias, exemplificando o estilo artístico predominante em Munique na época. em 1889, visitou Paris, onde estudou na famosa Académie Julian. Em 1896, fez caricaturas para as revistas Simplicissimus e Jugend, e no ano seguinte fez sua primeira exposição em Viena[2].

Por volta de 1890, sua paleta de cores se atenua. Esteve em Paris em 1900, onde representou o pavilhão alemão na exposição mundial, ficando incrivelmente impressionado com o trabalho de Édouard Manet. Em 1901, ele se juntou à Secessão de Berlim. O trabalho de Slevogt é extenso e não inclui apenas painéis, cenários e pintura de parede, mas também aquarelas, desenhos, gravuras e ilustrações de livros[2].   Casou-se, em 1898, com Antonie Finkler, de Godramstein e a fez posar em diversas de suas pinturas, tendo, aliás, a aparência de membros da família como um ponto focal do seu trabalho[2].

Uma viagem ao Egito, em 1914, resultou em 21 quadros, assim como inúmeros desenhos e aquarelas. Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, ele foi enviado como pintor oficial do front. Esta experiência lhe trouxe o desafio de retratar com a arte os horrores da guerra. No mesmo ano, ele se tornou membro da Academia Prussiana de Artes, em Berlim.

Max foi o responsável pelo cenário de Don Giovanni, de Mozart, na ópera de Dresden, em 1924. Em 1929, em seu aniversário de 60 anos, ganhou uma exposição de seu trabalho na Academia Prussiana. Em seu último ano de vida, ele trabalhou no mural Golgatha, na igreja de Ludwigshafen, no Reno, mas ela foi destruída por bombardeios durante a Segunda Guerra Mundial[2].

Morte[editar | editar código-fonte]

Max Slevogt faleceu em 20 de maio de 1932, aos 63 anos, em Leinsweiler,na região da Bavária. Foi sepultado no mausoléu da família Finkler, em Neukastel[2].

Galeria[editar | editar código-fonte]

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Referências

  1. a b KATALOG DER DEUTSCHEN NATIONALBIBLIOTHEK (ed.). «Max Slevogt». KATALOG DER DEUTSCHEN NATIONALBIBLIOTHEK. Consultado em 9 de dezembro de 2014 
  2. a b c d e The Metropolitan Museum of Art (ed.). «German masters of the nineteenth century : paintings and drawings from the Federal Republic of Germany». The Metropolitan Museum of Art. Consultado em 22 de abril de 2017