Mirna Queiroz

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Mirna Queiroz (São Paulo, 1968) é uma jornalista e editora brasileira. É a fundadora e editora executiva da revista Pessoa e, desde 2018, co-curadora do Prêmio Oceanos.[1]

Biografia[editar | editar código-fonte]

É formada em Jornalismo pela Universidade Católica de Santos e mestre em Estudos Culturais pela Universidade de São Paulo, com uma tese sobre o livro digital.

Entre 1988 e 2005, ocupou vários cargos na TV Bandeirantes, TV Record e TV Gazeta. Foi correspondente da BBC em Lisboa,[2] Bruxelas e Singapura[3] e trabalhou para a SIC, o principal canal de TV privado em Portugal. Esteve vinculada ao United Nations Development Programme (UNDP), agência da ONU para o desenvolvimento, em São Tomé e Príncipe, como Program Officer responsável pela execução e coordenação técnica, financeira e administrativa de projetos de Boa Governança e Redução de Pobreza (2005-2007). Na área de educação e cultura, organizou, em Singapura, o primeiro festival de cinema brasileiro no sudeste asiático, com apoio da Petrobras (2004) (Brazilian Film Festival Singapore).

No regresso ao Brasil, foi Coordenadora Editorial da editora de origem portuguesa Babel (editora do poeta Fernando Pessoa), sendo responsável pelos primeiros 15 títulos entre clássicos e ficção contemporânea.

Concebeu e organizou a coleção infantojuvenil Sonho Verde (editora DSOP), que reúne João Carrascoza, Ricardo Lísias, Rodrigo Lacerda, Paulo Lins, Andréa del Fuego, José Luiz Passos, entre outros.[4]

Em 2016 foi curadora, juntamente com o editor e tradutor americano Eric M. B. Becker, de uma edição da revista Passages do PEN American Center sobre o Brasil (focada em escritoras brasileiras). A publicação conta com 10 escritoras, como Adriana Lisboa, Eliane Brum, Elvira Vigna, Maria Esther Maciel ou Noemi Jaffe.[5]

É a fundadora e editora executiva da revista Pessoa, revista online de literatura fundada em 2010, em São Paulo, Brasil, com o objetivo de incentivar o hábito de leitura e difundir a literatura em língua portuguesa..[6] Em 2016, o jornal Valor Econômico destacou a revista como "uma das iniciativas mais inovadoras e plurais surgidas na cena literária nos últimos anos."[7]

Ligações Externas[editar | editar código-fonte]

Referências