Memorial Hermínio Bittencourt

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Memorial Hermínio Bittencourt ou Museu do Grêmio Hermínio Bittencourt, nome em homenagem a Hermínio Bittencourt, o “Tio Bitenca” (como era chamado carinhosamente), entre várias funções desempenhadas no clube, foi presidente do Grêmio no ano da conquista do Hexacampeonato Estadual, em 1968. Sempre querido por todos, ele é lembrado por sua gentileza e respeitado como um dos mais dedicados Gremistas. Grande Benemérito, o Memorial foi batizado em sua homenagem.[1]

História[editar | editar código-fonte]

No dia 15 de setembro de 1903, nasceu o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, Em 1983, quando completava 80 anos, foram dados os primeiros passos para a construção de um local que retratasse a história desse que viria a ser um dos clubes mais consagrados do estado e país. Para dar início ao projeto na época, o presidente Fábio Koff criou a Comissão Organizadora do Museu do Grêmio. Foram nomeados três conselheiros que se provaram fundamentais para a realização e evolução do projeto: Hermínio Bittencourt, Henrique Amábile Filho e Ema Facchin Coelho de Souza. O trabalho pioneiro desta comissão foi responsável através dos anos pela criação de um dos mais importantes museus esportivos do país.

A criação da Sala de troféus foi a primeira etapa da formação do Memorial tricolor. Enquanto eram restaurados os troféus e organizados por esporte e ordem cronológica, foi montada a estrutura para a exposição. Coube ao presidente Alberto Galia no inaugurá-la, no dia 11 de dezembro de 1984, com 1.537 peças expostas. O evento fez parte das comemorações de 1 ano da Conquista do Mundial Interclubes.

A próxima etapa do projeto contemplou a organização de um extenso acervo de objetos e a criação de painéis contando a história do Grêmio, o que, em conjunto à Sala de Troféus, compôs um resgate completo da memória tricolor. Assim, no dia 11 de dezembro de 1988, o presidente Paulo Odone Chaves de Araújo Ribeiro inaugurou o Museu Histórico. Em março de 1998, na gestão do presidente Luiz Carlos Silveira Martins o Museu iniciou uma renovação que incluiu a reformulação do espaço fotográfico. A etapa derradeira que concluiu o Memorial começou em agosto de 1999, durante administração de José Alberto Guerreiro. O Museu foi fechado à visitação pública para que uma grande reforma fosse executada, mantendo-se as atividades internas de pesquisa e arquivamento. O Memorial Hermínio Bittencourt foi reaberto pelo presidente Flávio Obino, no dia 19 de setembro de 2004, em comemoração ao Cinqüentenário do Estádio Olímpico. A estrutura anterior foi ampliada e transformada em um ambiente moderno, capaz de apresentar aos torcedores um panorama dos fatos mais marcantes da memória do clube.[2][3] No dia 3 de dezembro de 2012, fecha as portas no Estádio Olímpico Monumental, começando sua migração para Arena do Grêmio.

Museu do Grêmio Hermínio Bittencourt[editar | editar código-fonte]

No dia 19 de dezembro de 2012, o Grêmio inaugurou oficialmente seu novo Museu Hermínio Bittencourt na Arena inaugurando a primeira fase do projeto que contempla a sala de troféus, experiência imersiva, um espaço amplo onde parte da história do clube é reproduzida numa parede de 360 graus mesclando imagens e som, além disso, existem setores específicos de cada conquista com troféus, vídeos e painéis interativos. O novo Museu ocupa uma área de 1,6 mil metros quadrados, mais do que o dobro dos 765 m² que ocupava no Olímpico, projetado pela empresa inglesa Muse – Museums & Expos, faz parte do tour da Arena.[4][5]

Embora uma parte do espaço tenha sido inaugurado em 2012, ficou fechado para visitação até dezembro de 2015.[6]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]