Propaganda nazi

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Propaganda nazista é o termo que descreve a poderosa propaganda psicológica na Alemanha nazista, muitas das quais centradas em declarar que os judeus eram a fonte dos problemas econômicos da Alemanha. A propaganda nazista também teve temas comuns entre os países em guerra: a iminente derrota dos seus inimigos, a necessidade de segurança, etc. Os telejornais também foram utilizados para obter apoio para a causa nazista. Nesse sentido, Leni Riefenstahl é provavelmente o mais famoso propagandista, o filme "O Triunfo da Vontade" é um dos exemplos mais conhecidos de propaganda na história do cinema. Este filme foi popular no Terceiro Reich e continuou influenciando filmes, documentários e comerciais até os dias atuais. [1] Joseph Goebbels, o ministro da Propaganda da Alemanha nazista, desempenhou um papel central na criação de material antissemita e pró-nazista para o partido. Ele estava no comando de uma máquina de propaganda que atingiu todos os níveis da sociedade alemã.

História[editar | editar código-fonte]

A Propaganda, a tentativa coordenada para influenciar a opinião pública através da utilização de meios de comunicação, foi pioneiramente utilizada pelo partido nazista, nos anos que antecederam e durante a liderança de Adolf Hitler da Alemanha (1933-1945).[2] A propaganda nazista forneceu um instrumento crucial para a aquisição e manutenção do poder, e para a implementação das suas políticas, incluindo o exercício de guerra total[3] e do extermínio de milhões de pessoas pelo Holocausto. A utilização generalizada da propaganda pelos nazistas é o grande responsável pela palavra "propaganda" adquirir no presente conotações negativas [4]

Propaganda nazista com um soldado alemão loiro e de olhos azuis da Segunda Guerra Mundial. A aparência física estereotipada da raça nórdica, que se dizia ser a sub-raça mais pura da raça ariana.

Durante a Segunda Guerra Mundial, as técnicas de propaganda foram cientificamente organizadas e aplicadas para influenciar a opinião pública. Hitler interessava-se e admirava os modelos de propaganda utilizados pelos ingleses. [carece de fontes?]

Na guerra, o objectivo da propaganda é sempre provocar o ódio.

Quando subiu ao poder em 1933, Hitler estabeleceu um ministério da propaganda dirigido por Joseph Goebbels. Em Berlim, Goebbels torna-se o editor do jornal "Der Angriff" (O Ataque), que publicava constantemente difamações antissemitas.

Os objectivos do ministério eram assegurar que a mensagem nazi fosse espalhada através da arte, música, teatro, filmes, livros, rádio, material educacional e imprensa. O ministro da propaganda, Goebbels, tinha duas tarefas principais: assegurar que ninguém na Alemanha lia ou via ideias contrárias ao Partido Nazi e assegurar que as ideias Nazis fossem expostas da maneira mais persuasiva possível.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. David B. Hinton (1975). «Triump of the Will: document or artifice?». Cinema Journal (em inglés). University of Texas Press, JSTOR. pp. 48–57. Consultado em 6 de Febrero.  Parâmetro desconhecido |añoacceso= ignorado (|acessodata=) (Ajuda);
  2. Notas sobre o tratamento das pessoas atingidas pela violência institucionalizada
  3. Noam Chomsky, “What Makes Mainstream Media Mainstream?” op. cit., pgs. 5-6
  4. Welch, David (1993). The Third Reich: Politics and Propaganda Routledge [S.l.] ISBN 0-203-93014-2. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

  • (em inglês) World News - Nazi Propaganda. Página acessada em 17 de Setembro de 2013.