São Bartolomeu (coletividade)

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Collectivité de Saint-Barthélemy
Colectividade de São Bartolomeu
Bandeira
Blason St Barthélémy TOM entire.svg
Bandeira Brasão
Gentílico: são-bartolomeense

Localização

Localização de São Bartolomeu
Capital Gustávia
Cidade mais populosa Gustávia
Língua oficial Francês
Língua não-oficial Crioulo de São Bartolomeu
Governo Coletividades de ultramar da França
 - Presidente da França Emmanuel Macron
 - Prefeito Delegado Jacques Simonnet
 - Prefeito do Conselho Bruno Magras
 - Deputado Victorin Lurel
 - Senador Michel Magras
 - Separação do Departamentos de ultramar 21 de Fevereiro de 2007 
Área  
 - Total 25 km² 
População  
 - Estimativa para 2006 8 398 hab. 
 - Densidade 335 hab./km² 
PIB (base PPC)
 - Total US$ 179 000 000 
 - Per capita US$ 26 000 
IDH n/a (n/a.º) – Não Classificado
Moeda Euro € (EUR)

São Bartolomeu[1][2] (Saint-Barthélemy em língua francesa), oficialmente Coletividade de São Bartolomeu (Collectivité de Saint-Barthélemy em francês), é um território pertencente à França, com 21 km², envolvendo a ilha de São Bartolomeu e outros territórios pequenos próximos à ilha. Também conhecido por Saint-Barts, Saint-Barths ou Saint-Barth, a Colectividade de São Bartolomeu é um dos quatro territórios das Pequenas Antilhas que englobaram as Índias Ocidentais Francesas. Saint-Barth foi cedida pela França à Suécia em 1785, e, em 1878, foi concedida à França novamente. A principal cidade da ilha é Gustávia, nomeada em homenagem ao rei Gustavo III da Suécia.[3] Tem o estatuto de coletividade ultramarina desde 21 de fevereiro de 2007.

Colónia Sueca - Sankt Barthélemy[editar | editar código-fonte]

A ilha foi colónia da Suécia durante quase um século - entre 1784 e 1878.[4]

Imigração portuguesa[editar | editar código-fonte]

Quase metade dos habitantes da ilha são portugueses. Das cerca de oito mil pessoas que vivem na ilha de São Bartolomeu. Três mil são portugueses, oriundos do Norte de Portugal, sobretudo de Braga, Guimarães, Barcelos e Monção.

Sem Consulado português em S. Bartolomeu (os emigrantes dependem da Embaixada portuguesa em Paris), aos poucos, a comunidade vai-se organizando. A equipa portuguesa de futebol já esteve em primeiro lugar na classificação local.

A Associação Desportiva e Cultural Portuguesa de S. Bartolomeu foi a grande responsável por dinamizar e incentivar os emigrantes portugueses a participarem nas atividades da ilha. A festa do 25 de Abril, o S. João e o S. Martinho são as únicas festas tradicionalmente portuguesas que se celebram[5].

Relações externas[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Serviço das Publicações da União Europeia. «Anexo A5: Lista dos Estados, territórios e moedas». Código de Redacção Interinstitucional. Consultado em 19 de janeiro de 2012 
  2. Macedo, Vítor (Primavera de 2013). «Lista de capitais do Código de Redação Interinstitucional» (PDF). Sítio web da Direcção-Geral da Tradução da Comissão Europeia no portal da União Europeia. A Folha — Boletim da língua portuguesa nas instituições europeias (n.º 41). 11 páginas. ISSN 1830-7809. Consultado em 23 de maio de 2013 
  3. Ernby, Birgitta; Martin Gellerstam, Sven-Göran Malmgren, Per Axelsson, Thomas Fehrm (2001). «Saint-Barthélemy». Norstedts första svenska ordbok (em sueco). Estocolmo: Norstedts ordbok. p. 537. 793 páginas. ISBN 91-7227-186-8 
  4. «S. Barthelemy under svenskt välde (São Bartolomeu sob o domínio sueco (em sueco). Projekt Runeberg - S. Barthelemy under svenskt välde. Consultado em 18 de abril de 2017 
  5. «Quase metade dos habitantes de uma ilha paradisíaca são portugueses» 
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