Tempos Modernos

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Tempos Modernos (filme))
Ir para: navegação, pesquisa
Nota: Para outros significados do título, consulte Tempos Modernos (desambiguação) ou Modern Times (desambiguação).
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde julho de 2010). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Modern Times
Tempos modernos (PT)
Tempos Modernos (BR)
Cartaz do filme
 Estados Unidos
1936 •  P&B •  87 min 
Direção Charlie Chaplin
Produção Patríciu Santans
Roteiro Charlie Chaplin
Elenco Charlie Chaplin
Paulette Goddard
Henry Bergman
Stanley Sandford
Chester Conklin
Género comédia
[[drama]

]

código-IMDB = 0027977 lançamento = 5 de fevereiro de 1936 (80 anos)
Rivoli Theater, Nova Iorque,  Estados Unidos
precedido_por = Luzes da Cidade seguido_por = O Grande Ditador estúdio = United Artists montagem = [ Miriã Jones; Paty Santanys]]
Música Deniss Gilbert
Distribuição Charlie Chaplin Film Corporation
Idioma inglês

Modern Times (Tempos Modernos, no Brasil e em Portugal ) é um filme de 1936 dos Estados Unidos do cineasta Charlie Chaplin em que o seu famoso personagem "O Vagabundo" (The Tramp) tenta sobreviver em meio ao mundo moderno e industrializado. É considerado uma forte crítica ao capitalismo, stalinismo, nazifascismo, fordismo e ao imperialismo, bem como uma crítica aos maus tratos que os empregados passaram a receber durante a Revolução Industrial.[1]

Nesse filme Chaplin, quis passar uma mensagem social. Cada cena é trabalhada para que a mensagem chegue verdadeiramente tal qual seja. E nada parece escapar: máquina tomando o lugar dos homens, as facilidades que levam a criminalidade e a escravidão. O amor também surge, mas surge quase paternal: o de um vagabundo por uma menina de rua.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Chaplin trabalha em uma fábrica, na qual tem um colapso nervoso por trabalhar de forma escrava. É levado para um hospício, e quando retorna para a “vida normal”, para o barulho da cidade, encontra a fábrica já fechada.

Enquanto isso, uma jovem tem que realizar furtos para sobreviver, a jovem foge em busca de outro destino, mas acaba se envolvendo numa confusão: pois é tomado como o líder comunista por ter levantado uma bandeira vermelha assim dando a entender que ele estava por trás da greve que está a acontece e acaba sendo preso. Ele tem que arrumar um emprego rapidamente.

Consegue um emprego numa outra fábrica, mas logo os operários entram em greve e ele mete-se novamente em perigo. No meio da confusão, vai preso ao jogar sem querer uma pedra na cabeça de um policial.

A jovem consegue trabalho como dançarina num salão de música e emprega seu amigo como garçon. Também não dá certo, então os dois seguem, numa estrada, rumo a mais aventuras emocionantes e divertidas para eles.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Produção e recepção[editar | editar código-fonte]

Lançamento do filme em 1936.

O filme também foi censurado em vários países como na Alemanha Nazista, por conta de suas citações sobre o comunismo e a social-democracia. O filme foi também criticado pela sociedade americana por causa das mesmas citações comunistas e social-democratas como críticas À Revolução Industrial, principalmente pelos industriais. Outro ponto a citar, é que o filme é um tanto futurista, já que várias tecnologias existentes no filme não existiam há época. Foi o último filme em que Chaplin interpreta The Tramp, seu clássico personagem.

O filme também é ousado para a época por mostrar um traficante que durante o almoço na cadeia, onde era procurado pelos inspetores de polícia, coloca o saleiro debaixo da mesa e muda o sal por cocaína, Chaplin sem saber ingere excessivamente no prato achando que é sal.

O filme foi exibido no Festival de Cannes em 2003, fora da competição.

Com base de 4 avaliações profissionais, alcançou uma pontuação de 96% no Metacritic. Por votos dos usuários do site, atinge uma nota de 9.0, usada para avaliar a recepção do público.[2]

Elenco[editar | editar código-fonte]

  • Geraldine Chaplin como Hannah Chaplin, mãe de Charlie
  • Paul Rhys como Sydney Chaplin, irmão de Charlie que o introduz no mundo do espetáculo
  • John Thaw como Fred Karno, empresário britânico de music-hall
  • Moira Kelly como Hetty Kelly, uma bailarina e primeiro amor de Charlie / Oona O'Neill, última esposa de Charlie
  • Anthony Hopkins como George Hayden, fictício editor da biografia de Chaplin
  • Dan Aykroyd como Mack Sennett, produtor de cinema pastelão de Hollywood que contrata Chaplin nos Estados Unidos
  • Marisa Tomei como Mabel Normand, uma jovem atriz de Hollywood
  • Penelope Ann Miller como Edna Purviance, uma jovem atriz de Hollywood
  • Kevin Kline como Douglas Fairbanks, um ator principal em primeiros filmes de Hollywood
  • Matthew Cottle como Stan Laurel, comediante de Hollywood
  • Maria Pitillo como Mary Pickford, uma atriz principal em primeiros filmes de Hollywood
  • Kevin Dunn como J. Edgar Hoover, chefe da Agência Federal de Investigação dos EUA
  • Deborah Moore como Lita Grey, uma jovem atriz de Hollywood e segunda esposa de Charlie
  • Diane Lane como Paulette Goddard, uma jovem atriz de Hollywood e terceira esposa de Charlie
  • Nancy Travis como Joan Barry, uma jovem atriz de Hollywood que pede que Chaplin reconheça seu filho
  • James Woods como Joseph Scott, advogado da Califórnia de Joan Barry
  • David Duchovny como Roland Totheroh, cinegrafista de longo tempo de Chaplin

Referências

  1. Flom, Eric L. (1997). "3.Modern Times". Chaplin in the Sound Era: An Analysis of the Seven Talkies. McFarland. ISBN 9780786403257.
  2. «Modern Times» (em inglês). Metacritic. Consultado em 28 de setembro de 2014. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Applications-multimedia.svg A Wikipédia possui o
Ícone de esboço Este artigo sobre um filme é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.