The Binding of Isaac: Rebirth

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Disambig grey.svg Nota: Se procura pelo jogo original lançado em 2011, veja The Binding of Isaac.
The Binding of Isaac: Rebirth
Logo do jogo na Steam.
Desenvolvedora(s) Nicalis
Publicadora(s) Nicalis
Projetista(s) Edmund McMillen
Artista(s) Edmund McMillen
Compositor(es) Matthias Bossi
Jon Evans
Plataforma(s) Microsoft Windows, OS X, Linux, PlayStation 4, PlayStation Vita, Nintendo Switch, Wii U, New Nintendo 3DS, Xbox One
Data(s) de lançamento 4 de novembro de 2014
Gênero(s) Roguelike, dungeon crawl, tiro, ação-aventura

The Binding of Isaac: Rebirth é um jogo eletrônico independente do gênero roguelike desenvolvido por Edmund McMillen e publicado pela Nicalis, lançado originalmente para Microsoft Windows, OS X, Linux, PlayStation 4 e PlayStation Vita em 2014. O título e o enredo do jogo foram inspirados pela história bíblica do sacrifício de Isaque. Na história, Isaac foge para o porão de sua casa depois que sua mãe recebe uma mensagem de Deus exigindo a vida de seu filho como prova da sua , com ele devendo lutar contra vários monstros para sobreviver. Os jogadores controlam Isaac ou um dos outros dez personagens desbloqueáveis através de andares gerados aleatoriamente, derrotando inimigos em combate em tempo real e coletando itens e poderes a fim de derrotar os chefes e, eventualmente, a mãe de Isaac.

É uma recriação do jogo original desenvolvido em Flash por McMillen e Florian Himsl em 2012. Rebirth foi desenvolvido com um motor de jogo mais avançado que lhes permitiu superar as limitações do Flash, adicionando mais conteúdo que McMillen queria no jogo original, além de inserir novas características de jogabilidade. Uma expansão chamada Afterbirth foi lançada em 2015, ampliando o número de itens e de personagens jogáveis. Uma segunda expansão chamada Afterbirth † foi publicada em 2017 e incluiu suporte para criação de conteúdo pelos próprios jogadores.

Assim como a versão original, The Binding of Isaac: Rebirth recebeu criticas positivas. Os revisores destacaram a melhora na jogabilidade e nos gráficos em comparação ao jogo do Flash, os controles fáceis e "novos recursos aparentemente intermináveis". Em julho 2015, as duas versões de The Binding of Isaac já tinham vendido juntas mais de cinco milhões de cópias em todo o mundo.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

Isaac (acima) e o chefe do fim da fase (abaixo). Na parte superior esquerda está um item reusável, o indicador de saúde e a quantidade de moedas, bombas e chaves que o jogador possuí. No canto inferior esquerdo é possível ver uma bugiganga carregada pelo personagem.

Como na versão original, The Binding of Isaac: Rebirth é um jogo eletrônico visto de cima para baixo no estilo dungeon crawl de ação e aventura que usa sprites bidimensionais. O jogador controla Isaac ou um dos outros dez personagens desbloqueáveis explorando as masmorras localizadas no porão da casa de Isaac. Os personagens diferem em velocidade, quantidade de saúde, resistência a danos que podem sofrer e outros atributos.[1] O jogo incorpora a mecânica dos roguelikes tradicionais, como na aleatoriedade na geração de itens e dos níveis, bem como o sistema de morte permanente onde uma vez que o personagem morre, o jogador é obrigado a recomeçar sem nenhum item previamente coletado.[2] Também é possível sair de uma partida e retomá-la posteriormente no mesmo local onde o jogador havia parado.[3]

O jogador deve lutar contra monstros em um quarto usando suas próprias lágrimas como arma em cada andar do porão. É necessário derrotar todos os inimigos antes de prosseguir para a próxima sala. Uma vez limpa, ela permanecerá livre, permitindo que o jogador volte para traçar o seu caminho para o próximo nível, embora não é possível retornar uma vez que isso aconteça.[4] Ao longo do caminho, o jogador pode coletar dinheiro para comprar objetos em lojas, chaves para destrancar quartos e baús especiais, e bombas que danificam inimigos e abrem passagens secretas.[5] The Binding of Isaac: Rebirth também introduz um modo cooperativo local, que pode ser ativado a qualquer momento. Enquanto o primeiro jogador controla Issac ou algum dos outros personagens, o segundo assume a forma de um bebê com a habilidade de voar e um atributo especial, mas que não tem a capacidade de coletar itens. Ambos dividem entre si os atributos do primeiro jogador, como força e saúde.[6]

Outros métodos de derrotar inimigos se tornam possíveis à medida que o personagem ganha itens de poder que são automaticamente usados quando coletados, alterando atributos centrais do personagem como o aumento da saúde ou a força de cada lágrima, ou causar efeitos colaterais adicionais, tais como para permitir que os tiros sejam carregados depois de pressionar um botão do controlador por um curto período de tempo. Itens de poder incluem passivos que melhoram os atributos do personagem automaticamente, ativos que podem ser usados uma vez antes de serem recarregados novamente depois de completar uma quantidade predeterminada de salas, e de uso único como comprimidos ou cartas de tarô que conferem um benefício quando utilizados, tais como recuperação completa da saúde e aumento ou diminuição de todos os atributos do personagem. O efeito dos itens de poder podem ser combinados para que o jogador consiga efeitos benéficos.[1][4]

Há dez andares no calabouço e cada um inclui um chefe que o jogador deve derrotar antes de continuar para o próximo nível.[7] No sexto andar o jogador luta contra a mãe de Isaac; após derrotá-la, ele rasteja para dentro de seu ventre. A partir desse ponto o jogo fica significativamente mais difícil, culminando em uma batalha contra o coração da mãe no oitavo andar.[7] Os outros dois andares dependem da escolha do jogador, que podem optar por enfrentar Satanás ou o próprio Isaac.[7] Ganhar o jogo com determinados personagens ou por determinadas condições desbloqueia novos itens de poder, que podem aparecer na masmorra ou equipados por um dos personagens. O jogo também exibe a partir do menu principal todos os itens encontrados.[1]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Personagens[editar | editar código-fonte]

Ao iniciar The Binding of Isaac pela primeira vez, os jogadores podem escolher apenas Isaac para jogar. Porém, cumprir certos requerimentos específicos desbloqueia outros dez personagens jogáveis: Magdalene, Cain, Judas, ??? (também conhecido como Blue Baby), Eve, Samson Azazel, Lazarus, Eden e The Lost.[8] A mãe de Isaac, representada apenas por uma de suas pernas, é a antagonista do jogo. Dependendo da escolha do jogador, também é possível enfrentar Satanás e O Cordeiro ou o próprio Isaac e sua versão póstuma como chefes. Além desses, o jogo ainda conta com uma vasta quantidade de chefes menores.[7][9]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Sacrifico de Isaac, por Rembrandt. Óleo sobre tela, 1635.
Assim como o jogo original, The Binding of Isaac: Rebirth é influenciado pelo conto bíblico onde Deus pede para que Abraão sacrifique seu único filho, Isaque, a fim de testar sua fé.
Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

O enredo de The Binding of Isaac é inspirado na história bíblica do sacrifício de Isaque. Isaac, uma criança, e sua mãe moram felizes em uma pequena casa numa colina. Enquanto Isaac passa o tempo com seus brinquedos, sua mãe assiste programas religiosos na televisão. Certo dia ela escuta uma voz divina que afirma que seu filho está corrompido pelo pecado e precisa ser salvo. A voz pede a mulher para remover tudo de mau em Isaac na tentativa de protegê-lo. Sua mãe então lhe tira todos os seus brinquedos, fotos, consoles de videogames e até mesmo suas roupas.[10]

A voz mais uma vez fala com a mãe de Isaac e afirma que o menino deve ser isolado de todo o mal no mundo. Ela atende o pedido e obriga Isaac a ficar preso dentro de seu quarto. Em seguida a voz diz que a mãe agiu corretamente, mas ainda assim questiona sua devoção e pede para sacrificar seu filho como a prova final. Acatando a ordem, ela pega uma faca na cozinha e caminha até o quarto de Isaac. Ele olha através de uma fenda de tamanho considerável em sua porta e entra em pânico, escapando através de um alçapão escondido sob seu tapete pouco antes de sua mãe abrir a porta. Em seguida o jogo inicia e Isaac agora precisa fugir de todos os perigos escondidos no porão de sua casa.[1]

Durante os pontos de carregamento do jogo, Isaac é mostrado chorando em posição fetal sob a luz de seu quarto. Seus pensamentos são visíveis, variando entre a rejeição de sua mãe e a humilhação de seus colegas para um cenário que envolve a sua própria morte.[11] O jogo possui dezesseis finais animados que são destravados progressivamente após o fim das jogatinas.[12]

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

The Binding of Isaac foi desenvolvido Edmund McMillen e Florian Himsl em 2012 a partir de um game jam interno após a conclusão de Super Meat Boy. Após a conclusão deste, McMillen decidiu desenvolver um roguelike baseado no primeiro The Legend of Zelda que abordasse seus pensamentos a respeito da religião.[13][14] Eles usaram Adobe Flash, que lhes permitiu criar o jogo rapidamente. McMillen lançou o jogo na Steam sem muitas expectativas de vendas, mas ele acabou se tornando muito popular devido a vários vídeos publicados por jogadores no YouTube.[13] Procurando expandi-lo, McMillen e Himsl ficaram impossibilitados de fazerem grandes alterações devido a limitação do Flash.[13] Embora eles foram capazes de incorporar mais conteúdo através da expansão Wrath of Lamb, McMillen teve que cancelar um segundo pacote de atualizações.[13]

McMillen foi abordado após o lançamento do jogo original por Tyrone Rodriguez da Nicalis, um estúdio de desenvolvimento e publicação que tinha ajudado a trazer os jogos de computador Cave Story e VVVVVV para consoles.[15] Rodriguez ofereceu os serviços da Nicalis para ajudar na conversão de The Binding de Isaac. McMillen estava interessado, mas exigiu que eles recriassem o jogo fora do Flash para incorporar o material adicional que ele não pôde incluir anteriormente, além de corrigir alguns problemas adicionais encontrados desde o lançamento.[13] McMillen também pediu para ser deixado de fora da parte do lançamento seguindo suas experiências negativas em negociações de Super Meat Boy, algo que Rodriguez concordou.[13][15] A criação, intitulado de The Binding of Isaac: Rebirth, foi anunciada oficialmente em novembro de 2012 como uma versão para consoles, com planos de melhorar os gráficos para cores de 16 bits e incorporar o conteúdo previsto para a segunda expansão, bem como material novo.[15] Um modo cooperativo local também foi adicionado, embora McMillen disse que não poderia inserir um modo online pois isso prolongaria drasticamente o tempo de desenvolvimento.[16]

McMillen quis revisar o jogo inteiro, particularmente seus gráficos, que ele descreveu como "monstruosos".[17] Depois que os jogadores votaram para determinar qual estilo de arte seria usado na recriação,[18] McMillen e Nicalis trouxeram artistas para melhorar os gráficos originais ao novo estilo e, em seguida, começaram a trabalhar no novo conteúdo.[19] McMillen também encomendou uma nova trilha sonora para Matthias Bossi e Jon Evans da Ridiculon.[17]

Lançamento[editar | editar código-fonte]

Inicialmente, McMillen e Rodriguez queriam desenvolver The Binding of Isaac: Rebirth para o Nintendo 3DS, como um tributo às suas raízes no The Legend of Zelda.[14][20] Em 2012, a Nintendo se recusou que o The Binding of Isaac original fosse lançado no 3DS, já que naquele momento, o jogo tinha recebido classificações com conteúdo potencialmente censurável.[20] Apesar de terem passado algum tempo na criação da versão para 3DS antes da recusa, McMillen e Rodriguez decidiram se concentrar nas versões para computador e para o PlayStation. Estas plataformas deram-lhes mais recursos para trabalhar, permitindo aumentar as capacidades do jogo.[20] Além das versões para PlayStation 3 e PlayStation Vita, a Nicalis estava em negociação com a Microsoft para um lançamento no Xbox One; McMillen também havia considerado uma possível versão para iOS no futuro.[16] McMillen e Nicalis optaram por mover o desenvolvimento da versão de PlayStation 3 para o recém-anunciado PlayStation 4 em agosto de 2013, anunciando o seu lançamento no Gamescom daquele ano.[21] Esta versão, juntamente com a de PlayStation Vita e para computadores pessoais foi liberada em 4 de novembro de 2014.[22]

Durante o desenvolvimento, três funcionários da Nintendo — Steve Singer, o vice-presidente de licenciamento; Mark Griffin, um gerente sênior em licenciamento, e Dan Adelman, o chefe de desenvolvimento independente — defenderam o jogo dentro da empresa.[20] Os três continuaram a trabalhar dentro da Nintendo, e, em 2014, foram capazes de garantir a aprovação para que The Binding of Isaac: Rebirth fosse lançado para o 3DS e Wii U.[20] McMillen e a Nicalis, já tendo passado tempo adaptando o jogo para rodar em sistemas mais potentes, trabalharam para tentar manter o jogo intacto, enquanto faziam o porte para o 3DS. Eles passaram cerca de um ano nesta conversão, e enquanto eles tinham começado o jogo para trabalhar no modelo 3DS original, o desempenho foi abaixo do ideal. Com a ajuda da Nintendo, eles foram um dos primeiros desenvolvedores para garantir um pacote de desenvolvimento para o New Nintendo 3DS, que tinha um hardware mais poderoso e mais memória para suportar e executar o jogo na velocidade desejada para combinar com as outras versões da plataforma.[20] O anúncio das versões de New 3DS e Wii U foi feita juntamente com planos para uma versão de Xbox One.[23] O lançamento do jogo para todos os três sistemas foi feito em 23 de julho de 2015.[24]

Em janeiro de 2016, a Nicalis relatou que eles estavam trabalhando em um porte para iOS, mas no mês seguinte, a empresa informou que a Apple rejeitou o aplicativo para a App Store citando que o jogo retrata "violência contra crianças" e é contra suas políticas de conteúdo.[25]

Conteúdo adicional[editar | editar código-fonte]

The Binding of Isaac: Afterbirth[editar | editar código-fonte]

Em fevereiro de 2015, McMillen anunciou a primeira expansão para The Binding of Isaac: Rebirth, Intitulado Afterbirth, o pacote foi lançado em 30 de outubro de 2015 para Windows, OS X e Linux.[26] As versões para PlayStation 4 e Xbox One foram lançadas em 10 de maio de 2016.[27] A expansão acrescentou itens, inimigos, andares alternados, chefes e novos finais. Em Afterbirth, também foi adicionado o "Modo Greed", que é baseado em derrotar ondas de inimigos em pouco tempo.[28]

Na programação do The Binding of Isaac original, McMillen tinha colocado uma série de segredos dentro do jogo, que os fãs começaram a descobrir e discutir sobre eles no Reddit. Com a dedicação deles para encontrar esses segredos, McMillen acrescentou etapas para ocultá-los ainda mais, os colocando em atualizações.[29] Com Rebirth, McMillian sabia que os jogadores procurariam quaisquer segredos escondidos, então ele tomou medidas para tornar a existência de um novo personagem jogável, The Lost, completamente oculto. Para liberá-lo, seria necessário uma série de medidas muito específicas, com pistas sobre o que fazer sendo espalhadas por alguns itens do jogo. Como tal, McMillen e sua equipe acreditaram que levaria muito tempo antes dos jogadores descobrirem The Lost.[29] No entanto, depois do lançamento, jogadores no Reddit começaram a procurar nos arquivos executáveis ​​do jogo para encontrar pistas sobre segredos, descobrindo a existência do personagem e os meios para desbloqueá-lo dentro de cerca 109 horas após o lançamento.[29] Na época, McMillen disse que estava desapontado com a comunidade, sentindo que sua equipe fez esforço para esconder esses tipos de segredos que eram para ser encontrados pela comunidade através das pistas dentro do próprio jogo e não olhando nos arquivos; enquanto ele ainda estava planejando lançar Afterbirth, McMillen disse que ele não estava com pressa pois sabia que os jogadores fariam uma investigação semelhante em seu lançamento.[30]

Com Afterbirth, McMillen queria novamente para ocultar outro personagem, Keeper, bem como elementos relacionados com o pai de Isaac, que o jogo já sugere, mas sabia que os jogadores iriam procurar nos arquivos para encontrá-lo. Em vez disso, ele planejou um jogo de realidade alternativa (ARG), que exigiria que jogadores procurassem por pistas no mundo real.[29] Quando Afterbirth foi lançado, os jogadores encontraram o que eles pensavam que eram bugs no jogo, como a falta de alguns itens prometidos, com alguns acusando ​​McMillen de enganá-los.[29] Embora algumas dessas omissões foram planejadas como parte do ARG, McMillen descobriu que faltavam acidentalmente alguns itens, e sua equipe correu para consertar o jogo, bem como tentou fornecer apoio e dicas sobre a existência de Keeper, utilizando o número 109 que havia se tornado uma parte do mito na cultura dos jogadores. McMillen comentou mais tarde que os itens em falta tinham distraído os jogadores dos segredos que ele tinha propositadamente escondeu.[29]

Com o lançamento da atualização, os jogadores começaram a descobrir pistas para Keeper, engajando-se no ARG como McMillen havia planejado. Algumas das pistas incluíam ligações para um número de telefone especial e identificação de locais ao redor da área de Santa Cruz, Califórnia, onde McMillen mora.[31][29] Seguindo pistas adicionais, incluindo a localização de uma figura enterrada de um dos mini-chefes do jogo, a comunidade foi capaz de desbloquear Keeper no jogo e itens relacionados a ele.[32] Embora o ARG tenha funcionado, McMillen afirmou que ele não iria envolver a comunidade de uma forma semelhante para evitar fazê-lo parecer egocêntrico.[29]

The Binding of Isaac: Afterbirth †[editar | editar código-fonte]

Em dezembro de 2015, a Nicalis anunciou que uma segunda expansão estava em desenvolvimento, provisoriamente intitulada Afterbirth †. Além de adicionar monstros, chefes e itens para o jogo, a expansão incluirá um bestiário que irá controlar a quantidade de cada tipo de criatura e chefe que o jogador tenha cumulativamente derrotado, suporte para modificações, permitindo aos jogadores personificar tipos de salas, importar seus próprios gráficos e programar eventos usando a linguagem Lua.[33][34]

Recepção[editar | editar código-fonte]

 Recepção
Resenha crítica
Publicação Nota
Destructoid 10/10[35]
GameSpot 8/10[1]
IGN 9/10[2]
Pontuação global
Publicação Nota média
Game Rankings 70,67% (3DS)[36]
90,20% (PC)[37]
89,42% (PS4)[38]
80,00% (Wii U)[39]
90,00% (XOne)[40]
Metacritic 78/100 (3DS)[41]
86/100 (PC)[42]
88/100 (PS4)[43]

The Binding of Isaac: Rebirth recebeu avaliações favoráveis dos críticos. No Metacritic, o jogo tem uma média de 86 de 100 baseado em dez opiniões na versão para computador e 88 de 100 baseado em quinze opiniões na versão de PlayStation 4.[42][43]

Dan Stapleton da IGN elogiou Rebirth pela variação aparentemente interminável na jogabilidade que cada partida cria, dando-lhe "muita motivação" para continuar a jogar o jogo, mas criticou o título pela sua falta de informação sobre os diversos itens de poder.[2] Escrevendo para a GameSpot, Brent Todd sentiu que enquanto o jogo pode inicialmente ser perturbador para os jogadores com a sua história e imagens, Rebirth tem "jogabilidade rápida e variada e novos recursos aparentemente intermináveis" que iria manter o jogador entretido por um longo tempo.[1] Simon Parkin do Eurogamer disse que Rebirth, às vezes, "parece o produto de um processo psicoterapêutico", mas é "o roguelike mais acessível já feito", devido ao seu esquema de controle fácil e randomização através de cada partida.[44] Nic Rowen do Destructoid disse que Rebirth foi uma grande melhoria comparado ao Binding of Isaac original, e que é "uma experiência incrível que não pode ser desperdiçada".[35]

Em julho 2015, as duas versões de The Binding of Isaac venderam juntas mais de cinco milhões de cópias, com a versão original tendo superado a marca de três milhões de unidades vendidas em todo o mundo.[45][46]

Referências

  1. a b c d e f Brent, Todd (24 de novembro de 2014). «The Binding of Isaac: Rebirth Review» (em inglês). GameSpot. Consultado em 10 de junho de 2016. Cópia arquivada em 5 de dezembro de 2015 
  2. a b c Stapleton, Dan (26 de novembro de 2014). «The Binding of Isaac: Rebirth Review» (em inglês). IGN. Consultado em 11 de fevereiro de 2016 
  3. «So how is the save feature going to work in Rebirth?». Website de Edmund McMillen. Consultado em 10 de junho de 2016. Cópia arquivada em 2 de abril de 2015 
  4. a b «The Binding of Isaac review». PC Gamer (em inglês). Pcgamer.com. Consultado em 1 de maio de 2016 
  5. «Review - Binding of Isaac». Jogazera. Jogazera.com.br. Consultado em 25 de abril de 2016 
  6. Devore, Jordan (18 de junho de 2014). «Here's how co-op works in The Binding of Isaac: Rebirth». Destructoid. Consultado em 10 de junho de 2016. Cópia arquivada em 5 de março de 2016 
  7. a b c d «Floors». IGN. Consultado em 10 de junho de 2016 
  8. «The Binding of Isaac: The Characters» (em inglês). Medium. Consultado em 17 de junho de 2015 
  9. «Postmortem: McMillen and Himsl's The Binding of Isaac». Gamasutra (em inglês). Gamasutra.com. 28 de novembro de 2012. Consultado em 17 de julho de 2015 
  10. Giglio, Pedro (18 de novembro de 2011). «REVIEW THE BINDING OF ISAAC» (em inglês). Techtudo. Consultado em 17 de junho de 2015 
  11. «A sutileza de The Binding of Isaac». Kotaku Brasil. Ktkbr.com.br. Consultado em 25 de abril de 2016. Cópia arquivada em 25 de abril de 2016 
  12. «The Endings» (em inglês). Medium. Consultado em 10 de junho de 2016. Cópia arquivada em 21 de julho de 2015 
  13. a b c d e f McMillen, Edmund (28 de novembro de 2012). «Postmortem: McMillen and Himsl's The Binding of Isaac». Gamasutra (em inglês). Gamasutra.com. Consultado em 20 de dezembro de 2015 
  14. a b Podgorski, Daniel (14 de outubro de 2014). «Bound and Determined: The Binding of Isaac as a Worthy Successor to the Original Legend of Zelda» (em inglês). The Gemsbok. Consultado em 19 de fevereiro de 2016 
  15. a b c Hillier, Brenna (28 de novembro de 2012). «The Binding of Isaac: Rebirth headed to consoles». VG247 (em inglês). Vg247.com. Consultado em 5 de fevereiro de 2016 
  16. a b Matulef, Jeffrey (29 de novembro de 2012). «The Binding of Isaac: Rebirth already in development for PS3 and Vita» (em inglês). Eurogamer. Consultado em 5 de fevereiro de 2016. Cópia arquivada em 9 de setembro de 2015 
  17. a b Teti, John (25 de fevereiro de 2014). «Binding Of Isaac creator releases new images and music from upcoming remake». The A.V. Club (em inglês). Avclub.com. Consultado em 5 de fevereiro de 2016 
  18. Hillier, Brenna (3 de dezembro de 2012). «The Binding of Isaac: Rebirth seeks your approval for pixel makeover». VG247 (em inglês). Vg247.com. Consultado em 5 de fevereiro de 2016 
  19. Hillier, Brenna (11 de fevereiro de 2013). «The Binding of Isaac: Rebirth team nearly ready for new content». VG247 (em inglês). Vg247.com. Consultado em 5 de fevereiro de 2016 
  20. a b c d e f Crecente, Brian (3 de abril de 2015). «How a love of Nintendo opened the door for The Binding of Isaac and why it's only coming to New 3DS» (em inglês). Polygon. Consultado em 7 de fevereiro de 2016. Cópia arquivada em 15 de abril de 2016 
  21. Shahid Ahmad (20 de agosto de 2013). «Gamescom Indie Avalanche: N++, Volume, Hotline Miami 2». PlayStation Blog. Consultado em 20 de agosto de 2013. Cópia arquivada em 4 de março de 2016 
  22. Hillier, Brenna (4 de novembro de, 2014). «The Binding of Isaac: Rebirth out now on Steam, PSN». VG247. Consultado em 20 de abril de 2016  Verifique data em: |data= (ajuda)
  23. McMillen, Edmund (1 de abril de 2015). «Rebirth Coming to 3ds WiiU and Xbox1!!» (em inglês). Website oficial de Edmund McMillen. Consultado em 1 de abril de 2015 
  24. Machkovech, Sam (23 de julho de 2015). «Sacrilegious Binding of Isaac: Rebirth finally launches on Nintendo systems». Ars Technica (em inglês). Consultado em 20 de abril de 2016 
  25. Owen S., Good (7 de fevereiro de 2016). «Apple rejects The Binding of Isaac: Rebirth because of 'violence towards children'» (em inglês). Polygon. Consultado em 7 de fevereiro de 2016 
  26. Phillips, Tom (8 de setembro de 2015). «The Binding of Isaac: Rebirth's meaty Afterbirth expansion pushes out a release date». Eurogamer. Consultado em 8 de setembro de 2015 
  27. Craddock, David (20 de abril de 2016). «The Binding of Isaac: Afterbirth DLC headed to PS4, Xbox One in May» (em inglês). Shacknews. Consultado em 20 de abril de 2016 
  28. Matulef, Jeffrey (13 de fevereiro de 2015). «The Binding of Isaac: Rebirth's upcoming Afterbirth DLC detailed» (em inglês). Eurogamer. Consultado em 15 de março de 2015 
  29. a b c d e f g h Klepek, Patrick (3 de fevereiro de 2016). «The Binding of Isaac's Biggest Secret Nearly Broke The Guy Who Made it» (em inglês). Kotaku. Consultado em 3 de fevereiro de 2016 
  30. Klepek, Patrick (3 de novembro de 2015). «The Binding of Isaac's New Secrets Sound Completely Nuts» (em inglês). Kotaku. Consultado em 13 de novembro de 2015 
  31. Marks, Tom (13 de novembro de 2015). «An insane ARG is happening in the Binding of Isaac community right now». PC Gamer. Consultado em 13 de novembro de 2015 
  32. Smith, Adam (16 de novembro de 2015). «Burials And Bubblewrap: The Binding Of Isaac ARG» (em inglês). Rock Paper Shotgun. Consultado em 16 de novembro de 2015 
  33. Davis, Ben (8 de dezembro de 2015). «An expansion for The Binding of Isaac: Afterbirth is already in the works» (em inglês). Destructoid. Consultado em 8 de dezembro de 2015 
  34. Matulef, Jeffrey (8 de dezembro de 2015). «The Binding of Isaac to receive mod tools DLC» (em inglês). Eurogamer. Consultado em 8 de dezembro de 2015 
  35. a b Rowen, Nic (11 de novembro de 2014). «Review: The Binding of Isaac: Rebirth» (em inglês). Destructoid. Consultado em 11 de fevereiro de 2016 
  36. «The Binding of Isaac: Rebirth for 3DS Reviews» (em inglês). Game Rankings. Consultado em 10 de junho de 2016 
  37. «The Binding of Isaac: Rebirth for PC Reviews» (em inglês). Game Rankings. Consultado em 10 de junho de 2016 
  38. «The Binding of Isaac: Rebirth for PS4 Reviews» (em inglês). Game Rankings. Consultado em 10 de junho de 2016 
  39. «The Binding of Isaac: Rebirth for Wii U Reviews» (em inglês). Game Rankings. Consultado em 10 de junho de 2016 
  40. «The Binding of Isaac: Rebirth for Xbox One Reviews» (em inglês). Game Rankings. Consultado em 10 de junho de 2016 
  41. «The Binding of Isaac: Rebirth for 3DS Reviews» (em inglês). Metacritic. Consultado em 10 de junho de 2016 
  42. a b «The Binding of Isaac: Rebirth for PC Reviews» (em inglês). Metacritic. Consultado em 18 de fevereiro de 2015 
  43. a b «The Binding of Isaac: Rebirth for PS4 Reviews» (em inglês). Metacritic. Consultado em 18 de fevereiro de 2015 
  44. Parkin, Simon (12 de novembro de 2014). «The Binding of Isaac: Rebirth Review» (em inglês). Eurogamer. Consultado em 11 de fevereiro de 2016 
  45. Mahardy, Mike (4 de julho de 2014). «Roguelikes: The Rebirth of the Counterculter» (em inglês). IGN. Consultado em 23 de dezembro de 2015 
  46. Working, Sam (22 de julho de 2015). «The Binding of Edmund McMillen» (em inglês). Good Times. Consultado em 11 de fevereiro de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]