Unicer

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Unicer
Unicer Bebidas de Portugal, SGPS, SA
Unicer official logo.jpg
Cotação Empresa de capital fechado
Indústria Bebidas, Turismo
Gênero Privada
Fundação 1890
Sede Matosinhos,  Portugal
Locais Portugal
Pessoas-chave Rui Lopes Ferreira (Presidente da Comissão Executiva)
Manuel Violas (Presidente do Conselho de Administração)
Empregados 1.507 (2014)[1]
Produtos Cervejas
Refrigerantes
Águas
Vinhos
Sidras
Lucro Aumento EUR 33 milhões (2014)[2]
LAJIR Aumento EUR 84 milhões (2014)[3]
Faturamento Aumento EUR 477 milhões (2014)[3]
Sítio oficial www.unicer.pt

Unicer Bebidas de Portugal, SGPS, SA é uma empresa portuguesa e com centro de decisão em Portugal,[4] cuja atividade principal assenta no negócio das Cervejas e das Águas engarrafadas.[1] É a maior empresa portuguesa de bebidas,[5] estando também presente nos segmentos dos refrigerantes, sidras e vinhos, na produção e comercialização de malte e no negócio do Turismo.

Estrutura[editar | editar código-fonte]

A Unicer é uma empresa com maioria de capitais portugueses e com centro de decisão em Portugal, detida em 56% pela VIACER (BPI, Arsopi e Violas) e em 44% pelo Grupo Carlsberg. A Holding Viacer é constituída, por sua vez, por três grupos portugueses - Violas (46,5%); Arsopi (28,5%) e BPI (25%).[6]

É o maior exportador português de Cervejas - uma operação que já chega a mais de 50 países, sobretudo através da Super Bock, que é a cerveja portuguesa mais vendida no mundo.[7]

A empresa segue uma estratégia multimarca e multimercado centrada nos negócios das Cervejas e das Águas engarrafadas mas que se estende aos segmentos dos Refrigerantes, Sidras e Vinhos. A Unicer está ainda associada à atividade de produção e comercialização de malte e detém ativos na área do Turismo, os Parques Lúdico-Termais de Vidago e Pedras Salgadas, ambos na região de Trás-os-Montes.[8]

História[editar | editar código-fonte]

Presença da Companhia União Fabril Portuense das Fábricas de Cerveja e Bebidas Refrigerantes (CUFP) na Exposição Colonial Portuguesa, de 1934.

- Origens (1890-1950)

As origens da empresa remontam aos inícios da industrialização do sector das bebidas, na segunda metade do século XIX, quando, em 7 de Março de 1890, se formou a CUFP - Companhia União Fabril Portuense das Fábricas de Cerveja e Bebidas Refrigerantes - que se pode considerar a mãe da atual empresa de bebidas, com o capital inicial de 125 contos de réis.[9] Das sete fábricas que se uniram nesse projeto, algumas tinham já várias décadas de existência.[10]

- Nacionalização e criação da Unicer (1960-1980)

No período revolucionário, a CUFP seria nacionalizada em 30 de Agosto de 1975.[11] Em Dezembro de 1977, o Estado procedeu à reestruturação do sector, agregando as cinco empresas nacionalizadas em duas, a Centralcer, e a Unicer - União Cervejeira (reunindo a CUFP, a União Cervejeira de Portugal e a COPEJA).[12]

Em 1988, por Decreto-Lei n.º 353/88, a Unicer foi transformada em "sociedade anónima de capitais maioritariamente públicos" com a designação Unicer - União Cervejeira, SA.[13] A produtividade mais do que triplicou entre 1979 e 1989 e, no final da década, as vendas de cerveja Unicer ultrapassavam os 300 milhões de litros.[14] Foi também neste período que a Unicer iniciou uma aposta consistente na exportação ultrapassando, em 1983, um milhão de litros de cerveja exportada, atingindo mais de 4 milhões de litros em 1988.[10]

- Reprivatização e crescimento (1989-1999)

Os indicadores económicos e financeiros da Unicer nos anos oitenta justificaram que tivesse sido escolhida pelo governo para iniciar o processo de privatizações.[10] Assim, a 26 de Abril de 1989, em sessão pública realizada na Bolsa de Valores do Porto, decorreu a privatização de 49% do capital.[15] Em 1990, ano em que a empresa comemorava o seu centenário, teve lugar a reprivatização total, com a venda dos 51% do capital ainda detido pelo Estado.

Ao longo dos anos noventa, a Unicer prosseguiu os investimentos de modernização tecnológica em todos os sectores, incremento da produtividade, racionalização e expansão da rede de distribuição e rejuvenescimento das marcas e da imagem da empresa.[10] Depois de 1995, o mercado das cervejas voltou a crescer, tendo a Unicer reforçado a sua liderança no sector.[16]

A marca Super Bock expandiu a sua popularidade, com a participação em importantes eventos como o mais emblemático festival de Verão Super Bock Super Rock, cuja primeira edição decorreu em 1995,[17] a EXPO’98[7] [10] ou a campanha «Super Bock / Cerveja Oficial do Ano 2000», lançada em 1999.[18]

Em 1992, a Unicer passou a produzir e comercializar a marca dinamarquesa Carlsberg em Portugal.[19]

- Reestruturação (2000-2005)

No ano 2000, o núcleo principal de acionistas da Unicer, juntamente com a holding Viacer, lança uma oferta pública de aquisição (OPA), e passa a deter a totalidade do capital, à exceção das ações próprias da empresa.[20] [10]

No final do ano 2000, foi formalizada a mudança da denominação de Unicer - União Cervejeira, SA, para Unicer - Bebidas de Portugal, SA.[21] Um ano depois, a empresa alterou a sua natureza jurídica, transformando-se numa sociedade gestora de participações sociais (SGPS) e reorganizando e autonomizando as diversas unidades de negócio.[22]

Em 2000, a Unicer entrou no sector dos cafés, com a aquisição do capital da empresa A Caféeira, S.A.,[21] tendo ainda reforçado a sua posição no sector dos vinhos, com a compra da Quinta do Minho e da Vimompor - Sociedade Vinícola de Monção.[23] Em 2002, a compra da VMPS - Vidago, Melgaço e Pedras Salgadas e a sua integração na Unicer,[16] incluindo as seis instalações industriais, parques naturais e unidades termais e hoteleiras e seis marcas de água, projetaram a empresa para novos desafios no sector das águas engarrafadas, bem como a entrada no sector do Turismo.[24]

- Novo modelo de Governação (2006)

Em Junho de 2006, dá-se uma mudança no modelo de governação da Unicer, passando a liderança operacional a ser desempenhada pelo presidente da Comissão Executiva, cargo que foi confiado a António de Magalhães Pires de Lima.[25]

Anos mais tarde, no caso da cerveja, principal negócio da empresa, deu-se a concentração de toda a produção em Leça do Balio, onde se iniciou, em 2012, a construção de uma nova fábrica, com uma capacidade de 450 milhões de litros, concebida de acordo com a prospetiva da atividade da empresa para os próximos vinte anos. Esta aposta na centralização e desenvolvimento deste centro de produção corresponde a um investimento que ascendeu aos 100 milhões de euros.[26]

Em Julho de 2013, António Pires de Lima deixa a presidência da Comissão Executiva da Unicer, para ocupar o cargo de Ministro da Economia.[27] Foi substituído por João Abecasis.[28]

- 125 anos Unicer (2015)

A Unicer comemorou o 125.º aniversário a 7 de Março de 2015, numa cerimónia presidida pelo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.[29] A comemoração coincidiu com a inauguração do novo complexo industrial de Leça do Balio, que integra o novo armazém logístico, o edifício-sede e o Centro de Produção de Cerveja, num investimento superior a 100 milhões de euros.[30]

O Centro de Produção de Cerveja destaca-se por aliar novos equipamentos, tecnologicamente superiores, a uma maior capacidade de produção.[31] O novo armazém logístico é uma infraestrutura totalmente automatizada, com um circuito de carros elétricos com ligação direta à fábrica e onde é possível armazenar 40 mil paletes e movimentar diariamente 12 mil paletes.[32] Já a nova sede, inaugurada em Setembro de 2014,[33] comporta uma chapa exterior (Sistema de Isolamento Térmico e Acústico) que permite reduzir cerca de 30% do consumo energético.[34]

A sustentabilidade foi uma grande preocupação nesta obra, sendo que se alcançaram indicadores muito positivos. Na nova unidade de produção e enchimento reduziu-se em 23% o consumo de energia elétrica; em 12% o consumo de água; e em 34% o consumo de energia térmica. Já o novo edifício tem em curso o processo de obtenção da certificação LEED, uma normativa que abrange um conjunto de critérios de conceção, construção e operacionalidade de edifícios de um modo ambientalmente sustentável.[31]

Ainda para marcar os 125 anos da empresa, a Unicer lançou o livro "Unicer, uma longa história",[35] uma obra da autoria do professor catedrático Gaspar Martins Pereira e com prefácio do jornalista Júlio Magalhães.[36]

Internacionalização[editar | editar código-fonte]

Atualmente, a Unicer possui atividade comercial em mais de 50 países distribuídos em cinco grandes mercados: Angola, Resto de África, Europa, América, Pacífico e Médio Oriente.[26]

Desde a década de 2000, a Unicer tem alargado, substancialmente, as suas exportações. Em 2006, exportava já cerca de 117 milhões de litros de cerveja e 23 milhões de litros de água, representando cerca de 18% do total de negócios (contra 6%, em 2000).[37]

Em 2012, a Unicer exportou mais de 220 milhões de litros de bebidas, representando perto de 34% do seu volume total de negócios.[38] No sector da cerveja, o mercado externo é ainda mais importante, exportando a Unicer mais de 40% do total da cerveja que produz.[39]

Os mercados Angolano e Europeu são os que mais contribuem para o crescimento da Unicer, que detém uma posição destacada na liderança de cerveja Portuguesa exportada.[40]

O principal mercado externo continua a ser Angola,[41] país onde a Super Bock ocupa o topo das preferências entre as marcas de cerveja importadas.[42] [43]

No Brasil, a Água das Pedras garantiu, no primeiro ano de internacionalização neste país (2013), presença em 350 pontos de venda, entre restaurantes, lojas gourmet, hotéis, bares e retalho de gama alta.[44] [45] A marca líder de águas com gás em Portugal está também a apostar nos E.U.A..[46]

Em Agosto de 2013, chegaram os primeiros contentores com meio milhão de litros de Super Bock Sem Álcool 0,0% à Arábia Saudita[47] - isto graças a um processo de desalcoolização que não inclui a interrupção da fase de fermentação, e permite a conservação das características essenciais da cerveja.[48] Depois da experiência na Arábia Saudita, com a Super Bock sem álcool, a Unicer quer alargar a presença no Médio Oriente.[49]

O planeamento da atividade internacional da Unicer foca-se no desenvolvimento e implementação de projetos estruturantes, em diferentes geografias, tais como Estados Unidos da América, Moçambique e vários países da Europa.[50]

Marcas[editar | editar código-fonte]

Super bock.png

Cervejas[editar | editar código-fonte]

Refrigerantes[editar | editar código-fonte]

  • Frisumo
  • Frutis
  • Snappy
  • Guaraná Brasil
  • Frutea

Águas[editar | editar código-fonte]

  • Pedras Salgadas
  • Vitalis
  • Caramulo
  • Vidago
  • Melgaço

Vinhos[editar | editar código-fonte]

  • Quinta do Minho
  • Campo da Vinha
  • Porta Nova
  • Vinha das Garças
  • Vinha de Mazouco
  • Planura
  • Monte Sacro
  • Vini
  • Vini Sangria

Sidras[editar | editar código-fonte]

  • Somersby

Centros de produção[editar | editar código-fonte]

Turismo[editar | editar código-fonte]

A compra da totalidade do capital da VMPS - Vidago, Melgaço e Pedras Salgadas em 2002, e a sua integração na Unicer - incluindo os extensos parques naturais e unidades termais e hoteleiras - possibilitaram a entrada no sector do Turismo.[51]

Em 2005, foi lançado o projeto Aquanattur (Projecto Industrial e Turístico de Pedras Salgadas e Vidago), com um grande investimento na requalificação desses parques.[52]

- Pedras Salgadas Spa & Nature Park

O Pedras Salgadas Spa & Nature Park é um conjunto turístico, onde o alojamento se faz em 12 'eco-houses', pequenas casas construídas em madeira e ardósia, constituídas por oito módulos que foram instaladas contornando a natureza, para que não fosse abatida nenhuma árvore. Este projeto teve autoria do arquiteto Luís Rebelo de Andrade.[53] O antigo balneário termal aloja o Spa Termal, renovado pelo arquiteto Siza Vieira.

Além das 12 casas do projeto inicial, as 'eco-houses' (cuja arquitetura já foi premiada), o parque conta ainda com duas 'tree houses' - casas, de uma menor dimensão, que se elevam entre as árvores criando a fantasia de verdadeiras casas na árvore.[54]

- Vidago Palace Hotel

O Vidago Palace Hotel conta com 70 quartos e suites, alguns com pátios privativos, distribuídos pelos quatro pisos. O hotel, elevado à categoria de cinco estrelas, reabriu ao público em 2010 com um spa termal e um renovado campo de golfe de 18 buracos.[55]

Responsabilidade Social[editar | editar código-fonte]

A Unicer dedica-se a 5 áreas, entendidas como prioridade da empresa: Pegada Ecológica; Colaboradores; Comunidade; Parceiros de Negócio; e Consumidor, através da promoção do consumo responsável e da promoção de um Estilo de Vida Ativo e Social.

Nestas áreas destacam-se alguns projetos:

- Em 2006, a Unicer lançou o projeto EnSave, desenhado em colaboração com a Danfoss Solutions,[56] que permitiu poupar, em Leça do Balio, 90 milhões de litros de água, 3.600 MW de eletricidade e 26% do consumo de dióxido de carbono.

- Em 2007, a Unicer foi galardoada com o prémio «Cidadania das Empresas e Organizações» atribuído pelo AESE (Associação de Estudos Superiores de Empresa).[57]

- Em 2008, a Unicer lança-se em dois projetos de criação de prémios que reconhecessem talento e inovação nacional e internacional. O primeiro foi o «Prémio Produto Inovação», em colaboração com a COTEC, para galardoar produtos inovadores desenvolvidos em solo português.[58]

- O Prémio Nacional de Indústrias Criativas, em colaboração com a Fundação Serralves e com o apoio de uma rede de parceiros estratégicos em diversos sectores, foi outro prémio lançado em 2008. Este prémio, hoje já na sua 7ª edição, tornou-se uma porta de entrada para a criação e geração de muitos negócios na área da criatividade e da cultura,[59] de tal forma que venceu, em 2012, o Prémio Europeu da Promoção Empresarial.[60]

- Em Novembro de 2009, a Unicer assina as cartas de compromisso promovidas pela APAN e pela FIPA – «Publicidade dirigida a Crianças» e «Reformulação Nutricional e Informação aos Consumidores» – com vista à promoção de estilos de vida mais saudáveis e ao combate dos maus hábitos alimentares.[61]

- A Unicer tem vindo a colaborar com as Universidades, tendo sido reconhecida pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto pela relevância da sua colaboração em projetos com esta universidade, em particular com os departamentos de Engenharia Química, Engenharia Biológica e Engenharia e Gestão Industrial;[62] e pela Escola de Engenharia da Universidade do Minho (EEUM) pelo apoio continuado a projetos de ensino e de investigação desta Escola, em particular com o Departamento de Engenharia Biológica.[63]

- A 5 de Dezembro de 2013, mais de uma centena de colaboradores saíram à rua e envolveram-se numa grande ação de voluntariado junto de instituições, famílias e/ou pessoas em situação de maior vulnerabilidade e/ou carência.[64]

- O CAIS Recicla, projeto de empreendedorismo social criado pela CAIS e Unicer, foi distinguido e reconhecido pelo Presidente da República, Cavaco Silva, em 2013, pelo trabalho para a promoção da capacitação socioprofissional de pessoas em situação de pobreza e exclusão social.[65]

De acordo com os últimos dados da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), divulgados em Fevereiro de 2015, relativos às empresas com mais despesa em atividades de I&D em 2012 em Portugal:[66]

  • o Grupo Unicer mantém o 2.º lugar na lista de empresas/grupos das indústrias química, farmacêutica e agro-alimentar com mais despesa intramuros em atividade de I&D em 2012.
  • o Grupo Unicer subiu para 5.º lugar na lista de empresas/grupos com mais despesa intramuros em atividades de I&D em 2012.

Distinções[editar | editar código-fonte]

- Unicer

A Unicer foi distinguida pela excelência das suas campanhas de ativação no ponto de venda, nos prémios internacionais POPAI. No total, recebeu 9 galardões (Índios), 4 de ouro, 3 de prata e 2 de bronze, sendo a empresa produtora nacional e internacional mais galardoada nesta edição.[67]

Em 2011, o Relatório de Gestão 2010 da Unicer foi distinguido na categoria «Annual Reports» enquanto peça de design de excelência, pelos Red Dot Awards: Communication Design.[68] [69]

No final de Maio de 2015, o livro comemorativo dos 125 anos da Unicer, "Unicer, uma longa história",[70] venceu o Grande Prémio do Ano e o Grande Prémio na categoria «Livros», no âmbito dos prémios Papies’15, que premeiam o melhor da comunicação gráfica a nível internacional.[71]

- Marcas

Em 2002, no ano em que comemorou o seu 75.º aniversário, a Super Bock tornou-se a primeira cerveja portuguesa (e uma das primeiras da Europa) a receber certificação de qualidade.[72]

Em 2009, a Água das Pedras reforça o seu lugar no panorama nacional ao ser a primeira marca portuguesa de águas a receber o ITKY (Superior Taste Award). Nos anos de 2011 e 2012, a Água das Pedras foi galardoada com o Superior Taste Award,[73] prémio concedido pelo International Taste & Quality Institute.

Em 2012, as cervejas Carlsberg e Super Bock, produzidas pela Unicer, foram distinguidas pelo grupo Carlsberg, à escala internacional, como as cervejas com maior qualidade.[74]

Na edição de 2014 da competição internacional Monde Selection, as marcas Pedras e Super Bock receberam, respetivamente, a grande medalha de ouro e a medalha de ouro.[75] A Super Bock é a única marca no mercado a ganhar 36 medalhas de ouro, sendo 32 consecutivas, no concurso internacional Monde Selection da la Qualité.[76]

- Turismo

Em 2012, o Pedras Salgadas Spa & Nature Park, do Arquiteto Luís Rebelo de Andrade, foi o grande vencedor do prémio Building of the Year 2012, do ArchDaily, na categoria «Hotels and Restaurants».[77]

Em 2014, o projeto Pedras Salgadas Spa & Nature Park foi distinguido como Melhor Resort nos prémios Travel+Leisure Design Award.[78] O empreendimento turístico Vidago Palace Hotel foi também distinguido nos World Luxury Hotel Awards 2014.[79]

Referências

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