Wishful thinking

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Wishful thinking é uma expressão idiomática inglesa, às vezes traduzida como pensamento ilusório ou pensamento desejoso, usada na língua portuguesa por ser de difícil tradução. Significa tomar os desejos por realidade e tomar decisões ou seguir raciocínios baseados nesses desejos, em vez de em fatos ou na racionalidade. Pode ser entendido também como a formação de crenças de acordo com o que é agradável de se imaginar, ao invés de basear essas crenças na racionalidade. É um produto da resolução de conflitos entre crença e desejo.[1]

Muitos estudos provaram que, se todas as outras condições se mantiverem iguais, os sujeitos irão prever que os resultados positivos são mais prováveis do que os resultados negativos. Entretanto, pesquisas recentes sugerem que sob certas circunstâncias, quando as ameaças aumentam, um fenômeno contrário ocorre.[2]

Alguns exemplos notórios de wishful thinking[editar | editar código-fonte]

Falácia[editar | editar código-fonte]

Além de ser um viés da autoconveniência e um caminho ruim para tomada de decisões, o wishful thinking é considerado como uma falácia informal em uma discussão quando se assume que por causa de nossos desejos alguma coisa pode ser verdadeira ou falsa ela é na verdade verdadeira ou falsa. Esta falácia tem a forma "Eu desejo que P seja verdadeiro/falso, portanto P é verdadeiro/falso."[4]

Referências

  1. Anthony Bastardi, Eric Luis Uhlmann, Lee Ross. (2011). "Wishful Thinking: Belief, Desire, and the Motivated Evaluation of Scientific Evidence" (requer pagamento) (em inglês). Psychological Science 22 (6): 731-732. DOI:10.1177/0956797611406447.
  2. Dunning, David; Emily. (2013-02-01). "Wishful Seeing How Preferences Shape Visual Perception" (em inglês). Current Directions in Psychological Science 22 (1): 33-37. DOI:10.1177/0963721412463693. ISSN 0963-7214.
  3. Warner, Michael (2008) [2007]. "The CIA's Internal Probe of the Bay of Pigs Affair:Lessons Unlearned" (em inglês). Central Inteligence Agency. Consult. 19 de fevereiro de 2015. 
  4. Curtis, Gary N. (2012-2015). The Fallacy Files: Wishful Thinking (em inglês) Fallacy Files. Visitado em 19 de fevereiro de 2015.
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