Baby do Brasil

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Text document with red question mark.svg
Este artigo ou secção contém uma ou mais fontes no fim do texto, mas nenhuma é citada no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. (desde dezembro de 2009)
Por favor, melhore este artigo introduzindo notas de rodapé citando as fontes, inserindo-as no corpo do texto quando necessário.


Baby do Brasil
Baby do brasil.jpg
Informação geral
Nome completo Bernadete Dinorah de Carvalho Cidade
Nascimento 18 de julho de 1952 (62 anos)
Origem Niterói, RJ
País  Brasil
Gênero(s) MPB, samba, pop, gospel
Instrumento(s) Vocal, guitarra
Período em atividade 1969—presente
Afiliação(ões) Novos Baianos, SNZ
Página oficial www.BabydoBrasil.com

Bernadete Dinorah de Carvalho Cidade (Niterói, 18 de julho de 1952) conhecida como Baby do Brasil e também Baby Consuelo, é uma cantora e compositora brasileira. Fez parte do grupo Novos Baianos de 1969 a 1979.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Baby do Brasil iniciou sua carreira como cantora do grupo Novos Baianos. Oriunda de uma família de classe média alta, foi criada nas cidades de Niterói e Rio de Janeiro. Começou a cantar e tocar violão ainda na infância, chegando inclusive a vencer um festival de música em Niterói aos 14 anos, no qual interpretou uma música do renomado maestro Eduardo Lages.

Em 1969, fugiu de casa para Salvador, Bahia, onde conheceu os músicos Moraes Moreira, Galvão e Paulinho Boca de Cantor, assim como o guitarrista e futuro marido Pepeu Gomes. Estava formado o grupo Os Novos Baianos, que, no ano seguinte, lança seu primeiro disco, É Ferro na Boneca, pela gravadora RGE Fermata. O trabalho coloca a banda na mídia nacional. Pouco tempo depois, a banda se muda para um sítio em Jacarepaguá, bairro do Rio de Janeiro, laboratório para criação daquele que viria a ser o LP de maior sucesso da banda, Acabou Chorare, eleito pela revista Rolling Stone Brasil como "o maior álbum de música brasileira de todos os tempos". Baby e Pepeu permaneceram no grupo até 1978, quando foi decidido que cada um iniciaria sua carreira solo.

O primeiro álbum solo de Baby, O Que Vier Eu Traço, atinge grande sucesso de mídia e de vendagem pela gravadora Warner Music. Seu primeiro grande sucesso solo foi a canção Menino do Rio, de Caetano Veloso, composta exclusivamente para Baby e tema da novela Água Viva da Rede Globo. A música fez parte de seu segundo disco solo, Pra Enlouquecer, novo campeão de vendas. Na capa, Baby aparece ao lado de quatro de seus (futuros) seis filhos: 'Riroca (que viria a trocar seu nome para Sarah Sheeva), Zabelê, Nana Shara e Pedro Baby. Os quatro tornaram-se músicos, e as três garotas viriam a formar a girl-band SNZ. Baby ainda daria à luz outros dois meninos: Krishna Baby (que aparece na contracapa do disco que leva o nome da criança, de 1984) e Kriptus Baby (presente na capa do álbum Sem Pecado e Sem Juízo, do ano seguinte).

No fim da década de 1990, Baby se tornou evangélica, mantendo sua carreira de cantora ao mesmo tempo que se tornou pastora da Igreja Ministério do Espírito Santo de Deus.

Atualmente está em produção o filme documentário "Apopcalipse segundo Baby", direção de Rafael Saar, uma cinebiografia da artista.

Após uma temporada dedicada à música gospel, em 2012 apresentou-se no Vivo Open Air, no Jockey Club Brasileiro (RJ), interpretando clássicos de sua carreira com arranjos do seu filho, o músico Pedro Baby. O show, intitulado "Baby Sucessos", contou com a participação especial de Caetano Veloso, com quem cantou “Menino do Rio”, de autoria dele.

Discografia[editar | editar código-fonte]

Com os Novos Baianos[editar | editar código-fonte]

  • É Ferro na Boneca (1970)
  • Acabou Chorare (1972)
  • Novos Baianos F.C. (1973)
  • Novos Baianos (1974)
  • Vamos Pro Mundo (1974)
  • Caia na Estrada e Perigas Ver (1976)
  • Praga de Baiano (1977)
  • Farol da Barra (1978)
  • Infinito Circular (1997, ao vivo)

Solo[editar | editar código-fonte]

  • O Que Vier Eu Traço (1978) - 400.000 cópias
  • Pra Enlouquecer (1979) - 1.000.000 cópias
  • Ao Vivo Em Montreux (1980) - 450.000 cópias
  • Canceriana Telúrica (1981) - 1.400.000 cópias
  • Cósmica (1982) - 950.000 cópias
  • Kryshna Baby (1984) - 700.000 cópias
  • Sem Pecado E Sem Juí­zo (1985) - 1.100.000 Mil cópias
  • Ora Pro Nobis (1991) - 250.000 cópias
  • Um (1997) - 100.000 cópias
  • Acústico Baby do Brasil (1998) - 150.000 cópias
  • Exclusivo Para Deus (2000) - 35.000 cópias
  • Geração Guerreiros do Apocalipse (2011)

Participações especiais[editar | editar código-fonte]

  • Clipe - Sorria, produzido pela Comunidade das Nações com Vários Cantores Gospel (2010)
  • Músicas - "Bola de Cristal", no álbum "Maravilha" (1987) , da cantora e apresentadora infantil Mara Maravilha. Baby também compôs duas músicas para Mara Maravilha: "Foi assim", gravada no álbum "Mundo Maravilha" (1988) e "Planeta Azul", gravada no álbum "Mara" (1989) e posteriormente regravada pela própria Baby no álbum "Ora pro nobis" (1991).

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]