Catedral de Sevilha
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| Património Mundial da UNESCO | ||||
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| Catedral de Sevilha
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| País | Espanha | |||
| Critérios | i, ii, iii, vi | |||
| Referência | [1] | |||
| Coordenadas | 37.23.1,8 N 5.59.29,6 O | |||
| Histórico de inscrição | ||||
| Inscrição | 1987 (11ª sessão) | |||
| * Nome como inscrito na lista do Património Mundial. | ||||
A Catedral de Sevilha, também conhecida como Catedral de Santa Maria da Sede, é a maior da Espanha, e o terceiro templo maior do mundo atrás do San Pedro do Vaticano no Vaticano e São Paulo em Londres.
A catedral foi declarada Património da Humanidade pela UNESCO, no ano de 1987, integrado no sítio Catedral, Alcazar e Arquivo das Índias em Sevilha.
Segundo a tradição, a construção começou em 1401, embora não haja constância documental do começo dos trabalhos até 1433. Foi edificada no solar que ficou após a demolição da antiga Mesquita Alfama de Sevilha.1
Em 2008, foi encontrado o plano mais antigo que se conhece da Catedral de Sevilha no Mosteiro de Bidaurreta de Oñate (Guipúscoa), o qual foi realizado cerca de 1490.2 Este plano, uma vez estudado, contribuíu com importantes dados sobre a construção do edifício.3
Um dos seus primeiros mestres-de-obras foi Maese Carlin (Charles Galter), procedente da Normandia (França), que trabalhara previamente em outras grandes catedrais góticas europeias e poderia ter chegado à Espanha fugindo da Guerra dos Cem Anos. Em 10 de outubro de 1506 foi colocada a pedra postreira na parte mais alta do zimbório, com o que simbolicamente a catedral ficava finalizada, embora na realidade continuassem os trabalhos ininterrompidamente por séculos, tanto para a decoração interior, como para acrescentar novas dependências ou consolidar e restaurar os estragos do passar do tempo, ou circunstâncias extraordinárias, como o terramoto de Lisboa de 1755 que apenas produziu danos menores apesar da sua intensidade.4 Nestas obras intervieram os arquitetos Diego de Riaño, Martín de Gainza e Assénsio de Maeda. Também nesta etapa Hernán Ruiz edificou o último corpo da Giralda. A catedral e as suas dependências ficaram terminadas em 1593.5
O Cabido Metropolitano mantém a liturgia diária e a celebração das festividades do Corpus Christi, a Imaculada e a Virgem dos Reis. Neste templo encontra-se o corpo do famoso navegante Cristóvão Colombo e o do rei Fernando III de Castela (1199-1252), canonizado em 1671 como São Fernando, sendo papa Clemente X.6
A última obra de importância realizada aconteceu em 2008 e consistiu na substituição de 576 silhares que moldavam um dos grandiosos pilares que sustentam o templo, por novos blocos de pedra de características similares mas com maior resistência. Este trabalho foi possível graças ao emprego de novos sistemas tecnológicos que demonstraram que o edifício sofria diariamente umas oscilações de 2 cm como consequência da dilatação dos seus materiais. 7
Sepultados na Catedral [editar]
- Cristóvão Colombo
- Fernando Colombo
- Fernando III de Leão e Castela
- Beatriz da Suábia
- Afonso X de Leão e Castela
- Pedro I de Castela
Referências
- ↑ Aula Hernán Ruiz (2010). fidas.es:La montaña hueca.
- ↑ González, Marian (21 de julho de 2008). elcorreodigital:Un tesoro entre las piedras.
- ↑ ABC de Sevilla (24 de abril de 2009). abcdesevela.es:Los diseñadores originales de la Catedral pensaron e derruir la Giralda.
- ↑ Lineros Ríos, Manuel; Pereja López, Enrique F. (2008), Iglesias y Conventos de Sevilla. ISBN (OCLC 304341880)
- ↑ Agencia EFE (31 de julho de 2006). eluniversal.com:Restos de Colón están en Sevilla, según estudio de ADN.
- ↑ Gómez Palas, José (29 de setembro de 2009). La Catedral se mueve al día hasta 2 centímetros.
Ver também [editar]