Feminismo radical

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Este artigo não cita fontes confiáveis e independentes (desde setembro de 2008). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

O feminismo radical ficou famoso durante a chamada segunda onda feminista, no final dos anos 60 e começo dos anos 70, mas é um movimento que existe até hoje. O feminismo radical se foca na teoria do patriarcado como um sistema de poder que organiza a sociedade em um complexo de relacionamentos baseados na suposição da "inferioridade feminina" e "superioridade masculina" como base para "supremacia masculina", usada para oprimir e explorar as mulheres e garantir a dominância dos homens.

As feministas radicais propõem-se a desafiar e derrubar o patriarcado por meio de sua oposição aos papéis de gênero e à opressão masculina das mulheres, e clamam por uma reorganização radical da sociedade.

Feministas radicais localizam a causa raiz da opressão das mulheres nas relações patriarcais de gênero, em oposição aos sistemas legais (como no feminismo liberal) ou conflito de classes (como no feminismo socialista e feminismo marxista). Feministas radicais procuram abolir o patriarcado. Elas acreditam que a maneira de lidar com o patriarcado e todos os tipos de opressão consiste em eliminar as causas subjacentes a esses problemas por meio de uma completa revolução.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ícone de esboço Este artigo sobre sociologia ou um sociólogo é um esboço relacionado ao Projeto Ciências Sociais. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.