Jiang Qing

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Jiang Qing, também conhecida no Ocidente como Chiang Ching (Chinês: 江青; Pinyin: Jiang Qing, Wade-Giles: Chiang Ch'ing), (19 de março de 1914 - 14 de maio de 1991), nascida como Shúméng Lǐ (李淑 蒙) foi uma política chinesa, e em 1939 se tornou a terceira esposa de Mao Tse-tung. Dirigiu a Revolução Cultural na arte e fez parte do Politburo desde 1969. A morte do líder, tornou-se parte do chamado Bando dos Quatro. No entanto, foi presa um mês depois da morte de Mao (1976), por suas tendências radicais. Foi a pessoa mais poderosa nos últimos anos do regime maoísta.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Jiang Qing

Nascida em Zhucheng, na província chinesa de Shandong, foi uma atriz com o nome Lan Ping. Em 1933, ingressou no Partido Comunista da China, trabalhando como atriz a partir daquele ano até 1937, na cidade de Shanghai. Dois anos depois, em 1939, é apresentada a Mao Tsé-Tung, a quem viria a se casar.

Em 1949 se torna Ministra da Cultura. Em 1966 foi eleita como diretora da Revolução Cultural, criada no mesmo ano. Em 1969, entra no Birô Político. Neste ponto, é associada com o famoso Bando dos Quatro, responsável por defender o maoísmo.

Em 1976, após a morte de Mao, os quatro membros do grupo foram expulsos do Partido Comunista e foram presos. Em 1981, os quatro foram levados a julgamento, acusados de excessos durante a Revolução Cultural. A defesa de Jiang Qing baseou-se em que ela sempre seguiu as ordens do marido. Ela foi condenada à morte, mas, finalmente, foi punida com prisão perpétua. Em 1991, ela foi liberada devido a problemas de saúde. Morreu pouco depois de sua libertação da prisão. Posteriormente, o governo chinês afirmou que cometeu suicídio dez dias após sua liberação.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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